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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Senador Aécio Neves consegue inclusão de municípios.


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O senador Aécio Neves (PSDB/MG) conseguiu , na noite desta terça-feira (22-11-11) , a inclusão de municípios do Vale do Mucuri e Norte de Minas que integram a Área Mineira da Sudene na Medida Provisória (MP) 540, do governo federal, que assegura incentivos fiscais a empresas e indústrias na região. Esses municípios estavamde fora dos benefícios fiscais concedidos pela MP. Ela garantia os incentivosapenas a municípios da extinta Sudene. Com isso, ficavam de fora municípios mineiros incluídos em 2001, em ato do então deputado federal Aécio Neves ao assumir interinamente a Presidência da República.


A emenda apresentada pelo senador corrigiu o texto, assegurando o benefício ao conjunto dos municípios mineiros da área da Sudene.


“A proposta comete um equívoco, pois, ao garantir a isenção das empresas em até 75% do imposto de renda, refere-se apenas àqueles municípios da extinta Sudene e não da Sudene que depois foi recriada e incorporou esses municípios. Isso precisa ser corrigido, porque a meu ver não foi um ato de má fé, foi um equívoco, mas retirou municípios da região mais pobre do estado de Minas Gerais e as empresas ali instaladas do acesso a esses benefícios”, afirmou o senador em seu pronunciamento ao defender sua emenda .


A MP 540 concede isenção de 75% do imposto de renda para empresas que se instalem ou ampliem sua atuação na área da Sudene, inclusive as de tecnologia digital, de que trata especificamente a medida provisória. Poderão receber os benefícios empresas que protocolem e tenham aprovados seus projetos até 31 de dezembro de 2013.


“No ano de 2001, por essas consequências do destino e por uma prerrogativa meramente constitucional, tive a oportunidade de, por alguns dias, quando era presidente da Câmara dos Deputados e na interinidade da Presidência da República, substituir o presidente Fernando Henrique e ali corrigimos uma grave distorção com dezenas de municípios mineiros que não faziam parte da antiga Sudene, naquele momento era criada a Adene.


Esses municípios do Vale do Mucuri e do Norte de Minas foram incorporados pela Sudene pela absoluta semelhança, similaridade e isonomia da sua realidade com o Jequitinhonha”, explicou Aécio.

Aécio Nves: incentivos a municípios mineiros da Sudene

http://www.youtube.com/watch?v=mP718IQGdJE


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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Copa do Mundo 2014


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Acho interessante como os brasileiros são, um evento de cunho mundial vindo para nossa pátria é motivo de orgulho, afinal de contas o mundo estará voltado para nosso país, com isso muitas melhorias estão acontecendo, principalmente aos estádios que dará uma importância significativa tanto para os clubes quando aos estados, muitas melhorias veem ocorrendo tanto no setor hoteleiro, transito, estrutura, novas empresas com mais oportunidades de emprego, esta certo que as cidades atualmente passa por vários transtornos em face das obras, mas qual melhoria que na sua fase de execução não gera desgaste, vejam as reformas que fazemos em nossas casas, nada se melhora se não houver obras e transtornos.

Escandalos de corrupção são apontados, mas desde o " descobrimento" de nossa terra que o Brasil se volta com essas práticas, primeiro os portugueses chegaram e tomaram o nosso país a força, as custa de muitas vidas dos indígenas, escravização, dor, se apossaram e aqui permaneceram, Dom Pedro I amante das orgias e boa vida, quase nada modificou, ao contrario de seu sucesso e filho Dom Pedro II que trouxe outra forma de governar, mas como desde a história nos conta nosso país nunca fora mudado de forma gentil, Pedro II, criou e pagou os estudos daquele que fora seu verdadeiro algoz de sua destituição do trono, ou seja, Marechal Deldoro da Fonseca, que por meio de um golpe, destituiu o imperador e implantou a Republica em nossa pátria, por hora esse forma de governo trouxe benefícios que até hoje desfrutamos, a liberdade, mas as custas de emboscadas e traições, enfim essa é uma pincelada na história de nosso Brasil.

Somente ficaremos livres de corrupção, escandalos, quando a população der o grito e mostrar seu poder nas urnas, enquanto isso veremos cada dia matérias repetidas nas lacunas jornalisticas.

Merecemos a copa sim, afinal poucos alegrias desfrutamos nessa terra tupiniquim, apesar que futebol deixou de ser disputa saudável para virar cartas marcadas, mas mesmo assim continua sendo a paixão de todos nós.

Marcelo Passos

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sábado, 19 de novembro de 2011

Comparação Cruzeiro x Atlético-MG



Acho graça em ver alegria de atleticano em ver o Cruzeiro nessa situação, mas vamos fazer um comparativo:

Cruzeiro: 2 campeonatos brasileiros seria A, 2 Libertadores, 4 Copa do Brasil, 2 supercopas, 2 vice campeão mundial, 38 Campeonatos Mineiros, 1 copa Sul Minas, 1 Recopa Sulamerica, 1 Copa Ouro, 1 Copa Centro Oeste, 1 Torneio Verão.

Agora e o Galinho???????? Campeonato Mineiro? OK! 1 campeonato braileiro serie a?OK! uma serie B? OK! 1 Comenbol? OK QUE MAIS?????????

Ai Atleticanaiada preocupe com seu time que não da alegria a torcedor ou então virem cruzeirense, Cruzeiro não cai, pode esta atravessando um periodo ruim, mas tem futebol e vcs que nunca chegam a lugar algum.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Aécio é favorito nas eleições 2014

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Sensus sobre as eleições de 2014 aponta que o Senador Aécio Neves, do PSDB, é o grande favorito nas disputas pelo Governo de Minas e pela presidência no estado, é o que mostra reportagem publicada pelo Jornal Hoje em Dia, desta quarta-feira (16/11).

De acordo com o cenário espontâneo, o senador lidera a corrida no Estado, bem à frente de todos os outros possíveis adversários. Aécio foi citado espontaneamente por 11% dos entrevistados, Antonio Anastasia, 5,1%, Fernando Pimentel teve 2,6%, Márcio Lacerda, 0,7%,Vanessa Portugal, 0,5%, Patrus Ananias, 0,5%, e Hélio Costa, com 0,5%

Já na estimulada para a presidência, o tucano também vence Dilma Rousseff. Aécio teria 45,1 % da preferência dos mineiros contra 34,8% da presidente. "Aécio será peça chave do processo e caminha para ter um espaço importante", afirmou Ricardo Guedes.

O Sensus ouviu 1.500 moradores de 53 cidades mineiras, entre os dias 3 e 7 de novembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Senado aprova projeto que acaba com "indústria da multa"


Brasília. O Senado aprovou ontem um projeto de lei que promete enfurecer governantes país afora. O texto obriga os Estados, os municípios e a União a aplicarem totalmente os recursos arrecadados com as multas de trânsito apenas em campanhas educativas e sinalização. Na prática, o texto acaba com a festa de governantes que utilizam a renda das multas para financiar outras áreas da máquina pública.

O projeto do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) foi aprovado por unanimidade na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e em caráter terminativo. Agora o assunto deve ir direto para a tramitação na Câmara - a não ser que algum senador apresente em cinco dias requerimento para que o tema seja apreciado no plenário do Senado.

Mudança. O texto prevê a alteração do artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para restringir a aplicação desses recursos em campanhas educativas sobre "direção defensiva, cultura de paz e combate à violência no trânsito e de desestímulo ao consumo de álcool e drogas por parte dos motoristas".

O uso de dinheiro na sinalização foi acrescentado por meio de uma emenda do líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), aprovada na manhã de ontem.

Para o deputado Eunício Oliveira, como a receita decorrente das multas serve para reforçar o caixa dos governos, as administrações se sentem estimuladas a implantar a famosa "indústria das multas" - esquemas de fiscalização voltados para gerar multas e, consequentemente, trazer mais receitas do que melhorar a segurança do trânsito.

Eunício Oliveira, que é presidente da CCJ, disse que essas receitas têm sido usadas para reforçar o caixa dos governos ou no pagamento de pessoal. Ele chamou de "ardil" a estratégia existente em várias cidades de alterar os limites de velocidade da via "com o objetivo de surpreender o motorista desavisado".

Justificativa. O CTB atualmente prevê que o dinheiro arrecadado com multas precisa ser destinado não apenas para educação e sinalização de trânsito, mas também para engenharia de tráfego, engenharia de campo, fiscalização e policiamento.

Com isso, de acordo com o autor do projeto de lei, há margem para que esses recursos sejam usados, por exemplo, em obras viárias e até mesmo na folha de pagamento - no caso de agentes de fiscalização.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Novo Vexame: 5x1


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Mais um domingo em que o Cruzeiro oferece uma bela e amarga derrota aos seus torcedores, numa apresentação abaixo das piores criticas o time foi surrado pelo Flamengo de Luxemburgo, mas esta derrota foi o resultado de uma longa campanha pífia que o time vem apresentando desde a eliminação da Taça Libertadores. Acredito que o planejamento anual, as metas são erradas, o time almeja ser campeão da Libertadores e esquece de trabalhar com o erro, e quando algo da errado, não ha planejamento.

Ao longo do ano vários treinadores passaram pelo clube e nenhum conseguiu levantar o time, o que significa que o problema esta nos jogadores e não nos treinadores.

Com dor eu digo isso, a segunda divisão será bom para o Cruzeiro, onde poderá reestruturar todo seu time, e não é vergonha não, grandes campeões já disputaram e deram a volta por cima.

Marcelo Passos
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Como o governo Aécio Neves transformou Confins no principal aeroporto de Minas


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O aeroporto da Pampulha, hoje denominado Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, pode ter sido considerado um terminal de entrada para o interior.

Em 1933, ele servia de apoio às aeronaves do Correio Aéreo Militar (CAM), que ligavam a cidade do Rio de Janeiro à Fortaleza, voando ao longo do Rio São Francisco até as cidades de Petrolina(PE) e Juazeiro (BA). Por muitos anos, a linha do São Francisco esteve ativada e proporcionava aos ribeirinhos e interioranos a possibilidade de deslocamento rápido na busca do atendimento de suas necessidades primárias. Se hoje as estradas de rodagem são precárias, o que pensar dos caminhos de 78 anos atrás? As aeronaves não proporcionavam apenas possibilidade de deslocamento rápido. A bordo, geralmente, seguia uma equipe médica com remédios para o atendimento básico a saúde. Não raras vezes, a tripulação era acionada para realizar uma evacuação emergencial. Apesar de todas as agruras, os pilotos do CAM e, posteriormente, do Correio Aéreo Nacional (CAN) cumpriam essas missões com grande satisfação. Aqueles voos representavam a presença do Estado em regiões remotas. Quem voou nas linhas do CAN se lembra com saudades dos bons serviços prestados pelas aeronaves militares, em especial os famosos DC-3.

Até 1984 o aeroporto da Pampulha era o único terminal aeroportuário de Belo Horizonte para atender a aviação regular.

Em 1985, foi inaugurado um terminal moderno e seguro no município de Confins. Começavam as idas e vindas das empresas aéreas de um para outro terminal. A TAM contribuiu para que o aeroporto da Pampulha levasse vantagem em relação ao aeroporto de Confins. Como ela fazia uma concorrência predatória %u2013 sendo na época uma empresa regional %u2013, todas as demais empresas migraram de Confins para a Pampulha.

Em 2004, o aeroporto da Pampulha acomodou 140 voos por dia e atendeu a uma demanda de mais de 3 milhões de passageiros/ano. O que foi um absurdo em termos de desconforto e insegurança. Chegaram até em pensar em construir um novo terminal de passageiros para acomodar a grande demanda.

Como o uso do cachimbo deixa a boca torta, os defensores do Aeroporto da Pampulha atribuíam a sua preferência à dificuldade de deslocamento até um terminal mais seguro e confortável, porém com ligação precária. Em 2004, o aeroporto de Confins, hoje denominado Aeroporto InternacionalTancredo Neves, apresentou uma demanda baixíssima: 388 mil passageiros/ano.

Algo tinha que ser feito para pôr um fim ao desconforto e insegurança do Aeroporto CarlosDrummond de Andrade e a equipe do governador Aécio Neves teve o bom senso de eleger o aeroporto de Confins como o principal aeroporto da Região Metropolitana de Belo Horizonte. O governo Aécio Neves não agiu como tem sido comum fazer atualmente. Hoje se cria o problema e depois se busca a solução. Foram oferecidos aos usuários uma ligação confortável de ônibus e acesso que permitia atingir o terminal em cerca de 40 minutos. Aproximadamente 10 minutos a mais do que o tempo gasto para chegar ao Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, partindo do Centro da cidade.

A mudança para o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, deixou para o Aeroporto Carlos Drummond de Andrade a demanda de voos regionais, com aeronaves de até 40 assentos, tendo atingido a marca de cerca de 750 mil passageiros/ano em 2010. Trouxe ainda a consolidação do uso de um terminal que já está ficando pequeno. O salto de mais de 100% no crescimento na demanda em seis anos foi muito expressivo. Passamos de 3,5 milhões para 8 milhões de passageiros embarcados e desembarcados/ano. Mais expressiva ainda é a demanda esperada até 2014, face aos indicadores de crescimento do transporte aéreo: já se fala em uma demanda de mais de 20 milhões de passageiros/ano.

Para atendê-la numa fase inicial, será construído um "puxadinho" para abrigar aproximadamente 5 milhões de passageiros/ano, independente do terminal atual. Bem situado, o terminal remoto ficará próximo a uma cabeceira de pista, que será ampliada.

O terminal 2 já teve o seu edital de concorrência publicado e mais de 150 mil metros quadrados serão oferecidos aos usuários, correspondendo ao dobro da área atual. Com ele, os terminais da Região Metropolitana de Belo Horizonte poderão atender a uma demanda de 23 milhões de passageiros embarcados e desembarcados/ano. Toda essa evolução é fruto do bom senso de equipes governamentais que enxergaram o futuro.
Fonte: Por, Antônio do Nascimento Caderno Vrum – Estado de Minas, de 29/10/2011

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Deputados mineiros legislam para celebridades


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No ultimo dia 20 de outubro de 2011, a Assembléia Legislativa foi palco de uma homenagem justa, à cantora Ivete Sangalo, creio que um artista de cunho mundial, reverencia Minas Gerais é digno de nossas homenagens, afinal, quantas celebridades nascido em Minas, fazem sucesso nacionalmente e esquecem de nossa terra, que digam Pelé e outros mais.

A muitos anos Minas Gerais é furtada quanto a sua importância no cenário nacional, pelo eixo Rio-São Paulo, que para essa máfia só existem ambas, historicamente Minas Gerais fez parte da história de nosso país, é um marco nacional das transformações.

Grandes celebridades se fizeram e fazem por aqui, como: Chico Xavier, JK, Carlos Drummond de Andrade, Jose Alencar, Itamar Franco, Tancredo Neves, Aureliano Chaves, Cesar Menotti e Fabiano, fora um universo de pessoas, e fora artista como Milton Nascimento, que nasceu no Rio De Janeiro e adotou Minas como sua pátria, enfim, um celeiro de grandes pessoas que formaram o marco de transformações de nosso país.

Agora querem homenagear outros artistas, que citam Minas Gerais sempre e trazem de berço a importância deste Estado. Como: Ronaldo - Fenômeno ( que se fez craque para o mundo no Cruzeiro), Luciano Hulk que em todos seus programas refenda nosso Estado, Paula Fernandes que não se envergonha do berço mineiro, todas essas homenagens são justas e merecidas, assim como todos os órgãos de imprensa agraciam as celebridades, no cenário mineiro.

Marcelo Passos
link:
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Um misterioso elefante no coração de Minas


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Mestre de obras responsável pela criação de minizoológico pré-histórico de alvenaria vira atração na terra do escritor Guimarães Rosa ao construir moradia em formato inusitado

Trabalhador e muito boa prosa, o mestre de obras Stamar de Azevedo Júnior, de 52 anos, também é artista de mão cheia. A especialidade dele são esculturas em cimento. Suas obras, entre elas uma preguiça gigante e um dinossauro, enfeitam praças da pacata cidade da Região Central na qual nasceu Guimarães Rosa (1908-1967), autor de Sagarana e Grande sertão: Veredas. Mas nenhuma obra de Tazico, como o homem franzino é conhecido por aquelas bandas, chama tanta atenção quanto o imenso elefante que ganha forma num quarteirão da Rua São José, uma das principais de Cordisburgo.

Não é uma escultura qualquer. “Na verdade, é um imóvel em forma de elefante, que deve ficar pronto em março de 2012. Comecei a construí-lo no fim de 2008, com intenção de morar nele, mas muitos visitantes vêm me perguntando se posso alugar. Acho que vou transformá-lo numa pousada. Terá apenas um quarto, que será na cabeça, onde os olhos servem de janelas. Na parte de trás, será o banheiro. Haverá ainda uma cozinha e sala. A obra tem 8 metros e meio de altura e 13,8 metros de comprimento. Gastei, até agora, aproximadamente 130 sacos de cimento e dois caminhões de areia”, detalha. Ele não esconde o orgulho quando fala de sua última criação, que já se transformou num dos pontos turísticos da cidade, a 85 quilômetros de Belo Horizonte. Pudera: como o paquiderme está no caminho para a Gruta de Maquiné, principal cartão-postal do lugar, com cerca de 10 mil habitantes, os turistas que passam pelo local não resistem à curiosa imagem e muitos sacam suas máquinas fotográficas para registrá-la. Aqueles que têm tempo para um dedo de prosa com Tazico, pai de cinco filhos e avô de duas crianças, ficam sabendo que a futura moradia foi batizada de Lakshmi, homenagem à deusa da abundância e da prosperidade no hinduísmo. “Trabalho na casa nos fins de semana ou nas folgas e conto com a ajuda de apenas uma pessoa. Também usei gesso e fibra, que formam o marfim da escultura. Na boca, coloquei grama sintética. Para dar mais destaque ao elefante, este barracão bem embaixo dele vai ser derrubado até a próxima semana”, explica.

Alguns moradores de Cordisburgo acreditam que Tazico se graduou em arquitetura. O artista acha graça. “Estudei só até a quinta série ginasial (atual ensino fundamental). Porém, garanto que sou mestre de obras dos bons. Exerço o ofício desde os 14 anos. Não é fácil, mas preciso me manter. Aliás, preciso dizer que o fazendeiro Alberto Ramos e minha mãe me ajudam financeiramente na obra. Se não fossem eles...”, diz o homem, que divide sua arte com a árdua tarefa da construção civil. O dom de criar animais com cimento, fibra e gesso começou a aflorar em 2000, quando a prefeitura da cidade encomendou ao mestre de obras um “minizoológico pré-histórico”, em alvenaria, para a arborizada Praça Otacílio Negrão de Lima. Meses depois, “nasceram” um tigre dente de sabre, uma preguiça gigante, um mamute e um enorme tatu. O espaço foi batizado de Zoológico de Pedra Peter Lund. O dinamarquês Lund (1801-1880) é personagem de um capítulo especial na história no Brasil. Foi ele quem comandou as primeiras expedições a dezenas de grutas na região de Cordisburgo e Lagoa Santa. Seu pioneirismo e suas descobertas lhe garantiram lugar na história como o pai da paleontologia brasileira, que entre outras explorou a Gruta de Maquiné. Hoje, o local é o principal ponto turístico de Cordisburgo, que também tem entre suas atrações o Museu Casa Guimarães Rosa, onde nasceu o escritor, hoje transformado em centro de referência de sua vida e obra. Expectativa “Quem sabe algum dia essas esculturas também sejam tão valorizadas quanto os outros atrativos da cidade?”, deseja Tazico, enquanto cumprimenta uma fã. Trata-se da recepcionista Iara Laíse Moreira, de 21. “As obras dele são maravilhosas. Podem ajudar a atrair mais turistas para cá”, elogia a amiga. Tazico agradece as palavras com a mão no coração, palavra que compõe o nome do município que acolhe sua obra: cordis, em latim, significa coração, e burgo, em alemão, vila ou cidade, dando origem à “cidade do coração”.

Origem de achados do naturalista europeu Peter Lund, que por sua vez inspiraram as primeiras imagens de Stamar de Azevedo Júnior, a Gruta de Maquiné, em Cordisburgo, foi descoberta em 1825 pelo fazendeiro Joaquim Maria Maquiné, na época proprietário das terras. Considerada o berço da paleontologia brasileira, foi explorada cientificamente por Lund em 1834. Tem sete salões explorados, em um total de 650 metros lineares, com desnível de apenas 18 metros. Estruturas como iluminação e passarelas possibilitam aos visitantes desfrutar com segurança das belezas esculpidas pela natureza durante milhares de anos. Todo o percurso é acompanhado por um guia local.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Mulher que enforcou companheiro com fio de televisão após flagrar abuso contra filha é liberada em Jaboticatubas

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A mulher de 34 anos que matou o companheiro, 26, após flagrar um abuso sexual contra sua filha foi ouvida e liberada no início da tarde desta terça-feira (1º). A ocorrência foi registrada durante a madrugada no Distrito de São José de Almeida, que fica a 16 km de Jaboticatubas, região Central de Minas.

A dona de casa chegou a ser levada para a Delegacia de Polícia Civil da cidade, onde foi ouvida. Por ter agido em legítima defesa, ela foi liberada.

Segundo a polícia, por volta das quatro da manhã, a mulher acordou com os gritos da filha, de 11 anos. Ao ir até o quarto da menina, a suspeita flagrou o homem fazendo sexo oral com a criança. Ao notar que a sua companheira estava no quarto, o suspeito, que estava bêbado, pegou uma foice e ameaçou mãe e filha de morte.

Em seguida, o homem jogou a companheira no chão, momento em que ela pegou o cabo da antena de uma televisão e o enforcou. Ele chegou a ser socorrido com vida para o Hospital Municipal de Jaboticatubas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada na unidade de saúde.



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Jô Soares lança seu quarto romance policial, As esganadas, sobre obesas


Jô Soares gosta de mandar no fim de seus programas de entrevistas “um beijo do gordo”. Num mundo que não gosta de gordos — que são quase considerados culpados de um crime que não cometeram ou de um defeito moral hediondo —, o humorista decidiu matar muitas obesas. A maior vingança é que As esganadas é muito divertido. Quarto romance policial do autor, ele mantém com os anteriores a ambientação histórica e geográfica no Rio de Janeiro de outros tempos.

Desta vez, a trama se passa em 1938 — ano em que José Eugênio Soares, o Jô, nasceu. O romance policial se tornou, de uns tempos para cá, uma espécie cult de literatura de entretenimento. Depois de vencer a barreira de classe e de gosto, vem sendo exercido por gente sofisticada, até psicanalistas e linguistas, como exemplo de uma certa visão meio cética, meio cínica da sociedadecontemporânea.

Em outros termos, a narrativa policial se tornou ela mesma um álibi para quem jura que sabe o que é ser popular, mesmo que só conheça o povo a distância segura. Nesse caminho, Jô tem a vantagem de vir do cenário pop da televisão e do humor. Na verdade, seu empenho tem sido o inverso dos seus colegas de literatura: ele sempre quis mostrar que é chique, mesmo sendo humorista de tevê. As esganadas inverte o rumo habitual das novelas de detetives. Logo no começo, o leitor fica sabendo quem é o assassino. A graça está nos detalhes da caçada ao facínora. Mais uma vez (como nos outros romances do autor), trata-se de assassinato em série.

Agora, as vítimas são obesas gulosas, que morrem pela boca. O assassino é um tipo macilento e magro, papa-defuntos de profissão, que tem o sugestivo nome de Caronte (o barqueiro mitológico que leva as almas ao mundo do mortos), que herda do pai a funerária Estige (nome do rio em que Caronte remava sua canoa). Caronte foi criado por uma mãe dominadora, que infernizava a vida do pai e seguiu com o mesmo propósito com o filho.

O pai suicidou-se, o filho a mata. Ela não queria que ele comesse muito e não o deixou estudar música, sua paixão. A vingança, com suas motivações psicanalíticas, levou Caronte a planejar a morte de todas as mulheres gordas e lindas (como a mãe) que cruzassem seu caminho. Ele atrai as obesas com a sedução de doces portugueses.

E vem de Portugal o detetive Tobias Esteves (o “Esteves sem metafísica” do poema Tabacaria, de Fernando Pessoa), que oferece seus talentos dedutivos ao delegado Mello Noronha, encarregado do caso. Uma das graças da novela é a utilização de personagens, fatos e curiosidades da época. A começar pelo clima político do Estado Novo, com a sombra de Filinto Müller a cobrar resultado da investigação (muitas gordas esganadas são de famílias importantes), enquanto a inclinação nazista vai se desenhando na ditadura Vargas. Além disso, o relato é pontuado por noticiários de rádio com seus reclames; por eventos esportivos, da Copa do Mundo de 38 na França a corridas de carro no Circuito Gávea, com participação de Chico Landi e do cineasta português Manoel de Oliveira; e pela geografia das ruas do Rio de Janeiro, com destaque para as confeitarias.

O time encarregado de decifrar o mistério (além de Mello Noronha e Esteves é completado pelo medroso e prático Valdir Calixto, mistura de Sancho e Watson em seu certeiro e constrangido bom senso) ganha a contribuição de uma bela repórter e fotógrafa, Diana, que trabalha para as revistas de Chatô, que não tem pudor em usar seu charme como ferramenta profissional. O quadro social das vítimas também vai ser distendido com a incorporação de uma prostituta polaca. E, como não podia deixar de ser, há um personagem anão, desta vez um cantor de óperas de uma companhia alemã (Jô sempre dá um jeito de pôr um anão na trama).

Charutos e formol

As tramas policiais de Jô Soares são repletas de erudição. Além dos charutos (uma homenagem ao mestre Rubem Fonseca, outro partidário do exibicionismo finório em narrativas policiais), o leitor fica sabendo sobre técnicas de embalsamamento, ganha lições de pintura e música, recebe informações sobre a relação do bruxo inglês Aleister Crowley com o poeta Fernando Pessoa, além de muita cultura de almanaque: ópera wagneriana, lobotomia e fórmulas herbais de emagrecimento.

E ainda topa com o latinório de algibeira recitado pelo detetive português, que é formado em psicologia e filosofia. Para habitar esse universo real e fantástico, o autor mescla personagens de ficção com gente de verdade, nem sempre desempenhando papéis históricos. As esganadas é um romance que, mesmo com tanta violência descrita de forma clínica, foi feito para divertir. Segue o mesmo plano dos primeiros livros de Jô, que foram sucesso de público. A crítica, como se trata de um homem poderoso no mercado da vaidade e da mídia, preferiu sempre andar de lado.

A editora informa que a primeira edição sai com 80 mil exemplares, uma marca gorda demais para o mercado brasileiro. É sinal de que a diversão anda em alta, o que é bom. E o livro, com sua engenhosidade, cumpre o que promete. Não é grande literatura, mas, pelo menos, desde o começo, não engana ninguém. Jô, escritor, acaba sendo muito mais engraçado e simpático que o entrevistador das madrugadas, que virou um personagem de si mesmo, muito ciente de sua imagem.

Como diria Fernando Pessoa, personagem do livro: o bom poeta precisa ser um fingidor.

Dublê morre nas filmagens de longa-metragem de Stallone


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Um dublê morreu e outro ficou ferido durante as filmagens na Bulgária do longa-metragem Os Mercenários 2, protagonizada pelo americano Sylvester Stallone e outras estrelas do cinema de ação. "Um incidente durante as filmagens deixou um morto e um ferido", afirma um e-mail de um porta-voz da sequência do filme de 2010, que conta ainda com participações de Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis e Jean-Claude Van Damme.

O acidente aconteceu na quinta-feira passada em uma cena na qual os dois dublês estavam envolvidos em um tiroteio e que incluía uma explosão em um bote perto do lago Ognyanovo, no sudoeste da Bulgária. A produtora Image/Millennium Films informou que está cooperando com as autoridades na investigação.

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