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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Choque de Gestão de Aécio em MG é modelo de educação na Colômbia

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Um dos resultados mais importantes do Choque de Gestão de Aécio Neves em Minas Gerais está na área de educação.

Minas é hoje uma das referências em educação básica no país em razão de uma série de projetos e programas inovadores que tiveram, como objetivo único, melhorar a qualidade do ensino público oferecido a crianças e jovens.

Minas foi o primeiro estado brasileiro a trazer as crianças de seis anos para a escola, garantindo um ano a mais no ensino fundamental da rede pública. Implantou o programa do aluno em tempo integral, reformou escolas, entregou milhares de livros e equipamentos.

O resultado está nas avaliações como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mostra Minas, graças ao Choque de Gestão de Aécio Neves, com os melhores anos iniciais do ensino fundamental do país. O Estado está entre os cinco primeiros nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio e também está à frente na conquista de medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática.

Todos esses resultados motivaram a vinda, recentemente, de uma delegação do Ministério de Educação da Colômbia a Minas.

Os colombianos reconheceram o Choque de Gestão de Aécio Neves como bom exemplo a ser seguido. Eles destacaram como principais pontos o envolvimento da comunidade com a gestão das escolas e o processo de indicação de diretores e as avaliações educacionais pioneiras em Minas.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Choque de gestão de Aécio Neves: MG é sinônimo de gestão de qualidade

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No Congresso Nacional, foi criada há poucos dias, a Frente Parlamentar para o Fortalecimento da Gestão Pública. E quando se fala em gestão pública de qualidade, Minas Gerais é modelo para todo o país. E bons exemplos de gestão é o que não faltam em Minas graças ao Choque de Gestão de Aécio Neves.
                                                                         
O primeiro deles, e talvez o mais representativo, foi que em menos de dois anos da implantação do Choque de Gestão por Aécio Neves, o Estado conseguiu recuperar as suas contas, equilibrando despesas e receitas.

Depois de mais de uma década de déficits acumulados e progressivos, o Estado passou a ter recursos para realizar investimentos nas áreas fundamentais para a população como saúde, educação, segurança e infraestrutura.

Minas criou metas de produtividade para todos os servidores públicos. De acordo com o resultado e com a avaliação dos serviços prestados à população, os servidores recebem, todos os anos, uma gratificação de acordo com seu salário.

Choque de Gestão de Aécio Neves atraiu a atenção de outros governos, de instituições financeiras e do meio acadêmico.

O Banco Mundial foi um dos primeiros a reconhecer os méritos e o alcance do programa, apontando-o como modelo que merece ser conhecido por administrações públicas de outros países.

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

"(Des)confiança" - artigo do senador Aécio Neves para a Folha S. Paulo


Na profusão de dados sobre a economia, muitas vezes não se dá a necessária atenção a informações importantes, como as recentes pesquisas da Fundação Getúlio Vargas e da CNI, que pontuam a estagnação do Brasil e a descrença dos empresários da indústria.

A Sondagem de Investimentos da Indústria, da FVG, realizada em abril e maio, revela que a desconfiança atingiu o seu maior patamar desde 2009, quando a crise econômica e financeira mundial vivia o seu período mais agudo.

O Índice de Confiança do Empresário da Indústria, medido pela CNI, atingiu o seu menor nível desde dezembro -e caiu em 21 dos 28 setores pesquisados, principalmente nos segmentos de média e alta intensidade tecnológica e de maior valor agregado.

Ainda mais grave é descobrir o que está por trás desses índices. Com ênfase, eles apontam o que o governo finge não ver -que os efeitos da crise mundial chegaram ao país e se intensificam a cada dia. Sinalizam, igualmente, que o pirotécnico conjunto de medidas anunciadas fracassa em seu objetivo de conter a crise e estimular a economia, mesmo no curto prazo.

Explicitam, ainda, que no cenário atual não há espaço para bravatas e nem condescendência com diagnósticos equivocados, como os que tentam atribuir as dificuldades do país a questões conjunturais passageiras, ignorando olimpicamente a sua conformação estrutural.

Irrefutáveis, os números indicam que caminhamos para uma taxa de crescimento do PIB inferior aos pífios 2,7% de 2011. Por que?

Além da crise internacional, falta competência à política econômica em curso, pautada em ações pontuais e paliativas, para garantir competitividade à indústria frente aos seus concorrentes globais.

Também aqui os números são contundentes: dados da CNI, referentes a 2011 e que só se agravaram neste primeiro semestre, mostram que de cada cinco produtos vendidos no Brasil, 20% foram produzidos no exterior, o maior percentual desde 1996; e que 21,7% dos insumos utilizados pela indústria também vieram de fora.

É o resultado da inércia governamental diante de um cenário absolutamente hostil à competitividade da indústria nacional, submetida a uma carga tributária recorde no mundo, a encargos previdenciários superiores à média de países como os EUA, México, Alemanha, França e Reino Unido, entre outros gargalos que penalizam a produção.

Já passou a hora de percebermos que o presente e o futuro são faces indissociáveis da mesma moeda.

O país que seremos é o que estamos construindo. Vencer a crise que se agrava -e não perder outras oportunidades de desenvolvimento- requer reconhecer os problemas e enfrentá-los com realismo e coragem. Aqui e agora.

Erundina critica foto de Lula com Maluf e se diz feliz por desistência

A deputada federal Luiza Erundina (PSB) disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "passou dos limites" ao tirar foto com o deputado Paulo Maluf (PP). Ela se mostrou feliz em desistir de ser vice de Haddad na candidatura à prefeitura de São Paulo, mas disse que vai fazer campanha por ele.
Na última segunda-feira (18), Lula se encontrou com Fernando Haddad (PT) e Maluf na casa do pepista e firmaram aliança. Assim, Maluf passou a apoiar a candidatura de Haddad à prefeitura de São Paulo. Após a reunião, os três se deixaram fotografar nos jardins da casa do deputado.
Nessa terça (19), Erundina se reuniu com membros do seu partido e desistiu de ser vice na chapa de Haddad. Ela se mostrou insatisfeita com a aliança entre PT e PP e, assim como o PSB, acredita que isso poderia ter sido feito institucionalmente e não explicitamente com Maluf, adversário político de Erundina. 

A deputada federal falou que sabia das negociações da chapa de Haddad com o PP, mas se disse surpresa com a presença direta de Lula. Erundina disse que, se soubesse, teria tentado negociar o apoio do partido de outra forma.
Ela acredita que a presença de Maluf no palanque com Fernando Haddad pode prejudicar a imagem do candidato, por ser algo que causou perplexidade na sociedade e pelo perfil dos eleitores do PT. Erundina também afirmou que está feliz com a sua desistência, por se tratar de algo que diz respeito às preocupações da sociedade.
Mesmo assim, Erundina disse que vai fazer campanha por Haddad, já que o considera o melhor candidato.


Senador Aécio: renegociar dívidas é assegurar serviços públicos essenciais



senador Aécio Neves tem alertado ao governo sobre a necessidade de se renegociar as dívidas que estados e municípios possuem com a União.

As dívidas, que, apesar de serem pagas regularmente, não param de crescer. Para o senador Aécio Neves, o Congresso deve participar dessa discussão, tendo como foco principal garantir que prefeituras e governos estaduais possam atender as demandas de sua população.

“Chamo a atenção para o fato de que o acesso da população aos serviços públicos essenciais, que demandam capacidade de investimentos dos estados e municípios, não pode depender de mera matemática financeira. Trata-se de salvar os nossos estados e municípios, e não de celebrar a vitória sobre o adversário, ou impor a derrota a quem quer que seja. Prevalece, nesta matéria, o interesse nacional sobre o interesse político circunstancial ou meramente partidário”, discursou o senador Aécio Neves no Senado.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Senador Aécio Neves cobra Dilma por promessa de campanha

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senador Aécio Neves voltou a cobrar do governo federal isenção de impostos para as empresas de saneamento básico.

Hoje, as empresas pagam mais em tributos do que investem em obras de expansão das redes de água e esgoto e no atendimento à população. A isenção foi promessa da candidata Dilma Rousseff, mas, até agora, não foi cumprida pelo governo federal.

“Na campanha de 2010, houve uma proposta apresentada pelo candidato José Serra e que foi encampada pela atual Presidente da República, que assumiu com os brasileiros a responsabilidade e o compromisso de desonerar as empresas de saneamento básico de todo o Brasil”, disse o senador Aécio Neves.

“Hoje, o que estamos a assistir? As empresas de saneamento básico estão pagando mais impostos que fazendo investimentos em todo o Brasil”, finalizou o senador Aécio Neves
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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dois apertos de mão, um constrangimento histórico e uma esperança


Enquanto Lula e Maluf apertam as mãos para selar troca de cargos públicos por favores eleitorais, em Brasília, várias outras mãos se apertam em prol da gestão pública

Dois apertos de mãos que dominarão o noticiário até o final da semana. Um deles em São Paulo e outro em Brasília. Se um marcará o fim de um discurso defendido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante toda a sua trajetória na vida pública, o outro foi dado em Brasília, ontem, durante a criação da Frente Parlamentar Mista do Fortalecimento da Gestão Pública. Um movimento suprapartidário que busca a adoção e vida longa em nível nacional de um modelo de governança inovador como, por exemplo, Minas Gerais implantou com Aécio Neves em 2003 e que se tornou exemplo mundial de gestão eficiente.

O momento para os petistas é de constrangimento histórico com seu maior líder, que sela uma aliança política-eleitoral em São Paulo calçada na troca de cargos públicos no governo federal. Mas, por outro lado, existem lideranças do mesmo partido que ainda acreditam na transparência, ética e verdadeira “faxina” dentro dos órgãos públicos.
E este grupo de pessoas que ainda acreditam no asseio da máquina pública, dos governantes e, consequentemente, dos servidores públicos, pode encarar a Frente Parlamentar de Gestão Pública como um suspiro de esperança de que no Brasil existe espaço para mudança.

Para estes militantes da restauração da ética, da transparência e da moral no país, o segundo aperto de mão – o de Brasília - surge como alento. O movimento peã profissionalização da gestão pública nasceu da batalha do senador Aécio Neves, mas também é fruto do desejo de diversas lideranças nacionais – petistas, tucanas, verdes, socialistas ou simplesmente brasileiras – que querem ver os princípios da eficiência do serviço público, existentes no modelo de gestão criado pelo Governo de Minas Gerais, adotados em Brasília e nos quatro cantos do país.

Dentro desta Frente de Fortalecimento da Gestão Pública, cabem todos os partidos ou militantes que acreditam na necessidade de transparência, eficiência no uso de recursos públicos e na importância da profissionalização da gestão para levar o Brasil ao patamar de um país não apenas competitivo economicamente, mas também com um crescimento justo e igualitário.

Quando lançou o Choque de Gestão em Minas Gerais, em 2003, Aécio já evocava a necessidade de que a transformação que começaria em seu estado deveria, em poucos anos, ganhar espaço na Agenda Nacional. E no lançamento da frente suprapartidária, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres Brito, sintetizou o sentimento de Aécio ao dizer que é dever de todos fazer com que o servidor público seja, na realidade, um “servidor do público”.

E aos constrangidos e estarrecidos com o aperto de mão de Lula em São Paulo, vale uma reflexão sobre a fala do ministro-chefe da Controladoria Geral da União durante o lançamento da Frente Mista da Gestão Pública: “gestão eficiente é gestão proba. São faces da mesma moeda. A transparência não é apenas a melhor vacina contra a corrupção, mas requisito para melhor eficiência na gestão pública.

Senador Aécio Neves quer esclarecer gastos em saúde


O senador Aécio Neves solicitou informações ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sobre os recursos federais investidos na saúde desde 2007.

Para isso, o senador Aécio Neves apresentou requerimento de informação à Mesa Diretora do Senado Federal.

O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) cobra o pagamento de R$ 2,6 bilhões computados pelo Governo Federal como gastos em saúde, mas que não foram realizados de fato. O senador Aécio Neves questiona que são recursos que constam na execução orçamentária, mas que foram cancelados após terem sido prometidos.

terça-feira, 19 de junho de 2012

Senador Aécio Neves pede fim de preconceitos na adoção


senador Aécio Neves quer que o Brasil vença os preconceitos que envolvem a adoção de crianças e adolescentes.

Esta é uma das metas da Frente Parlamentar da Adoção, fundada no Congresso pelo senador Aécio Neves e outros parlamentares,
                                        
Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que do total de 27 mil pessoas candidatas à adoção, mais de 10 mil aceitam adotar somente crianças e adolescentes brancos. Apenas 1,6 mil aceitam uma criança da cor parda e, perto de 500, apenas negros.

“Queremos mostrar para as pessoas que é preciso vencer preconceitos. São crianças que têm uma dificuldade enorme em serem adotadas. Estamos dando um passo muito importante na direção da desburocratização do processo de adoção. Há uma série de iniciativas que o Congresso Nacional pode tomar no campo da adoção e acho que vamos apresentar um resultado muito satisfatório, em pouco tempo”, afirmou o senador Aécio Neves.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Senador Aécio Neves: finanças municipais em apuros


senador Aécio Neves alertou para a caótica situação financeira enfrentada por municípios brasileiros.

 Estudo recente revela que 83% deles não conseguem se manter. A desconcentração de receitas, hoje nas mãos do governo federal, é uma das bandeiras defendidas pelo senador Aécio Neves.

“Estudo recente da Firjan denuncia o dramático enfraquecimento dos nossos municípios – 83% deles simplesmente não conseguem se sustentar. O Fundo de Participação dos Municípios sofre os efeitos da recorrente política federal de concentrar incentivos fiscais em impostos compartilhados com os municípios, sem compensá-los pelas perdas”, alertou o senador Aécio Neves.

Bairro São Paulo BH: Hemominas faz coleta de sangue na Região Nordeste de BH

A expectativa é atender na Igreja Batista Solidária, no Bairro São Paulo, cerca de 50 doadores

A Fundação Hemominas realiza coleta de sangue na Igreja Batista Solidária, na Rua Aiuruoca, 125, nesta terça-feira (19), no Bairro São Paulo, das 8h30 às 11h30. A coleta é aberta a toda a população e a expectativa é atender 50 candidatos à doação de sangue.

Segundo a Portaria 1.353/2011 do Ministério da Saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde, idade entre 18 e 67 anos. Os candidatos devem pesar acima de 50 quilos, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter tido hepatite após os 11 anos de idade, e que não tenham doença de Chagas. Jovens com 16 e 17 anos, somente poderão se candidatar à doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização dos responsáveis com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site do Hemominas.

A idade máxima para a primeira doação de sangue é 60 anos. Os candidatos, que já tiverem doado pelo menos uma vez antes dos 60 anos, poderão doar até a idade de 67 anos.

Para mais informações sobre os critérios para doação de sangue acessar o site ou ligar para o 155. O hotsite www.projetonaveia.com.br promove interatividade e participação também na divulgação da doação e atrai principalmente os jovens. Acesse e conheça o Projeto na Veia.

Atalhos da conveniência - Artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S. Paulo


O que poderia ser uma boa oportunidade para colocar o Brasil na rota da solução dos graves problemas de infraestrutura do país foi substituído pelo atalho da conveniência.

A Câmara dos Deputados acaba de aprovar a flexibilização das licitações para o PAC -uma extensão do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), já em vigor para a Copa e a Olimpíada, consagrando um autêntico regime de exceção criado pelo governo federal para tocar, a seu modo, aquilo que lhe interessa.

Se as quase duas décadas de vigência da lei 8.666, que rege licitações, pode de fato demandar uma revisão mais detida e profunda por parte do Congresso, por que então não discutir um novo modelo, com amplo debate público?

De novo registram-se a concentração de poder e o intervencionismo que têm marcado o governo federal. Escolhe-se o caminho mais fácil e aparentemente mais curto, ignorando-se a questão central: o gigantismo e a ineficiência da administração. E mais: é estranhíssimo que matéria de tal relevância tramite pelo Legislativo embutida numa medida provisória totalmente distinta em conteúdo e finalidade. Para quê? Acredito que todos conhecem as respostas para este tipo de subterfúgio e casuísmo, rotina para matérias polêmicas ordenadas pelo governo.

O regime diferenciado para a Copa 2014 encontrava argumentos, entre seus defensores, no avanço do calendário inexorável do evento, embora o atraso se deva à própria incompetência gerencial do governo. Já a alteração para as obras do PAC não tem qualquer explicação razoável. Por que para as obras do PAC e não para todas as outras? Por que para as obras do governo federal e não para as de Estados e municípios?

A partir de agora, o pleito geral será etiquetar as obras de Estados e municípios como sendo PAC, para que possam fazer jus ao RDC, seja para ganhar agilidade, seja por muitas outras razões menos republicanas. Com isso, acaba o governo federal por ganhar também em propaganda, associando-se a obras nem sempre nascidas em sua esfera.

Como garantir a transparência necessária em uma obra incluída no privilegiado rol de facilidades do PAC?

Se o RDC já vinha sendo criticado por conferir menos transparência aos processos de licitação e diminuir exigências para a habilitação das empresas, entre outros aspectos, agora, com a extensão, acende-se o alerta vermelho: o uso político da novidade, imediato ou futuro, pode servir de fermento para a disseminação de malfeitos de toda ordem.

Acentua, além disso, a divisão que vem se estabelecendo no país entre os deveres de Estados e municípios, de um lado, e os direitos e privilégios exclusivos da União, de outro, criando dois Brasis no que um dia chamamos Federação.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Vamos Renovar. Vereadores saem em debandada e não votam fim do sigilo

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*** Qualquer cargo público conquistado através do voto popular deve ser honrado em toda sua plenitude, baseado no principio do respeito para com o próximo. A transparência de tudo que ocorre nos poderes devem ser comungado com toda população, senão onde ficam os princípios da democracia? - Marcelo Passos-

Um sentimento de perplexidade tomou conta de dezenas de cidadãos que acompanhavam a reunião ordinária de ontem na Câmara de Belo Horizonte. Depois de mais de três horas de discussão, os vereadores abandonaram em massa o plenário para que não fosse votada a proposta que extingue o voto secreto na Casa.


A debandada foi comandada pela vereadora Maria Lúcia Scarpelli (PCdoB). No início da sessão, todos os 41 registraram presença - fato raro no Legislativo municipal -, porém, o quórum caiu para 19 depois de a parlamentar comunista conclamar os colegas a boicotarem a votação. "Vocês não podem virar as costas aqui. Se façam respeitar", esbravejou Scarpelli.

O discurso da vereadora contrastou com os gritos de protesto dos manifestantes que estavam nas galerias cobrando agilidade na votação. "Palavrão não é democracia. Eu quero ser respeitada", justificou Scarpelli.

A Proposta de Emenda à Lei Orgânica (Pelo) 15 abre o voto nos dois casos em que é garantido o sigilo atualmente: cassação de mandatos e apreciação de vetos do Executivo. A proposta é uma das principais demandas da sociedade e uma estratégias do Legislativo para melhorar sua imagem. Contudo, após a sessão de ontem, fica a sensação de que a "agenda positiva" não passa de discurso. O próprio presidente da Casa, vereador Léo Burguês (PSDB), não registrou presença após o pedido de verificação de quórum que confirmou apenas 19 parlamentares em plenário. 

Mobilização. Com o clima tenso, os parlamentares reclamaram que os populares proferiam xingamentos e fizeram gestos obscenos. Os manifestantes negam. "Viramos as costas porque fizeram uma estratégia de protelar a votação do voto aberto. Fizeram a gente de palhaço", enfatizou Débora Vieira, do movimento Ocupe a Câmara.

Outros grupos também estiveram na Casa com faixas e cartazes para pressionar os vereadores pela aprovação da medida. Eles prometem voltar hoje, já que a proposta está novamente na pauta do plenário. "Não vamos desistir", afirmou o vereador Fábio Caldeira (PSB), líder da Frente Parlamentar Pelo Voto Aberto, em referência à sessão plenária de hoje. 

Antes do clima de hostilidade entre vereadores e manifestantes, não foram poucos os discursos favoráveis ao voto aberto. As palmas recebidas das galerias não incomodaram nem interromperam os parlamentares.





Minas Gerais +25

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Há cerca de 25 anos, surgia em Minas Gerais uma iniciativa que iria inspirar o Governo do Estado a revolucionar as políticas de desenvolvimento sustentável

Minas Gerais completa 25 anos de pioneirismo na preocupação com o desenvolvimento sustentável e, principalmente, com a destinação adequada e transformação do lixo produzido no estado. Nesta semana em que o mundo volta os olhos para o Brasil, na Rio +20, nós mineiros temos a chance de ampliar ainda mais as boas práticas que o estado tem apresentado.

Quando os catadores de lixo de Belo Horizonte se organizaram e formaram a Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável (ASMARE), no final da década de 1980 e início da década de 1990, o Brasil começou a conhecer a capacidade que a sociedade civil organizada possuía para se tornar protagonista e provocadora das políticas públicas para o desenvolvimento sustentável, quando este conceito ainda nem existia.

Desde então, a cidade se tornou campeã na reciclagem de papel; o Brasil passou a ocupar a liderança mundial na reciclagem de alumínio e já em meados da primeira década do século XXI, o Governo de Minas assumia o desenvolvimento sustentável como uma política pública de promoção da cidadania e de geração de renda, emprego e qualidade de vida para os mineiros.

Foi assim no Governo Aécio Neves, com o programa Minas sem Lixões, que em sete anos dobrou a população mineira atendida com sistemas adequados e regularizados de disposição final de resíduos sólidos urbanos.

Também sob a batuta de Aécio e sua equipe que Minas Gerais apresentou ao Brasil o primeiro complexo irradiador de informações, projetos, parcerias e cursos profissionalizantes voltados para a gestão integrada de resíduos do país: o Centro Mineiro de Referência em Resíduos.

Minas Gerais, então, transformava a gestão do lixo em política pública efetiva. O Governo Aécio Neves ficava marcado por ter criado a cadeia econômica dos resíduos sólidos, que passa pela educação, apoio ao associativismo, parceria com municípios e até pela qualificação de mão de obra e atração de investimentos e renda oriundos do processamento de resíduos.

Vem o Governo Anastasia e mantém as boas práticas de seu antecessor e dos guerreiros e desbravadores da ASMARE. Ele, então, leva a reciclagem do lixo e a “indústria verde” para o centro das políticas de atração de investimentos, emprego e renda para todo o estado.

E os frutos são colhidos todos os dias. Um exemplo está na cidade de Santa Vitória, no Triângulo Mineiro onde, graças às políticas públicas de incentivo à “indústria verde” implantadas pelo governo estadual, está instalada uma fábrica multinacional que produzirá, por meio de alta tecnologia, plástico sustentável a partir da cana-de-açúcar.

Outra iniciativa que mostra como Minas Gerais é inovadora na inclusão do desenvolvimento sustentável no centro de suas políticas públicas são as parcerias público-privadas (PPPs). No próximo mês, o governador Anastasia assinará o edital para uma PPP de R$ 2,5 bilhões que irá dar solução para 60% de todo o lixo sólido gerado no território mineiro.

Estes são apenas algumas das inúmeras boas práticas que tem feito de Minas Gerais uma revolução em questão de política pública para o desenvolvimento sustentável. Outras serão levadas pelo governo estadual à Rio +20.

E o mais importante ficará em Minas Gerais: a semente plantada por um grupo de catadores de papel de Belo Horizonte e que, ano a ano, tem dado frutos que ficarão para as futuras gerações de mineiros.
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Senador Aécio Neves vê na educação caminho para cidadania plena

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senador Aécio Neves, em artigo para a Folha, chamou a atenção para o fato  de hoje o sistema de educação ter um grande déficit de qualidade.

                           
Lembrando o escritor e educador mineiro Bartolomeu Campos de Queirós, falecido este ano, senador Aécio Neves afirma que se a escola é o lugar da transformação, e não somente o da informação.

“Não existe, sabemos, a menor possibilidade de uma nação figurar entre as grandes do mundo - e esta é uma justa e viável aspiração do povo brasileiro - se os bancos escolares não servirem de ponto de partida para o nascimento de cidadãos plenos, bem informados e academicamente preparados. Mas também cidadãos donos de suas próprias ideias e convicções, resultado de um esforço coletivo aluno-professor-instituição que vá muito além das demandas do mercado de trabalho”, diz o senador Aécio Neves . 
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Senador Aécio Neves cobra obras do Anel Rodoviário de BH


senador Aécio Neves cobrou agilidade do governo na autorização para que MG assuma as obras de melhoria do Anel Rodoviário de BH.
  
Depois de dois anos completamente parada por causa de irregularidades no processo de licitação realizado pelo governo federal, as obras do Anel dependem agora da presidente Dilma Rousseff assinar o convênio transferindo para o Estado a coordenação e a execução das obras. E o senador Aécio Neves (PSDB-MG) cobra do Governo Federal:

“Há dez anos a cobrança por melhorias no Anel Rodoviário de BH vem sendo feita pela população, infelizmente sem qualquer resposta até aqui. Vamos torcer, como mineiros, para que agora, o governo federal enfim tome as medidas necessárias e o governo de Minas, com a capacidade administrativa já comprovada em obras importantes para BH, como a execução da Linha Verde, possa enfim tornar realidade as melhorias neste corredor viário vital para a capital mineira”, disse o senador Aécio Neves.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Copa do Mundo: estado de Minas Gerais passeia em campo



Enquanto o Governo Dilma se arrasta em apenas 5% das obras concluídas, em MG, Mineirão será concluído antes do prazo e sem aumento de custo

Uma verdadeira aula de gestão eficiente. Este é o saldo do desempenho de Aécio Neves e Antonio Anastasia à frente do Governo de Minas em relação às obras visando a Copa do Mundo de 2014. Um contraponto escancarado em relação ao que o governo federal tem apresentado: obras atrasadas ou que nem saíram do papel; contingenciamento de recursos; irregularidades diversas e uma completa falta de compromisso com as obras que visam a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.

Nesta semana, a visita do senador Aécio Neves e do governador de MG, Anastasia, às obras do estádio Mineirão foi mais do que a marca simbólica de 200 dias restantes para a reabertura do estádio, agendada para o dia 21 de dezembro deste ano. Foi uma demonstração da força de uma gestão eficiente que vem fazendo de Minas Gerais um exemplo de compromisso com prazos, orçamentos e fiscalização em relação ao que é feito com recursos públicos.

Ao contrário de muitos investimentos referentes à Copa em outros estados brasileiros, o valor da obra do Mineirão (R$ 678 milhões) e a data de sua conclusão (21 de dezembro de 2012), em nenhum momento, foram alterados. Sorte? Não. Planejamento.

O Governo de Minas foi exemplar no projeto técnico da obra, detalhando ao máximo cada passo e responsabilidade. Esse trabalho de gestão pública fez com que o contrato nunca fosse alterado e nenhuma irregularidade fosse apontada durante estes mais de dois anos de obras.

Os gestores mineiros foram cuidadosos com os recursos públicos, mantêm uma fiscalização rigorosa e criaram mecanismos no próprio contrato que impedem paralisia da obra por necessidade de aditivos contratuais. Mais do que isso: colocaram multa de R$ 100 mil por cada dia que o consórcio atrasar a execução em relação ao que está previsto no projeto técnico.

O fato é que o Mineirão será concluído no final deste ano, conforme foi previsto em 2009 e com o mesmo valor projetado desde o início.

Corrigindo. A data foi sim alterada, mas para o bem. O acordo do Governo de Minas com a FIFA era entregar o estádio pronto no dia 31 de dezembro de 2012: irá antecipar em 10 dias!

E quando se sai do interior do Mineirão com seus 62% de obras já concluídas e se olha para o Brasil, a Lagoa da Pampulha, que o emoldura, se transformar em um oceano de distância. É quando se vê, a léguas no horizonte, o governo federal do PT com apenas 5% das obras concluídas no Brasil; das 31 obras previstas para aeroportos, apenas 18 estão em andamento; em mobilidade urbana, apenas 40% foram iniciadas.

Mesmo antes da bola começar a rolar no gramado do Mineirão, Aécio Neves, Anastasia e o PSDB, em se tratando de gestão eficiente, confirmam o favoritismo em campo.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Suspeitos de matar universitária no Bairro Cidade Nova são presos


A Polícia Civil prendeu os dois suspeitos de matar a universitária Bárbara Quaresma Andrade Neves, de 22 anos, no Bairro Cidade Nova, Região Nordeste de Belo Horizonte. Wagner Henrique Soares da Conceição, o Waguinho, e Tiago Henrique Fernandes dos Santos, conhecido como Terror, foram detidos domingo em Montes Claros, no Norte de Minas. 

Segundo o chefe da Divisão de Crimes Contra a Vida (DCcV), delegado Wagner Pinto, equipes da Delegacia de Homicídios foram para a cidade no fim de semana. Os dois suspeitos já estão sendo transferidos para a capital. O terceiro suspeito envolvido no assassinato foi identificado pela polícia, mas continua foragido. 

Por volta de 20h do dia 23 de maio, três homens que estavam em um Fiat Stilo prata abordaram a jovem em frente ao prédio em que mora o namorado dela na Rua Tabelião Ferreira de Carvalho. Um dos criminosos, armado, atirou na cabeça da estudante antes que ela saísse de seu Uno, placa HAN 8036. Bárbara ia sair do carro quando tirou o pé da embreagem e o Uno se movimentou, atingindo o veículo dos bandidos. Nesse momento, o homem que estava do lado dela atirou. 


A polícia abriu inquérito parar investigar a dinâmica do crime. Os investigadores ouviram a família da vítima, amigos e o namorado, Gustavo Fagundes Quaresma, que presenciou o crime. O delegado Rodrigo Bossi, responsável pelo caso, concluiu que a estudante de relações públicas foi vítima de latrocínio. Na tarde desta segunda-feira, a polícia vai dar mais detalhes sobre as investigações e prisão de Waguinho e Terror. 

Gestão - Artigo do senador Aécio Neves para Folha de S. Paulo




É inacreditável o 3º Balanço das Ações do Governo Brasileiro para a Copa, divulgado dias atrás. Os projetos concluídos até agora equivalem a apenas 1% dos investimentos programados. Nada menos que 41% das obras nem sequer começaram e 5%, apenas, foram concluídas. Comprova-se uma vez mais o alto custo que o país vem pagando por uma gestão pública de baixa qualidade.

Já que o problema do governo federal não é a ausência de recursos, haja visto os números excepcionais da arrecadação, é lamentável constatar que, na verdade, não consegue utilizá-los com eficiência.

E não consegue por razões diversas, que vão desde o aparelhamento político de funções estratégicas até a falta de planejamento e definições equivocadas de prioridades, como o trem-bala que o governo insiste em manter na agenda de possibilidades enquanto estradas e ferrovias permanecem em estado de calamidade.

Felizmente essa não é a única realidade do país. Recentemente, uma pesquisa mostrou que a modernização dos processos de gestão está encontrando terreno fértil na administração pública. Começa a haver mais espaço para metodologias e práticas inovadoras no campo do gerenciamento nos governos estaduais, nas prefeituras e até mesmo na esfera federal.

O estudo foi feito pela Macroplan com participantes de um congresso de gestão pública, especialistas no tema, portanto. Entre os entrevistados, 57% consideram que os líderes de suas instituições possuem elevada motivação para a profissionalização da gestão.

É, sem dúvida, uma boa notícia. Entre os Estados que mais avançaram em gestão pública, na opinião dos entrevistados, estão Minas Gerais (indicado por 71,4%), São Paulo (61%) e Paraná (33,8%). Na lista de desafios, a pesquisa aponta a capacidade de planejamento de longo prazo (44,2%) e a estruturação e execução de projetos (36,4%).

Uma parcela bem significativa (27%) defendeu a implantação da gestão do conhecimento. De fato, essa seria uma excelente conquista para o serviço público, que costuma jogar fora a experiência acumulada por equipes inteiras, quando ocorre uma troca de ministro ou de titular de órgão público. Conhecimento é patrimônio dos brasileiros e não dos governos. E o tempo é ativo importante para quem tem a responsabilidade de gerar resultados para a população. Não podemos ser reféns de eternos recomeços.

A falta de uma gestão eficiente custa caro ao país. Abre caminho para o improviso, o desperdício e a corrupção. Faz o Brasil perder tempo, recursos e oportunidades.
No caso da Copa, diante dos números divulgados, todos nós, que torcemos muito pelo sucesso do evento, começamos a torcer também para que o país não dê vexame na organização do Mundial.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Senador Aécio: debate sobre ausência de investimentos nos municípios



Senador Aécio Neves destacou que as cidades sofrem com a falta de recursos, principalmente, nas áreas de saúde e segurança pública. 

senador Aécio Neves convocou pré-candidatos a prefeito pelo PSDB em todo país a debater com a população a ausência de investimentos federais nos municípios brasileiros.

Em reunião com os pré-candidatos a prefeito que disputarão as eleições deste ano pelo PSDB nas 100 maiores cidades brasileiras, o senador Aécio disse que o governo federal concentra recursos e trabalha para o enfraquecimento dos municípios.
                   
“Estamos vivendo a mais perversa concentração de receitas tributárias nas mãos da União de toda a história republicana no Brasil. E esse é outro grande tema. O governo federal parece querer caminhar na lógica de concentrar cada vez mais recursos para poder determinar, a seu bel-prazer, em função do humor da presidente, quem será atendido, quando será e de que forma será atendido. A Federação no Brasil é uma palavra solta em uma folha de papel. Estamos caminhando para viver em um estado unitário no Brasil. Fazer com que estados e municípios readquiram capacidade de enfrentar suas dificuldades é o discurso que tem a cara do PSDB”. Finalizou o senador Aécio Neves.

Indústria da aviação: um case de sucesso do Governo Aécio Neves

Aeroporto Indústria, novas empresas, polo de mão de obra especializada, opção por produtos com valor agregado. Toda uma cadeia que surge graças à gestão eficiente de um governo estadual



Uma frase sempre marcou os discursos do senador Aécio Neves quando era governador de Minas: “o mundo vai se dividir entre os países que possuem o conhecimento e os que dependem dele”. E foi em cima deste pensamento que, desde os últimos anos, Minas Gerais vem transformando seu perfil industrial, deixando de exportar apenas “quantidade” e passando a vender “qualidade”.

Já se foi o tempo em que os mineiros se orgulhavam por serem apenas o maior produtor de minério, café e leite do Brasil. Hoje, já começa até a ser ameaçado nestas lideranças, como é caso da mineração, onde o Pará desponta no cenário nacional. E mesmo assim, não existe motivo para preocupação.

O então governador e hoje senador, Aécio Neves e sua equipe econômica apostaram no conhecimento, sendo o primeiro governante na história de Minas a cumprir a Constituição Mineira e aplicar 1% do orçamento do Estado em pesquisa científica; ampliou as parcerias com a iniciativa privada para multiplicar as vagas em cursos profissionalizantes, mas, principalmente, trabalhou para atrair indústrias modernas, produtoras de manufaturas de alto valor agregado.

E a aviação foi uma destas apostas, tanto em relação ao apoio às indústrias que aqui já estavam quanto no investimento em infraestrutura para que outras em Minas se instalassem.
A primeira vitória veio ainda quando o senador Aécio Neves era governador. A Gol Linhas Aéreas trouxe para Belo Horizonte a sua área de manutenção de aeronaves. E junto da Gol, outras empresas de tecnologia se instalaram nas proximidades do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.

Em Itajubá, no Sul de Minas, a Helibras, produtora de helicópteros, ampliou sua fábrica e fechou grandes negócios para venda de aeronaves de grande porte e para fins militares.

Já em Belo Horizonte, a Embraer abriu seu primeiro escritório de engenharia fora do Estado de São Paulo e, declaradamente, escolheu a capital mineira em função do interesse do Governo de Minas em apoiar a indústria da aviação. São 16 engenheiros altamente qualificados contratados para o escritório da empresa instalado no Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BHTec), o que deve se multiplicar quando a empresa se mudar para Lagoa Santa, o que já faz parte de seu plano de expansão em Minas Gerais.

Outra estratégia de apoio às empresas de base tecnológicas ligadas à aviação, lançada ainda à época do, hoje senador, Aécio Neves como governador de Minas foi a criação do Aeroporto Indústria, em Confins, com seus 46 mil metros quadrados.

A boa notícia veio ontem, quando a Infraero aprovou o estudo de viabilidade econômica do empreendimento. É o sinal verde para fechar com chave de ouro a estratégia de tornar o entorno do aeroporto internacional é um grande polo de tecnologia industrial.

Somados a estas conquistas, o Governo de Minas ainda vem trabalhando para incrementar outros três polos da cadeia da indústria da aviação no Estado: em Lagoa Santa, para formação de mão de obra; Zona da Mata, para transformar o aeroporto regional de Goianá em um polo logístico e no Triângulo Mineiro, onde uma empresa produtora de asas fixas se prepara para se instalar em Tupaciguara.

A criação da nova cadeia da indústria da aviação em Minas Gerais é um bom exemplo de uma gestão pública moderna, embasada no planejamento e na presença do estado na economia como deve ser: induzindo o desenvolvimento, com ganhos sociais e mudanças de paradigmas. E não apenas visando o crescimento puro e simples. 

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