terça-feira, 9 de outubro de 2012

Câmara de Belo Horizonte tem 53% de renovação

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Nesta última eleição municipal em nossa capital, mostrou que a população tem ficado mais atenta ao que diz respeito a escolha dos candidatos ao pleito público. 

Mais da metade da população da cidade condenou muitos vereadores "profissionais", ao insucesso as urnas, claro que algum vestígio de maus homens públicos permaneceram, mas o alerta esta dado aos novos vereadores, o eleitor esta atento. Por isso o interesse popular deve ser respeitado, honrado e as promessas cumpridas. 

Belo Horizonte esta atenta.

Marcelo Passos
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Lacerda ganha em todas as zonas eleitorais, incluindo redutos petistas

Socialista teve mais de 50% dos votos em 13 zonas eleitorais

O prefeito reeleito Marcio Lacerda (PSB) venceu as eleições em todas as 18 zonas eleitorais de Belo Horizonte, incluindo os tradicionais redutos petistas - Barreiro e Venda Nova.


Desse total de 18 zonas eleitorais, o socialista ganhou nas 13 regiões delimitadas pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), obtendo mais de 50% dos votos válidos. 

A votação mais acachapante do candidato da coligação BH Segue em Frente, que reuniu 19 partidos coligados, foi nas zonas 33ª e 34ª, que abrangem majoritariamente bairros da região Centro-Sul da cidade. 

Em um dos principais e tradicionais redutos do PT na capital, a região do Barreiro, dividida em duas zonas eleitorais, a 333ª e a 36ª, o eleitorado preferiu Lacerda. Na 333ª, o candidato socialista ganhou com 48,58% dos votos válidos, contra 46,19% obtidos por Patrus Ananias (PT). Na 36ª, esse percentual somou 52% para Lacerda, contra 42,23% alcançados por Patrus. 

Também em Venda Nova, outra tradicional trincheira dos petistas na capital, Lacerda cravou 51,67%, na 334ª, e 50,84%, na 38ª. Patrus ficou com 41,31%, na primeira, e 42,98%, respectivamente, nessas duas zonas eleitorais citadas. O maior índice obtido por Patrus foi na 333ª, na região do Barreiro.


Eleições e economia


Artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S.Paulo



As eleições realizadas ontem, em primeiro turno, e as últimas notícias sobre o desempenho da economia dominam, neste momento, o interesse dos brasileiros em razão das repercussões que têm sobre a vida nacional.

Pelo voto livre e soberano, o pleito reafirma a força da nossa democracia, expressa no encontro de milhares de candidatos e de milhões de eleitores nas urnas dos mais de 5.000 municípios brasileiros e no amplo debate sobre os problemas nacionais que incidem de forma aguda na realidade das nossas cidades: corrupção, gestão precária, saúde ruim, educação sem qualidade, o avanço da violência e os crescentes desafios na área da mobilidade urbana.

Na economia, relatório divulgado pela Cepal aponta que o Brasil crescerá apenas 1,6% neste ano. É o segundo pior resultado entre os 20 países analisados da América Latina e do Caribe, superior apenas ao do Paraguai e atrás de Panamá, Haiti, Peru, México, Costa Rica e Bolívia.

Referendado também por órgãos do próprio governo, como o Banco Central, o resultado desmente as previsões fantasiosas com as quais o governo tentou falsear a realidade.

O número da Cepal já havia sido antecipado por instituições financeiras internacionais e, à época, foi classificado como "piada" por nossas autoridades econômicas, que passaram o ano anunciando crescimento em patamar muito superior. Vê-se agora, de fato, com quem estava a realidade, neste lamentável espetáculo do PIB em queda livre.

Mesmo com tantas evidências, o governo insiste em debitar na conta de outros países a responsabilidade exclusiva sobre o problema, em vez de fazer o seu próprio dever de casa. Ao agir assim, cumpre agenda que atende outros interesses, sem se preocupar com os efeitos deletérios dessa estratégia, que condena o país a um crescimento medíocre, como nos dois últimos anos, e põe em risco a perspectiva brasileira como nação emergente.

Com o esgotamento das medidas emergenciais para tentar salvar o ano eleitoral -e a constatação de que não funcionou, como antes, o tripé oferta de crédito, queda das taxas de juros e benemerências fiscais a setores produtivos-, resta-nos voltar à cobrança das reformas ainda por fazer, único caminho para assegurar competitividade à economia e recolocar o país no rumo de um crescimento sustentado e duradouro.

Ao fim do ano eleitoral, o governo terá de se haver com os antigos desafios que se agravaram sem resposta: o peso dos impostos, o excesso de burocracia, juros ainda nas alturas, legislação trabalhista do século passado, inércia e incompetência para desatar o nó da infraestrutura, entre tantos outros que entravam o desenvolvimento nacional.

senador Aécio Neves escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Reinaldinho, 4º colocado do PSDB de BH


Aproximadamente por volta das 21h, encerrava-se a apuração dos votos em nossa capital, alguns vereadores já eleito, não tiveram exito nas urnas, fruto do desejo popular. Alguns novatos foram eleitos, com o compromisso para com seus eleitores e toda cidade.

Quero destacar aqui a eleição de Reinaldinho, durante toda sua campanha, a seriedade, a ombridade, a honestidade imperaram. Votos conquistados.

Creio que não precisaria esta comentando essa situação, afinal a prática da honestidade é obrigação de qualquer candidato e do ser humano. Conquistar votos é consequência e merecimento do trabalho que se desenvolve à frente da sociedade.

Não foi desta vez que a vitória nas urnas foi possível, mas venceu a liderança, a transparência do amigo, do companheiro e do humano, Reinaldinho, pelo trabalho que desenvolve a mais de 20 anos a frente da sociedade da nossa capital. 

O tempo é democrático, assim como o destino que Deus nos proporciona. Recomeçar e trazendo sempre as marcas das experiências e da transparência, para sermos melhores a cada instante. 

Com 4584 votos, Reinaldinho é o quarto colocado do PSDB de Belo Horizonte. 

Peço a Deus que continue abençoando a nossa nação e que um dia possamos ter homens públicos como Reinaldinho, defendendo com dignidade a nossa sociedade e fazendo de nossa cidade, de nosso estado e do nosso país, um lugar melhor de se viver a cada dia.

Marcelo Passos

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Márcio Lacerda vence em oito das nove regionais de BH


Eleito com 52,69% dos votos válidos, Marcio Lacerda foi quase uma unanimidade entre as nove regionais da Prefeitura de Belo Horizonte. Quase. Na região Nordeste, ele repetiu o desempenho de 2008 e não foi o preferido dos eleitores. Lá se concentram duas das grandes bandeiras do prefeito, que tem fama de administrar a cidade com pulso de empresário. Uma é o eixo do BRT na avenida Cristiano Machado, que vai alterar a mobilidade de boa parte das mais de 290 mil pessoas que vivem na região, sem falar nos que trabalham no Vetor Norte, onde fica a Cidade Administrativa. A outra é a construção da nova rodoviária, que se arrasta há anos, envolve desapropriações - sempre causa de impopularidade - e parcerias difíceis de costurar com a iniciativa privada.

As obras, porém, podem ter virado o jogo a favor de Lacerda em outros pontos da cidade. No Barreiro, em 2008, ele perdeu para o então candidato Leonardo Quintão. Com a construção do Hospital Metropolitano do Barreiro a todo vapor, a promessa de ampliação do metrô até lá e depois de R$ 165,8 milhões investidos na região, segundo declaração do prefeito durante a campanha, ele superou o segundo mais votado, Patrus Ananias, em mais de 7.500 votos. Empenho não faltou. Durante a campanha, Lacerda foi ao Barreiro em sete ocasiões diferentes. Pela frente, ele tem outro desafio: resolver os problemas recorrentes com enchentes no local.

Nas duas zonas eleitorais que prevalecem na região Centro-Sul de Belo Horizonte, a 33 e a 34, Lacerda já havia vencido em 2008, mas com percentuais abaixo dos 50%. Desta vez, ele ultrapassou os 60% de preferência do eleitorado da região mais rica da cidade.

Na Pampulha, onde a proximidade da Copa do Mundo esquenta o debate sobre a permissão para construção de prédios altos, Lacerda recebeu sinal verde: teve mais de 81 mil votos, contra pouco mais de 53 mil do petista Patrus Ananias, o segundo mais bem colocado.

O terceiro melhor desempenho de Lacerda, proporcionalmente, foi na região Oeste, que abriga um dos maiores canteiros de obras da administração atual - a avenida Teresa Cristina -, o grande corredor que é a avenida Amazonas e o Buritis, segundo bairro mais populoso da capital. Lá ele obteve 54,95% dos votos. Agora, além da segurança, terá que desfazer o nó da mobilidade urbana.

MARCIO LACERDA REELEITO COM 52,69%


Com 52,69% dos votos válidos e uma promessa de avançar na administração da cidade, Marcio Lacerda (PSB) foi reeleito ontem para comandar por mais quatro anos a Prefeitura de Belo Horizonte. O socialista derrotou o ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias (PT), que conquistou 40,8% dos votos dos belo-horizontinos. Em votos nominais, a diferença entre Lacerda e Patrus foi de 152.570 votos. Maria da Consolação (PSOL) teve 4,25% da preferência, Vanessa Portugal (PSTU) 1,55%, Alfredo Flister (PHS) 0,37%, Tadeu Martins (PPL) 0,29% e Pepê (PCO) 0,06%. Os eleitores que deixaram de votar na capital mineira representam 18,88% do total. Outros 5,29% votaram em branco e 9,15% anularam o voto.


Lacerda e o vice-prefeito eleito Délio Malheiros (PV) chegaram ao comitê da Avenida Raja Gabaglia pouco depois da totalização dos votos acompanhados do governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB) e do senador Aécio Neves (PSDB). O prefeito afirmou que retoma hoje o trabalho e o planejamento para cumprir suas mais de 500 ações prometidas no novo programa de governo. “São mais de 300 obras em andamento. É preciso concluir e avançar mais na educação, corrigir problemas na saúde. O transporte público está avançando, mas há muito trabalho a fazer”, disse.

O prefeito recebeu um telefonema de Patrus Ananias, que o cumprimentou pela vitória e prometeu uma oposição leal e construtiva. Lacerda criticou os petistas, que, segundo ele, não souberam se renovar em 20 anos, mas disse que espera manter uma relação cordial com o PT, que integrou seu primeiro mandato até julho. “O PT é um partido que tem várias tendências, vereadores preocupados com a situação de sua regional, seu bairro, e em fazer BH avançar. As diferenças ideológicas com o PT não são tão grandes assim”, avaliou.

Apesar da disputa acirrada e de a presidente Dilma Rousseff (PT) ter apoiado o adversário Patrus, Lacerda afirmou que a relação com o governo federal não será prejudicada. Segundo ele, 16 dos 19 partidos de sua base são também aliados da petista.

Palácio da Liberdade
Apontado como um possível nome para concorrer ao governo de Minas em 2014, o prefeito não garantiu que vá cumprir seus quatro anos de mandato. Repetindo Aécio Neves, Lacerda afirmou que o mineiro não costuma passar o carro na frente dos bois. “Sou prefeito de BH reeleito, tomo posse e tenho muito trabalho a fazer”, disse. O prefeito afirmou que a presença de Aécio e Anastasia foi muito importante na sua campanha e ressaltou que as decisões em relação aos rumos de 2014 não serão por projetos pessoais dele ou de Aécio. O senador também não acredita em retaliações do governo Dilma. “Tenho absoluta certeza que, honrando a maturidade da democracia brasileira, Belo Horizonte vai ter, assim como Minas, um tratamento republicando por parte da presidente”, disse.

Pouco depois de encerrada a votação, aliados e funcionários da campanha e da PBH se deslocaram para o comitê central, localizado na Avenida Raja Gabaglia. Um telão foi instalado no local para acompanhar a apuração – e a cada parcial que apontava a vitória do socialista em primeiro turno o grupo aplaudia e gritava palavras de ordem pró-Lacerda e contra o PT. No som revezavam o jingle do candidato e a canção Vou Festejar, cantada por Beth Carvalho. Lacerda e os aliados foram recebidos com fogos de artifício. Um caminhão foi estacionado na porta do comitê e serviu de palanque para os discursos. A pista da Avenida Raja Gabaglia, sentido Centro, foi interditada para as comemorações, regadas a nove barris de chopp e salgadinhos.

Previsão acertada
Pesquisa feita pelo Instituto MDA em parceria com o Estado de Minas às vésperas da eleição previu o resultado das urnas, dentro da margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento divulgado anteontem projetou a reeleição do prefeito em primeiro turno. Excluindo os votos brancos e nulos, Lacerda aparecia com 54,3% dos votos válidos, contra 39,6% de Patrus Ananias. De acordo com o resultado oficial, o prefeito teve 52,69% e o petista, 40,80%.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Márcio Lacerda 54% dos votos validos.

Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (4), a quinta pesquisa de intenção de voto sobre a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte neste ano.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

Em relação à pesquisa anterior, Marcio Lacerda se manteve com 45% das intenções de voto; Patrus Ananias foi de 32% para 34%.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada:
Marcio Lacerda (PSB) - 45% das intenções de voto
Patrus Ananias (PT) - 34%
Vanessa Portugal (PSTU) - 2%
Maria da Consolação (PSOL) - 2%
Alfredo Flister (PHS) - não atingiu 1%
Tadeu Martins (PPL) - não atingiu 1%
Pepê (PCO) - não atingiu 1%
Branco/nulo/nenhum - 9%
Indecisos - 7%
A pesquisa foi realizada entre os dias 2 e 3 de outubro. Foram entrevistadas 1.279 pessoas na cidade de Belo Horizonte. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG), sob o número 00994/2012.
Veja os números do Datafolha, considerando os votos válidos:
Marcio Lacerda (PSB) - 54% dos votos válidos
Patrus Ananias (PT) - 40%
Vanessa Portugal (PSTU) - 3%
Maria da Consolação (PSOL) - 2%
Pepê (PCO) - 1%
Alfredo Flister (PHS) - não pontuou
Tadeu Martins (PPL) - não pontuou

Para calcular esses votos, são excluídos os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declararam indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer o primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.
Pesquisas estimuladas anteriores
primeira pesquisa do Datafolha foi divulgada em 21 de julho e registrou os seguintes resultados: Marcio Lacerda com 44%; Patrus Ananias (27%); Vanessa Portugal (4%); Pepê (1%); Maria da Consolação (1%); Alfredo Flister e Tadeu Martins não pontuaram.
Na segunda pesquisa, divulgada em 29 de agosto, Marcio Lacerda apareceu com 46% das inteções de voto; Patrus Ananias (30%); Vanessa Portugal (3%); Maria da Consolação (1%); Pepê, Alfredo Flister e Tadeu Martins não pontuaram.

Na terceira pesquisa, divulgada em 12 de setembro, Marcio Lacerda apareceu com 49% das intenções de voto; Patrus Ananias (31%); Vanessa Portugal (2%); Maria da Consolação (1%); Tadeu Martins (1%); Alfredo Flister (1%) e Pepê não atingiu 1%.
Na quarta pesquisa, divulgada em 27 de setembro, Marcio Lacerda tinha 45% das intenções de voto; Patrus Ananias (32%), Vanessa Portugal (3%); Maria da Consolação e Alfredo Flister tinham 1% cada; e Tadeu Martins e Pepê não pontuaram.
Segundo turnoDatafolha  também simulou o segundo turno com os nomes dos dois primeiros colocados na pesquisa. Lacerda teria 48% e venceria a disputa contra Patrus, com 39% das intenções de voto.
RejeiçãoO Datafolha perguntou ainda em quem os entrevistados não votariam de jeito nenhum. Pepê foi o mais citado, com índice de rejeição de 31%. Tadeu Martins tem 25%; Vanessa Portugal, 24%; Alfredo Flister, 23%; Marcio Lacerda, 22%; Patrus Ananias, 21%; e Maria da Consolação, 20%.
Para ler mais notícias das eleições na cidade de Belo Horizonte, clique emhttp://g1.globo.com/mg/minas-gerais/cidade/belo-horizonte.html. Siga também por RSS.

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