terça-feira, 8 de maio de 2012

Municípios mineiros estão à frente em gestão




Estudo da Confederação Nacional dos Municípios, divulgado hoje, mostra que os municípios mineiros são os campeões em gestão entre 2009 e 2010. No ranking dos municípios melhor avaliados pelo Índice de Responsabilidade Fiscal, Social e de Gestão dos Municípios Brasileiros (IRFS), Minas Gerais é o primeiro estado colocado no quesito Gestão com 18 municípios entre os 30 melhor avaliados.
A razão disto foi o ótimo governo do, hoje senador, Aécio Neves, entre 2003 e 2009, que primou pela gestão eficiente no estado.

Minas também está bem classificada quando se trata de responsabilidade fiscal e social. No quesito social Minas tem 20 municípios entre os 100 melhor avaliados (2º lugar, atrás de São Paulo). No quesito fiscal, são seis municípios mineiros (3º lugar, atrás de Rio Grande do Sul e São Paulo). Entre os municípios citados na lista divulgada pela CNN estão Nazareno e Muzambinho, administrados pelo PSDB-MG.

O IRFS é formando por três subíndices – fiscal, gestão e social, que medem o desempenho em cada área. O índice fiscal, por exemplo, reflete a evolução dos indicadores relacionados à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), como nível de endividamento e gasto com pessoal, enquanto os demais buscam mostrar o cumprimento de outras responsabilidades da prefeitura que passam a economizar recursos de manutenção da máquina administrativa e aplicá-los em infraestrutura, saúde e educação, além de melhorar o atendimento à população.

Conheça o Estudo da CNM

Leia notícia do Estado de Minas - Cidades mineiras são as campeãs em gestão, aponta CNM

Minas tem a melhor avaliação em qualidade de gestão
Pesquisa realizada em abril, pela consultoria Macroplan, com profissionais da área de gestão e planejamento das esferas municipal, estadual e federal, mostra que Minas Gerais está bem avaliada no quesito gestão, muito em função da gestão eficiente de Aécio Neves. Minas foi aprovada por 71,4% dos entrevistados durante o ll Congresso Nacional de Gestão Pública, realizado em Brasília. Segundo especialistas, Minas está bem classificada pelos resultados obtidos com a profissionalização da gestão e o planejamento das ações governamentais.

Minas: a raiz sólida da boa gestão pública do senador Aécio Neves




Marca do governo do, hoje senador, Aécio Neves: Minas Gerais é o estado brasileiro com a maior qualidade de gestão pública do Brasil. 

Esta constatação foi o resultado de pesquisa feita junto a profissionais de gestão e planejamento de todo o país, divulgada neste mês. Ela comprovou o acerto dos mineiros em optarem por um modelo responsável, transparente e profissional de administração pública iniciado em 2003, com o ex-governador e senador Aécio Neves, e mantido até os dias de hoje pelo governo do Estado.
Para 71,4% dos entrevistados de todo o país, o modelo mineiro é o que trouxe maiores avanços na qualidade dos serviços prestados aos cidadãos e, consequentemente, foi responsável pelos avanços sociais com indicadores bem superiores à média do Brasil.
E para entender o porquê de um resultado tão incontestável como este, não se pode apenas se atear ao imediatismo. Até mesmo porque, no que se refere à gestão e planejamento, nenhum fato pode ser analisado isoladamente.

Em 2003, o então governador Aécio Neves apresentava ao país uma proposta inédita de governo baseado na excelência da gestão pública, no planejamento das ações e na otimização da aplicação dos recursos públicos: o choque de gestão.

De bate-pronto, a “oposição raivosa” atirou pedras, afirmando que aquele modelo iria estrangular ainda mais as carreiras dos servidores públicos; iria retirar investimentos nas áreas sociais e provocar uma redução da presença do estado junto ao cidadão.

Em menos de dois anos, o senador Aécio Neves e sua equipe, encabeçada pelo atual governador Antonio Anastasia, zerou um déficit orçamentário do Estado de Minas Gerais que chegou a bater a casa dos R$ 2,4 bilhões/ano; transferiu grande parte dos gastos com custeio – cargos de livre nomeação e desperdícios, principalmente – para investimentos reais em infraestrutura social, como escolas, hospitais, estradas, saneamento básico, ações preventivas de segurança, cursos profissionalizantes, entre outros; e criou uma política de valorização dos servidores, que hoje possuem planos de carreira bem definidos e ganhos salariais reais com prêmios e bônus por produtividade.

Toda a montanha de avanços numéricos e palpáveis veio a partir, basicamente, de uma palavra: gestão. É preciso entendê-la para ver o porquê de Minas Gerais apresentar sucessivos avanços sociais e econômicos acima da média nacional.

A compreensão sobre o tema foi se popularizando de tal forma que até a antes raivosa oposição ao governo do hoje senador Aécio Neves, admitiu que a prática da boa gestão pública criada pelo ex-governador em Minas Gerais era o caminho para o estado resolver efetivamente às demandas dos brasileiros.
Assim, não foram poucos os ministros de Estado ou secretários nacionais do Governo Lula que usavam as práticas de Minas Gerais como referência para o Brasil. Foi assim com a Secretaria Nacional de Segurança Pública, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a Secretaria do Tesouro Nacional, entre outros.
Até mesmo organismos internacionais de fomento, como o BID e o Banco Mundial, levaram a outros países o modelo de gestão pública do Governo de Minas como case de excelência.
                                             
Graças ao trabalho intenso, responsável e silencioso iniciado pelo senador Aécio Neves e mantido por Anastasia, a gestão pública se tornou pauta crucial em qualquer discussão sobre a Agenda Nacional.

Uma conquista que vai além dos números. O modelo mineiro, criado pelo senador Aécio Neves é a raiz sólida de uma conscientização nacional, tanto dos administradores públicos quanto da população em geral, sobre o fato da boa gestão pública ser pressuposto básico para a participação do estado em qualquer mudança de paradigma social.

Senador Aécio: PSDB vai propor agenda para país avançar mais



O senador Aécio Neves defende que o PSDB promova encontros regionais para discutir temas específicos, como o combate à violência, saúde etc.


A ideia é que o partido apresente à sociedade a estratégia que o país deve seguir nos diversos setores para se assegurar um desenvolvimento maior, que beneficie, sobretudo, a população mais carente.Na avaliação do senador Aécio Neves, o PT deixou de pensar o País, de propor reformas que, de fato, façam o Brasil avançar.

“O PSDB tem uma responsabilidade enorme de apresentar a nova agenda para o Brasil. Até porque o PT abdicou disso. A nova agenda que está sendo implementada no Brasil é a mesma agenda proposta por nós (do PSDB) lá atrás: estabilidade econômica, privatizações, Proer, Lei de Responsabilidade Fiscal, início dos programas de transferência de renda, mudanças macroeconômicas que hoje regulamentam a economia... Tudo isso foi construído por nós. 

O PT vem dando continuidade a isso. Eu pergunto: Onde estão as grandes reformas de que o Brasil tanto necessita?”, critica o senador Aécio Neves.

Horizontes da internet - Artigo do senador Aécio Neves para Folha de S. Paulo



O site Social Bakers nos informa que somos a segunda nação com mais usuários no Facebook, com mais de 46 milhões de perfis, atrás apenas dos EUA. Praticamente um em cada quatro brasileiros está na mídia social de maior expressão nos dias de hoje.

Quando ainda nem se usava amplamente a expressão “redes sociais”, o Brasil já dividia a liderança do Orkut com a Índia. Em vários momentos da última década, as pesquisas Ibope-Nielsen mostraram uma liderança persistente dos brasileiros em tempo médio de navegação, à frente de internautas dos EUA, do Reino Unido, do Japão, da França e da Alemanha, entre outros.

Um dos maiores fenômenos da breve história do YouTube teve um inusitado colorido verde-amarelo e ainda ecoa. Sem entrar no mérito dos que gostam e dos que não gostam do gênero, não há como ignorar o feito de Michel Teló, que bombou entre os videoclips mais vistos planeta afora. Polêmicas à parte, o fenômeno confirmou a existência de imensa e promissora janela de oportunidades para os brasileiros.

A grande vantagem aqui é que nada disso até agora dependeu do governo federal. Muito pelo contrário. Toda essa estimulante performance se dá a despeito de uma banda larga ruim e cara, que costuma nos empurrar para posições sofríveis nos rankings de qualidade tecnológica.

A velocidade com que se multiplicaram os celulares, resultado da correta privatização do sistema Telebrás, nos anos 90, está a exigir mais determinação na democratização e na melhoria dos serviços de banda larga.

Há um largo horizonte de crescimento pela frente. Com uma múltipla teia de conexões em todos os continentes, a internet pode ser uma plataforma importante para que empresas brasileiras se renovem e encontrem novos mercados para seus produtos.

Isso sem contar as muitas oportunidades na era da Copa e das Olimpíadas para a marca Brasil. O país do café, do Carnaval e do futebol pode abrir, assim, outras promissoras fronteiras de posicionamento internacional.

No campo interno, em que pese muitas vezes a ocorrência de um organizado enfrentamento político de baixíssimo nível, há inquestionáveis ganhos com a disseminação de informação e a construção de um ambiente favorável ao debate sobre as grandes causas e mazelas nacionais.

Tal como em outras partes do mundo, aos poucos a internet espontaneamente se movimenta para redescobrir o país real, dos enormes passivos sociais e da corrupção institucionalizada. Contra toda massiva propaganda oficial, agora basta apenas um click.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Salário mínimo deveria ser de R$ 2.329,35, diz Dieese



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O salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ter sido de R$ 2.329,35 em abril para suprir suas necessidades básicas, constata a Pesquisa Nacional da Cesta Básica, divulgada hoje pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Com base no maior valor apurado para a cesta no período, de R$ 277,27, em São Paulo, e levando em consideração o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para garantir as despesas familiares com alimentação, moradia, saúde, transportes, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência, o Dieese calculou que o mínimo deveria ter sido 3 74 vezes maior do que o piso vigente no Brasil, de R$ 622,00.

O valor estimado pelo Dieese em abril é maior do que o apurado para março, quando o mínimo necessário fora calculado em R$ 2.295,58 ou 3,69 vezes o mínimo atual. Há um ano, o salário mínimo necessário para suprir as necessidades dos brasileiros era de R$ 2.255,84, o equivalente a 4,14 vezes o mínimo em vigor naquele período, de R$ 545,00.

A instituição também informou que o tempo médio de trabalho necessário para que o brasileiro que ganha salário mínimo pudesse adquirir, em abril deste ano, o conjunto de bens essenciais aumentou, na comparação com o mês anterior, mas caiu significativamente em relação a igual período de 2011.

Na média das 17 cidades pesquisas pelo Dieese, o trabalhador que ganha salário mínimo necessitou cumprir uma jornada de 85 horas e 53 minutos, uma hora a mais do que o tempo exigido em março, que era de 84 horas e 53 minutos, a fim de realizar a mesma compra. Já em abril de 2011, a mesma compra necessitava de 94 horas e 41 minutos.

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Renovação no Legislativo da Capital

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Aproximamos de mais uma eleição em todo país, em especial nossa Belo Horizonte, um parlamentar, um governante se faz através do voto do cidadão, cumpridor de suas obrigações e pelo qual tem o direito de escolher aqueles que os representarão na condução da cidade e do bem estar de todos, um político deve ser completo, governar por quem os lhe confia o voto e também por quem não o faz, um legislador deve ser o representante de sua cidade para um presente e um futuro melhor para todos.

Durante essa legislatura muitos dos mandatários infelizmente não corresponderam a confiança, o cidadão deve esta atento as mazelas que assolam a política em todo país, as mazelas que refletem na saúde, educação, segurança, bem estar, que são direitos mais urgentes de todos, claro que existem outros problemas em vários setores sociais, se queremos uma nação de bem, se desejamos uma cidade para nós e nossos herdeiros, com qualidade devem se iniciar com a qualidade em todos esses setores sociais, em especial. A população aumentou, com eles os grandes problemas das metrópoles que são a realidade do nosso progresso, quem não deseja adquirir bens materiais, é o desejo de todo cidadão que cumpre sua jornada com honestidade. É fato que atualmente nossa economia enfrenta um ciclo virtuoso muito forte, realidade essa que os sobrinhos do Tio Sam, estão reconhecendo o nosso Brasil Guaranil como a esperança da salvação econômica naquele país, que até então eramos visto como invasores e mão de obra barata.

Belo Horizonte, ocupa um papel importante na economia nacional, realidade essa que nossa capital abrigara uma das embaixadas americanas. Mesmo sendo uma das mais importantes cidades do país, muitos de nossos vereadores não honram seu mandato e fazem do nossos impostos jogos de interesses, usurpam do direito popular para interesses particulares, não tenho o direito de individualizar as ações de cada parlamentar, mas aqui clamo a população para pesquisar no veículo de acesso a todos, a internet, o histórico de cada parlamentar e ver se merecem continuar.

Aproximamos de novas eleições municipais, e não há como ser indiferente aos problemas, nossas garantias passa pela política e confiando em pessoas gabaritadas, impar, com ficha idônea,onde podem honrar cada voto conquistado e até mesmo os não conquistado com olhar pela cidade, façam a avaliação e não deixem se levar por propagandas bem feitas de empresas de publicidade, onde vendem a ilusão e jamais a realidade.

Por isso renovamos a nossa Câmara Municipal de Belo Horizonte.

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Minas Gerais tem a melhor avaliação nacional na qualidade da gestão


  
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Minas Gerais foi citado por 71,4% dos pesquisados como destaque em profissionalização da gestão pública, graças às estratégias desenvolvidas pelo senador Aécio Neves e o governador Anastasia

O Estado de Minas Gerais foi apontado como o destaque em pesquisa realizada pela consultoria Macroplan, que avaliou a qualidade da gestão pública no país. De acordo com o levantamento, o Estado fez os maiores avanços em direção a uma gestão profissionalizada. Minas Gerais foi citado por 71,4% dos pesquisados como destaque em profissionalização da gestão pública, seguido por São Paulo (61%), Paraná (34%) e Pernambuco (29%).

Na avaliação da gestão dos governos estaduais, somente 15 dos 27 estados brasileiros foram citados e apenas sete obtiveram mais de 10% das citações. A pesquisa considerou os resultados obtidos no Executivo, Legislativo e Judiciário.

"Minas é um exemplo de boa gestão em nível nacional. É o estado que melhor exibe os resultados de um trabalho com planejamento de longo prazo na profissionalização da gestão", avalia Claudio Porto, presidente da consultoria Macroplan.

Modernização 
Esse reconhecimento é fruto de um longo trabalho iniciado em 2003, no início da gestão do então governador Aécio Neves. O Governo de Minas implementou, ao longo da última década, ciclos de reforma e modernização da gestão pública.

O Choque de Gestão, implantado em 2003, possibilitou o alcance do equilíbrio das contas públicas, o planejamento das ações em curto, médio e longo prazos e a retomada do potencial de investimentos. Em 2007 teve início a segunda geração do Choque de Gestão, com o Estado para Resultados, quando Minas consolidou o modelo de metas, com o acompanhamento de projetos nas secretarias e órgãos. Esses dois períodos constituíram êxitos do Governo, reconhecidos por organismos nacionais e internacionais.

Na terceira geração do Choque de Gestão, implementada no governo Antonio Anastasia, a busca por resultados transforma-se em Gestão para a Cidadania. Os cidadãos, antes considerados apenas destinatários das políticas públicas, passam a ocupar também a posição de protagonistas na definição das estratégias governamentais.

A secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, destaca o reconhecimento do Governo de Minas por sua capacidade de inovação e pioneirismo. "Somos reconhecidos hoje por nossa gestão pela inovação. Em seus discursos, o governador Antonio Anastasia sempre diz que precisamos ousar com responsabilidade. Por isso, temos que ser criativos e buscar formas alternativas para prestar os melhores serviços à sociedade", afirma.

Acordo de Resultados
Outra novidade na gestão pioneira implementada em Minas Gerais desde 2003 é o Acordo de Resultados, um instrumento de pactuação de metas que estabelece, por meio de indicadores, quais compromissos devem ser entregues pelos órgãos e entidades do Poder Executivo. Como incentivo ao cumprimento das metas, os servidores recebem o Prêmio por Produtividade. No pagamento do último prêmio, foram destinados cerca de R$ 507 milhões para quase 400 mil servidores ativos do Estado.

Qualidade da gestão
Claudio Porto destaca que um dos grandes gargalos para o desenvolvimento do país é a qualidade da gestão pública. "A boa gestão exige visão de longo prazo que seja capaz de orientar, de fato, as ações governamentais e induzir projetos privados. Apesar de inúmeros avanços, principalmente em governos estaduais, ainda não se conseguiu dar o passo decisivo e suficiente para conduzir o Brasil a um patamar mais elevado de gestão pública", analisa.

De acordo com 44,2% dos entrevistados o maior desafio de governos e instituições públicas é o aprimoramento da capacidade de planejamento de longo prazo, enquanto que para 36% dos entrevistados é saber estruturar e executar projetos. Metade dos respondentes avaliou Planejamento e Orçamento e Fazenda como áreas de maior avanço na gestão pública. As áreas de Transportes, Obras Públicas, Segurança Pública e Saúde foram as que fizeram menos avanços em direção a uma gestão pública profissionalizada.

A pesquisa foi realizada na primeira semana de abril, em Brasília, durante o II Congresso Nacional de Gestão Pública com profissionais da área de gestão e planejamento das esferas municipal, estadual e federal. Dos 80 entrevistados, 44% atuam na esfera municipal, 22% na esfera estadual, 12% no governo federal, 7% em Autarquias, Fundações ou Instituições Públicas, 5% no Poder Judiciário e 11% em empresas e organizações do terceiro setor com atuação direta junto aos governos. 

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Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...