terça-feira, 27 de novembro de 2012

Jovem sofre sete infartos após tomar pílula

LONDRES, REINO UNIDO. Uma inglesa sofreu sete infartos após um mês tomando pílulas anticoncepcionais, e felizmente foi atendida a tempo de sobreviver à situação de emergência. As informações são do jornal "Daily Mail".

Um efeito colateral conhecido da pílula anticoncepcional é a formação de coágulos, que aumentam o risco de trombose, mas também de outros problemas cardiovasculares, como a embolia pulmonar, o infarto e o Acidente Vascular Cerebral (AVC). A mulher que fuma enquanto toma a pílula, por exemplo, aumenta o risco de sofrer doenças desse tipo.

Alyce Clark é uma jovem atlética e não fuma, mas sofreu as consequências da coagulação exagerada do sangue que a pílula provoca. Seu grande susto veio quando ela tinha 19 anos e tomava o anticoncepcional havia apenas um mês.

Alyce estava em casa, se recuperando de uma contusão nas costas sofrida em um acidente de equitação. Ela subiu as escadas para falar com sua mãe, mas ficou tonta de repente e acabou desmaiando - e caiu pela escada abaixo.

No hospital, os médicos precisaram fazer o procedimento de ressuscitação sete vezes e chegaram a sugerir aos pais que se despedissem da filha. Depois de várias doses de anticoagulantes, dois dias na terapia intensiva e mais cuidados médicos, ela se recuperou e não voltou a apresentar os problemas.

A jovem hoje tem 22 anos e só agora veio a certeza de que o fator determinante para a sua condição realmente foi a pílula. A resposta veio de exames minuciosos feitos nos laboratórios da University College de Londres.

Idosa de 95 anos é carinhosamente adotada por vizinhos

Com 95 anos, moradora do Bairro São Marcos é solteira, sem filhos ou sobrinhos, mas nunca está sozinha. São os amigos que ajudam nas tarefas de casa e lhe dão carinho

Solidão é palavra que nunca existiu na vida de Maria de Lourdes Pereira de Jesus – ainda mais agora, na plenitude dos 95 anos. Mesmo solteira, sem filhos e sobrinhos ou alguém próximo que carregue o seu sobrenome, ela vive com a casa cheia, tem sempre alguém para fazer as compras, ajudar na limpeza doméstica, dar o remédio na hora certa, pagar as contas no banco ou simplesmente bater um papo. Moradora do Bairro São Marcos, na Região Nordeste, a aposentada, nascida numa fazenda em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, e que chegou à capital aos “vinte e poucos anos”, levanta as mãos para o céu e abre o sorriso ao se referir aos vizinhos: “Eles são minha família. Nas minhas orações, peço a Deus por todos, que nunca lhes falte o pão de cada dia”, afirma, rodeada de afeto e consideração. E, claro, de muitas histórias. Com grande lucidez e bom humor, dona Maria, como é conhecida, é também testemunha de outros tempos de Belo Horizonte: “Era uma cidade sem ônibus, com jipes, bondes e tranquilidade”.

Na sala da casa modesta, mas bem arrumada e com quadros e imagens de santos, principalmente de São José, já que ela nasceu no dia do santo, em 19 de março, dona Maria mostra que é vaidosa. Na manhã de sábado, estava de unhas feitas, num tom lilás, cabelos bem penteados e vestido colorido. Pela pontinha da barra da saia deu para ver que usava anágua arrematada com renda bege claro. “Amo a vida e vou passar dos 100 anos. Não há segredo para chegar a tanto, só quero mesmo é saúde”, afirma, de mãos dadas com os gêmeos Luiz Carlos, técnico de enfermagem, e Carlos Alberto Alves da Silva, estudante, de 27, que moram em frente. Apoiada na bengala, conta que gostaria de subir e descer a ladeira de sua rua, como fazia antes, sem medo de cair.

De uma família de 13 irmãos, todos falecidos, dona Maria não voltou mais à terra natal, pois sente muitas saudades dos pais, Ana e Joaquim. “Eles morreram quando eu era jovem. Sofri tanto que ia ao cemitério, em Teófilo Otoni, todos os dias, para acender velas. O que vou fazer lá sem eles?”, pergunta com um sentimento tão profundo que a voz se cala para dar espaço às lágrimas. Mas o carinho dos gêmeos fala mais alto e ela se recompõe, lembrando-se da infância. “Papai era lavrador, adorava tocar viola, trabalhava na fazenda do meu padrinho, Nascimento Neiva. Vivíamos na roça, tomando banho de rio, colhendo frutas no pé e verduras na horta, brincando sem perigo.”

Os anos se passaram e vieram tempos mais difíceis. Com a perda dos pais, a menina Maria de Lourdes foi trabalhar em casa de família, até que chegou a Belo Horizonte, no fim da década de 1930, acompanhando a conterrânea Alda Figueiredo, mulher de dono de farmácia. Famosa no passado pelo clima favorável a quem tinha problemas pulmonares e respiratórios, a capital foi indicada ao casal, na tentativa de ajudar a curar os sérios problemas de asma de Alda. “Moramos na Rua Padre Marinho, no Bairro Santa Efigênia, por 10 anos. Depois que dona Alda morreu, fui morar na casa das cunhadas dela, no Bairro Padre Eustáquio. Eu olhava as crianças, cozinhava, fazia de tudo. Hoje não tenho mais notícias deles. Os filhos dessas mulheres viajaram para o Rio de Janeiro e São Paulo.”

JANELAS ABERTAS


Impressionante ver que dona Maria tem memória prodigiosa, recorda-se de nomes inteiros e datas. “Tem tanto para a gente lembrar…”, afirma, sem saudosismo. É de meados do século passado que vêm as lembranças mais fortes de BH. “Hoje, a cidade está estranha, com muitos carros. A violência tomou conta. Antes não havia ladrão desse jeito. As pessoas podiam pôr as cadeiras nas calçadas para conversar, e, nas noites de calor, as janelas dos quartos ficavam abertas. Falta respeito.”

Trabalhar sim, rezar mais ainda. Namorar, não. O certo mesmo é que não apareceu nenhum pretendente para a moça do interior já bem adaptada à capital. “Nunca namorei, nunca beijei. Beijo, só mesmo do papai”, conta dona Maria, que, brincando, conta que é 100% virgem. “Casar não me fez a menor falta. Sempre fui feliz e ainda tenho uma família grande. Marido para quê?”, pergunta.

Ao lado, a professora Maria de Lourdes Dias Moreira Batista, a Lourdinha, residente do outro lado da rua, conta que conhece dona Maria desde garotinha. “Meu marido, Wilton, nossos filhos, Danilo, de 21, e Danielly, de 20, e eu colocamos até uma janela estratégica para ficarmos de olho e atentos. Se acontecer alguma coisa, temos que agir rapidinho, pois ela mora sozinha. Wilton troca lâmpadas, conserta o chuveiro, dá um jeito em tudo”, diz a xará, que se reveza com outras vizinhas nas refeições e demais atividades. “Só mesmo quando dona Maria está mais cansada é que trazemos comida. Geralmente, ela gosta de cozinhar.” Luiz Carlos lembra que, por ser técnico de enfermagem, já aplicou injeção na amiga, enquanto Carlos Alberto está sempre alerta no período de chuvas. “Ela tem pavor a relâmpagos e tempestade de granizo. Acho que é o único medo de dona Maria”, diz o estudante, lembrando que a idosa é querida, pois faz o bem. “Há muitos velhos abandonados, maltratados, sem ninguém. Temos prazer em estar ao lado dela.”

A porta da casa está sempre aberta aos amigos, o telefone fica ao lado da cama para as emergências. “A gente faz o que pode, pois é uma pessoa ótima, de bom coração, que se preocupa com as famílias e com nossos filhos. Sempre ajudou todo mundo aqui da rua e vizinhança. Ela merece nosso carinho”, diz a dona de casa Sílvia Maria da Silva, mãe de Cirineu Fabrício e Diego, encarregada de dar os remédios, atualmente reduzidos aos de pressão, colesterol e cálcio. A declaração de Sílvia tem o aval das amigas Mariana Gomes Barros, natural de Itambacuri, Jaci Rosa Rodrigues, que a visita sempre com os bisnetos Samuel, de 5, e Sara, de 3, do casal José Maria Alves da Silva (que considera um “anjo da guarda”) e Gláucia Grigório, presentes com as filhas Lavínia e Larissa, e Gleice Maria de Castro. “De vez em quando ela puxa até nossa orelha se bobearmos na educação dos filhos e netos”, confessa Jaci Rosa.

Religiosa e festeira

“Quem planta colhe”, resume Maria de Lourdes Ferreira, de 82 anos. Essa outra xará tem uma característica: foi escolhida para ser madrinha de crisma de dona Maria. Quando entra pela porta, a afilhada diz imediatamente “‘bença’, madrinha”. Nesse momento, a senhora de 95 anos e sete meses conta que foi registrada já bem adulta, depois que o batistério foi localizado pelo ex-patrão Geraldo Pereira, na Igreja do Bom Jesus, em Teófilo Otoni.

Pelo visto, são muitas as Maria de Lourdes em volta da mulher, nascida em 1917, que recebe aposentadoria por invalidez (problema de coluna) e tem usufruto da casa, deixada por seus antigos patrões Geraldo Pereira e Irene. “Neste bairro havia um sítio deles. Eles me deixaram viver aqui nesta casinha até o fim dos meus dias”, lembra dona Maria, que morou com os patrões por alguns anos em Morro Vermelho, em Caeté, na Grande BH, lugar do qual tem as melhores lembranças.

A casa da Rua Calvário, no São Marcos, tem quintal com árvores frutíferas, folhagens e uma mesa sob uma coberta que lembra um altar. “Trata-se de uma pessoa católica, de fé imensa em Deus, em Nossa Senhora Aparecida e em São José, que vai à missa na Igreja de São Benedito, na Paróquia de São Marcos, e às festas afro”, conta Lurdinha. A referência a São José é a deixa para os gêmeos falarem que o aniversário é supercomemorado. “Eu bebo até um pouquinho de vinho”, confessa dona Maria, marcando a dose na metade do dedo indicador. “Considero todo mundo filho e neto”, orgulha-se, com ares de matriarca.

E os planos para o futuro? Sem titubear, dona Maria avisa que deseja ter forças. “Viver é bom. Viver é bom, até o dia que Deus quiser. A melhor hora do dia é quando acordo e abro os olhos. Por isso, não gosto muito do quarto, prefiro a cozinha.” Mas sonhos sempre existem e a idosa revela o seu: “Quero muito conhecer o nosso arcebispo dom Walmor. Ele é bonito. Seria uma honra recebê-lo em minha casa.” A admiração é tanta que dona Maria mantém um quadro com o retrato do arcebispo na sala e faz questão de posar, junto com Luiz Carlos e Carlos Alberto, sob a foto do chefe da Cúria.

Falta de fiscalização permite que motoristas privatizem vagas de rotativo em BH

Ter uma vaga de estacionamento privativa na rua e bem em frente ao local de trabalho pode parecer um sonho para quem circula quarteirões inteiros procurando um lugar onde parar o carro. Mas para pessoas como o comerciante Evaldo, de 45 anos, a vaga na Rua dos Goitacazes está garantida. Basta chegar cedo. Morador de Venda Nova, ele segue todos os dias para o Centro de Belo Horizonte e deixa o veículo na porta da loja. Lá, o automóvel fica o dia inteiro, sem talão de rotativo, apesar de a área ter limite de permanência de uma hora. “Nem me incomodo. A coisa é simples: faz dois anos que a fiscalização não multa. Antes, eu ficava com um talão de estacionamento no bolso (para usar em caso de os fiscais chegarem). Hoje, nem com isso me incomodo”, debocha.

Fiscalização ineficaz ou inexistente, abuso de flanelinhas, falta de civilidade e aumento da frota contribuem para uma realidade que o belo-horizontino já sentiu: a oferta de vagas na cidade caiu drasticamente. Segundo cálculos baseados em dados da BHTrans, desde 2008 pelo menos 6.385 vagas desapareceram só dentro do sistema de rotativo, o que equivale a 8% da oferta.

A BHTrans demarcou 20.906 vagas no rotativo. Cobrando R$ 2,90 por talão para garantir o revezamento de carros por uma, duas ou cinco horas, dependendo do local, a receita gerada foi de R$ 17,4 milhões no ano passado. Neste ano, já arrecadou 98% desse valor, chegando a R$ 17,1 milhões. Em um cenário de revezamento ideal, o sistema deveria possibilitar o estacionamento de 91.537 carros, ou média de 4,3 veículos por vaga, considerando a rotatividade. No entanto, segundo a BHTrans, o índice atual chega a 3,6 veículos por vaga, ou 76.636 automóveis estacionado por dia.

Como se trata de média, a conta leva em consideração a superlotação de áreas da Região Centro-Sul e a subutilização em algumas áreas de Venda Nova. Para ter uma exata noção da dificuldade pela qual passam belo-horizontinos que precisam estacionar e não encontram vagas, a equipe do Estado de Minas registrou a frequência de veículos nos estacionamentos de nove ruas da Região Centro-Sul, sendo seis delas na Savassi e Funcionários e três no Hipercentro. Nesses locais a falta de espaço disponível é dramática. Das 1.147 possibilidades de estacionamento abertas nas vagas ao longo desses dias, considerado o sistema de rotatividade, houve revezamento de apenas 623 automóveis. Uma taxa de 45,7% de ocupação irregular, ou seja, de veículos que ficaram parados além do tempo máximo e não deram oportunidade a outros motoristas de usar a vaga. Gente que, como o comerciante Evaldo, que deixa o carro o dia inteiro no rotativo sem ser incomodado pela fiscalização.

A pior situação foi verificada no Hipercentro, entre as ruas dos Goitacazes, dos Tupis e Goiás. Nesses trechos, 509 vagas possíveis ao longo do dia dentro do sistema de rotatividade comportaram apenas 237 automóveis – ocupação irregular de 53,5%. Na Savassi e no Funcionários, os quarteirões acompanhados pelo EM das ruas Professor Morais, Sergipe, Fernandes Tourinho, Tomé de Souza e Avenida Getúlio Vargas têm capacidade de receber 638 carros no período, mas registraram apenas 386, o que significa que 39,5% dos usuários ultrapassaram o tempo máximo de permanência no rotativo.

FILAS DUPLAS E GARAGEM BLOQUEADA

O resultado disso vai além do grande incômodo de parar o carro e do alto custo dos estacionamentos particulares: o reflexo pode ser observado no trânsito. “A infração ao rotativo é alta e por isso quem deveria ter uma oportunidade de estacionar começa a rodar pelos quarteirões, em baixa velocidade. A repercussão é direta em cada quarteirão e se espalha pela cidade, reduzindo a velocidade das vias”, avalia o engenheiro civil e especialista em transporte e trânsito Silvestre de Andrade Puty Filho.

Exemplos disso estão a cada esquina, onde filas duplas, bloqueios de garagens e paradas em locais proibidos se tornam cada vez mais frequentes. Cansada de dar voltas no quarteirão para buscar sua filha na Rua Sergipe, na Savassi, a professora Solange Bassalo, de 48 anos, se espremeu num espaço que sobrava da esquina e ligou o pisca-alerta. “Não tem vaga. Está a cada dia pior aqui na Savassi. A gente não quer atrapalhar o trânsito, mas não consegue nem parar um instante para buscar uma pessoa. Está tudo ocupado”, disse.

Apesar de a situação denunciar o colapso do sistema rotativo, a BHTrans considera o serviço bom. “A média do rotativo, de 3,6 carros por vaga, é boa. As oscilações diárias em horários de pico é que dão uma impressão de que falta lugar para estacionar”, avalia o gerente de Estacionamento Rotativo, Sérgio Rocha. A empresa informa que estuda ampliar neste ano o sistema para bairros como o Gutierrez, na Região Oeste da capital.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Felipão apalavrado

Andrés Sanchez deixará cargo na CBF e diz que Felipão já está 'apalavrado'



A saída do técnico Mano Menezes foi o estopim para o diretor de seleções da CBF, Andrés Sanchez, preparar a sua saída da entidade. O dirigente confirmou nesta segunda-feira que irá se reunir com o presidente José Maria Marin para discutir a sua demissão nos próximos dias.

O principal motivo para esta atitude seria o seu isolamento na cúpula nacional. Em entrevista concedida ao programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, nesse domingo, Andrés afirmou que Felipão já está apalavrado para comandar a Seleção.

"O Felipão já está apalavrado. Jornalistas de respeito afirmaram isso no domingo e eu acredito neles", bradou o dirigente. "Esse é um dos motivos", completou. Mesmo com a contratação de Luiz Felipe Scolari cogitada no time canarinho, Andrés reiterou que a CBF ainda não definiu o substituto de Mano Menezez. O diretor também reforçou o seu posicionamento e disse que a sua demissão só será confirmada depois de um encontro com José Maria Marin.

"Eu ainda não pedi demissão e nem fui demitido. Mas é questão de tempo para isso acontecer", disse. "Eles querem colocar pessoas da confiança deles e o presidente está no seu direito de optar pelo que acha melhor para o futebol brasileiro. Eu estava satisfeito como diretor de seleções, mas os últimos acontecimentos fizeram com que eu dissesse tudo que pensava na coletiva de sexta-feira."

Responsável por informar ao técnico Mano Menezes de sua demissão, Andrés Sanchez convocou coletiva de imprensa na sede da Federação Paulista de Futebol, na última sexta-feira, e admitiu que foi "voto vencido" na saída do treinador. O dirigente se reuniu com o presidente José Maria Marin e o vice da CBF, Marco Polo Del Nero, e não conseguiu defender a permanência do comandante à frente da equipe nacional.

"Não tem como estar mais abalado do que isso. A demissão de um treinador às vésperas de uma Copa do Mundo deixa o ambiente muito ruim. A Fifa está aí e isso tudo fica muito ruim. Vamos ter o sorteio da Copa das Confederações com a cadeira de treinador vazia", criticou.

Andrés Sanchez assumiu oficialmente o cargo de diretor de seleções da CBF em janeiro deste ano, sob as bençãos do então presidente Ricardo Teixeira. Com a renúncia do mandatário, o dirigente perdeu espaço dentro da entidade e conviveu com as incertezas do substituto Marin sobre a permanência de Mano Menezes. Com a demissão do treinador consumada na última sexta-feira, o diretor caiu em desgraça e agora convive com o fato de Raí, ex-jogador do São Paulo, ser especulado para assumir a sua função.

Vice-presidente da CBF é detido e 32 são presos em operação da Polícia Federal

Ninguém perde por ser honesto.
                          Marcelo Passos

O presidente da Federação Paulista de Futebol, Marco Polo Del Nero, prestou depoimento à Polícia Federal nesta segunda-feira e foi liberado pouco depois. A informação foi confirmada em nota publicada pelo site da entidade e posteriormente pelo próprio dirigente.
Oficiais da PF compareceram à casa de Marco Polo, que é também vice-presidente da CBF, por volta das 6 horas desta segunda. Foram apreendidos o notebook e o iPod do dirigente, além de documentos. "Estou absolutamente tranquilo", afirmou o presidente da FPF, em entrevista por telefone. "Eu prestei todos os esclarecimentos necessários e fui liberado", completou Del Nero, que ficou cerca de 30 minutos na sede da PF antes de ser liberado.

Del Nero reforçou o teor da nota publicada no site da FPF, negando que o fato seja "relacionado à sua atividade na entidade e de seu escritório de advocacia". "É um assunto particular. Posso garantir que não tem relação com o futebol nem com meu escritório", afirmou Del Nero, que é advogado criminalista.

Apesar de o presidente não dar mais detalhes sobre o caso porque o teor do depoimento "segue em sigilo de justiça", Del Nero foi um dos envolvidos na operação Durkheim, que serviu para desarticular duas organizações criminosas, uma especializada na venda de informações sigilosas e outra voltada à prática de crimes contra o sistema financeiro.

A PF informou que prendeu 33 investigados e cumpriu 87 mandados de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Goiás, Pará, Pernambuco e Rio. Também houve prisões e buscas no Distrito Federal.

Secretaria Municipal de Saúde oferece teste rápido para HIV/Aids na rodoviária de BH

De 26 a 30 de novembro, de 8h às 17h, os interessados podem se dirigir ao segundo andar do terminal no Centro da capital para fazer o exame

Publicação: 26/11/2012 12:49 Atualização: 26/11/2012 13:22
A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) decidiu ampliar os eventos que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado no dia 1º de dezembro. De 26 a 30 de novembro, de 8h às 17h, a Coordenação de DST/Aids da SMSA estará no segundo andar da Rodoviária de Belo Horizonte (Praça Rio Branco, 100, Centro) oferecendo teste rápido para HIV/Aids com aconselhamento pré e pós-teste, com encaminhamento para a rede SUS-BH, quando necessário. Além disso, quem passar pelo local irá receber preservativos e informativos.

Além da Rodoviária, o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e a Unidade de Referência Secundária (URS) Centro-Sul vão intensificar a oferta de teste rápido para HIV/Aids na suas unidades. A ação acontece durante toda a semana, de 8h às 17h. No dia 1º de dezembro, a Coordenação de DST/Aids também estará, de 9h às 12h, na Praça Rio Branco, distribuindo preservativos, informativos e camisas.

Atualmente, em Belo Horizonte existem 8.087 pessoas em tratamento antirretroviral (residentes e não residentes). No ano passado, foram constatados 523 novos casos de Aids. Este ano, até o momento, foram confirmados 365 novos casos.

Teste

Durante todo o ano, a população tem acesso ao teste rápido para HIV, Sífilis, Hepatites B e C no Centro de Testagem e Aconselhamento, no Bairro Sagrada Família, e na URS Centro-Sul, no Bairro Funcionários. A demanda é espontânea. Os 147 centros de saúde oferecem testes para HIV, Sífilis, Hepatites B e C, com resultado entregue em 20 dias. 

País deve ter o pior crescimento desde governo Collor


Certamente esta notícia pega muitos criticos de prato cheio, o Governo Federal não conseguiu elevar a economia e sendo o último colocado em comparação a América Latina, não simpatizo com o atual governo e sua comandante, mas nem por isso vou estourar champagne em relação a esta crise, os motivos que levaram a esta pífia situação são muitos. Como brasileiro sinto novamente os nossos direitos fundamentais na educação, saúde, segurança, emprego, entre uma enorme gama, muito longe do ideial. O que adianta uma popularidade alta se a nossa situação esta entregue ao escasso.
Marcelo Passos



A presidente Dilma Rousseff deverá encerrar os dois primeiros anos de seu mandato com a segunda pior média de crescimento da história recente do Brasil, só perdendo para o período Collor. No biênio 2011-2012, o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) do País deverá ser da ordem de 2,1%, considerando uma expansão de 1,52% prevista para este ano pela mediana do mercado financeiro na pesquisa do Boletim Focus, do Banco Central (BC).

Nos dois primeiros anos do primeiro e do segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, essa média foi de, respectivamente, 3,4% e 5,6%, e nos de Fernando Henrique Cardoso, de 3,2% e 2,3%. Já no de Fernando Collor de Mello, ficou em 0,25%.


Economistas alertam para o risco de 2013 piorar o prognóstico para o governo, caso não mude o foco da política de crescimento - hoje baseada no aumento do consumo - passando a incentivar mais o investimento e melhorar a produtividade.


Na sexta-feira (30), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar os números do PIB referentes ao terceiro trimestre. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prevê crescimento de 1,2% na comparação com o segundo trimestre.


Lanterna


Em dois anos do governo de Dilma Rousseff, o crescimento da economia brasileira deverá ser o menor entre os principais países emergentes do mundo, incluindo a América Latina.


Levantamento do economista Alcides Leite, professor da Trevisan Escola de Negócios, feito com base em projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI), indica que a economia brasileira deverá crescer no acumulado de 2011 e 2012 próximo a um terço dos países emergentes: 4,2%, ante 11,8%.


No grupo dos Brics, o crescimento brasileiro deverá ser a metade do registrado pela economia russa, um terço do indiano, e menos de um quarto do chinês. “Vamos crescer menos que a África do Sul país que apresenta um nível de desemprego da ordem de 25%”, diz Leite.


Na comparação entre o Brasil e as principais nações latino-americanas exportadoras de commodities, o País também fica para trás. Comparado à Argentina, país exportador de commodities agrícolas e sócio do Mercosul, e ao Chile e Peru, países exportadores de commodities minerais, o crescimento brasileiro ficará próximo de um terço.

Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...