quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Governador de Minas Gerais recebe prêmio como líder em eficiência na administração pública

Anastasia foi escolhido pela capacidade de inovação e planejamento e recebeu honraria do Grupo de Líderes Empresariais (LIDE).

Antonio Anastasia recebeu o prêmio nesta segunda-feira (10), em São Paulo.

O governador Antonio Anastasia recebeu, na noite dessa segunda-feira (10), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo (SP), o prêmio de Líder em Eficiência na Administração Pública 2012, uma das 23 categorias do 2º Prêmio Líderes do Brasil.

Promovida pelo Grupo de Líderes Empresarias (LIDE), a premiação tem como objetivo projetar empresas e líderes em reconhecimento aos esforços empreendidos para posicionar o Brasil em patamar de liderança mundial.

Parabéns BH: BH faz 115 anos e enfrenta desafio da mobilidade urbana

São 2,3 milhões de habitantes. A Avenida do Contorno é agora uma das muitas vias sufocadas pelo trânsito intenso. A estrutura urbana ultrapassou, e muito, o limite do projeto de Aarão Reis e a cidade se confunde com seus arredores. Como na inauguração há 115 anos, Belo Horizonte está em constante construção. As vias feitas para melhorar o acesso dos trabalhadores passam por obras que parecem intermináveis, para abraçar 1,3 milhão de veículos que por elas circulam.

A comemoração do aniversário chega com o desafio: como conter a multiplicação dos carros nas ruas. E o prefeito Marcio Lacerda, que se prepara para novo mandato, concorda: “A mobilidade é um problema não só das grandes cidades, mas das médias e pequenas. Dobramos o número de veículos em Belo Horizonte em 10 anos, aproximadamente de 700 mil para 1,5 milhão, com um pequeno acréscimo na estrutura viária de transporte de massa”.

A aposta por enquanto está no BRT (bus rapid transit). A Avenida Antônio Carlos, construída lá nos anos 1940 para levar a classe mais opulenta da cidade ao complexo de recreação criado na Pampulha por JK e desenhado por Oscar Niemeyer, é reformada para a passagem do novo transporte de massa. O BRT rodará também na Pedro I, Pedro II e Região Central, vias com projetos em andamento.

A prefeitura prevê a passagem do novo veículo também pela Avenida Amazonas e inicia, em 2013, o projeto de implantação. Mas o modelo recebe crítica antes mesmo de chegar. “Cidades do mundo que pensam no futuro investem em bicicletas e carros elétricos. O BRT já é ultrapassado”, diz a professora e historiadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Regina Helena Alves da Silva. Ela avalia que a capital nasceu com uma promessa de futuro, apostando no desenvolvimento, e isso ficou perdido em sua história.

De acordo com Lacerda, cerca de 50% da população usa o transporte de massa e a meta é passar para 70% em 2030. O que, nos cálculos da prefeitura, significa 1,5 milhão de passageiros por dia viajando de ônibus, metrô e BRT. O 115º aniversário da cidade deve ser marcado também pela abertura de mais corredores de tráfego. Desta vez, como no passado, não para simplesmente permitir o acesso mais fácil de pessoas a outras regiões, mas para desafogar as principais avenidas. Assim, serão concebidas as vias 710 e 210. A primeira cortará as regiões Leste e Nordeste, passando pelas avenidas dos Andradas e Cristiano Machado. A segunda ligará as avenidas Tereza Cristina, na Região Oeste, e a Via do Minério, no Barreiro.

E mais...

Outras intervenções ainda estão por vir. Junto com o governo do estado, o plano é investir R$ 3 bilhões no metrô e no transporte público da região metropolitana, como construção de terminais em sete municípios e um corredor de ônibus no Complexo da Lagoinha. O novo ano chegará com a esperança de que velhas promessas sejam concretizadas. Uma delas é a construção da nova rodoviária na tentativa de desafogar o Centro. Outra é a melhoria do Anel Rodoviário. Para o Vetor Sul, estudos estão sendo feitos para a implantação de um sistema de transporte de massa, mas a prioridade, segundo Lacerda, é que o metrô chegue à Savassi e ainda ao Belvedere.

E para onde a metrópole vai crescer? No Vetor Sul, o Belvedere já se encontra com Nova Lima e os condomínios da cidade da Grande BH atraem cada vez mais moradores, que decidiram fugir do barulho e do trânsito caótico da capital. Do outro lado, no Vetor Norte, a Região do Isidoro ainda não saiu do papel. Um projeto de urbanização, que mantém 45% do terreno permeável, foi feito na tentativa de impedir que a área verde de 10 quilômetros quadrados, maior que o perímetro da Contorno (8,9 quilômetros quadrados), continue sendo ocupada por moradias irregulares. O Isidoro é uma das últimas áreas não parceladas da capital e faz divisa com o município de Santa Luzia.

A data do aniversário, bem no fim do ano, serve ainda para renovar expectativas. E talvez a principal seja a tão esperada projeção no cenário internacional a ser conquistada com as competições internacionais de futebol. Em 2013, chega a primeira, a Copa das Confederações, e o Mineirão, estádio inaugurado em 1965, está quase pronto para abrigá-la. No ano seguinte, a Copa do Mundo, evento que vem fazendo, há alguns anos, a cidade mudar a cara. E que venham os visitantes. Belo Horizonte têm 115 anos de história para contar.


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

PSDB diz que para baixar conta de luz, Dilma devia seguir os exemplos dos governos de SP, MG e PR


O PSDB reagiu rápido a estratégia do Palácio do Planalto de jogar para cima da oposição um eventual recuo na sua promessa de reduzir em média 20% a conta de luz dos brasileiros.
A medida foi anunciada em plena campanha eleitoral, na tradicional cadeia nacional de rádio e TV que o presidente da República de plantão costuma convocar na véspera da comemoração da independência do pais, embora o benefício só fosse ser implementado em janeiro.
A presidente Dilma Rousseff esqueceu-se, na ocasião, de explicar que a medida estaria a adesão das empresas estaduais de energia de arcar com a maior parte desta conta, sem que o governo federal abrisse de quase nada da sua gorda fatia de impostos federais que pesam hoje sobre a conta de luz de todos os brasileiros, não só de alguns.
A iniciativa de Dilma foi encarada pelo mercado como uma repetição do filme da Petrobrás, que perdeu para a Ambev na semana passada o posto de maior empresa da América Latina, por conta das inúmeras intervenções políticas em sua gestão.
Numa clara demonstração de que as críticas feitas hoje à MP 579 não tem nenhum viés partidário ou oposicionista, basta lembrar o que o ex-presidente da Eletrobras no governo Lula, Luiz Pinguelli, Rosa disse na semana passada: o governo corre o risco de não garantir a economia anunciada para os consumidores, comprometer o fornecimento de energia do país e ainda gerar desemprego.
O fato é que os brasileiros merecem sim uma conta de luz menor. Mas é fato que o setor de energia precisa também de mais investimentos. Haja visto os sucessivos apagões que o Brasil tem enfrentado nos últimos meses.
Em Brasília mesmo, eles têm sido quase que diários. Cada dia em um bairro ou área diferente, trazendo transtornos para o trânsito, comércio e até mesmo para o setor público federal.
O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra, divulgou nota oficial cobrando que a presidente Dilma honre a promessa às vésperas do primeiro turno das eleições municipais, caso contrário “será acusada de estelionato eleitoral”.
Guerra destacou que para tanto, bastaria que que o governo seguisse o exemplo das administrações tucanas de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Lá, a conta de luz, especialmente dos mais pobres, já é mais barata.
Em São Paulo e Minas, graças a isenção de ICMS garantida àqueles que consonem até 90kW/hora.
No Paraná, 200 mil famílias com renda per capita inferior a um salário mínimo, que moram em casas de até 50 metros quadrados e consomem até 100 kw/mês, estão isentas da conta de luz. Isso quer dizer que a conta de luz dessas famílias é paga pelo Estado.
“Uma situação que não se repete em estados sob o comando do PT, como o Rio Grande do Sul’, alfineta ainda Guerra.
E conclui: “Neste instante, o que está em discussão não é a redução das tarifas de energia, com a qual nós concordamos integralmente, mas a demagogia do governo.Afogado em notórias dificuldades, o PT recorre ao falso argumento de que é o único que defende os pobres. Os ‘defensores dos mais pobres’ estão a caminho da cadeia, punidos pela Justiça. Não somos cúmplices daqueles que levaram a Petrobras à delicada situação em que se encontra, nem tampouco dos que levaram a Eletrobras a perder, em poucos dias, quase 50% de seu valor de mercado. O PT está em busca de um discurso populista, sem a menor responsabilidade democrática”.

Aécio Neves, Choque de Gestão e nada de “pibinho”

Mesmo uma década após sua implantação, o Choque de Gestão de Aécio Neves mantém Minas Gerais crescendo mais que o Brasil.

No dia em que o Choque de Gestão de Aécio Neves e Antonio Anastasia deveria ser o assunto de um primeiro encontro com 10 prefeitos de capitais e grandes cidades brasileiras, em Belo Horizonte, os resultados da economia de Minas Gerais roubaram a cena. A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck apresentou, nesta segunda-feira (11/12), um balanço preliminar mostrando que o estado acumula, no ano, um crescimento muito superior ao do Brasil.

Fruto da continuidade da política pública – O Choque de Gestão de Aécio Neves continua como modelo de seu sucessor, Antonio Anastasia -, o desempenho da economia mineira tem se destacado do quadro nacional, tanto em relação ao seu crescimento do PIB, aumento da produção industrial e atração de novos investimentos privados.

Enquanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tenta de todas as formas explicar o resultado pífio do PIB brasileiro deste ano – a expectativa é que feche em torno de 1%, Minas Gerais atingiu 2,1% de variação positiva de seu PIB, no acumulado do ano (janeiro a setembro), segundo a secretária Dorothea Werneck. No mesmo período, o Brasil ficou apenas em 0,7%.

Em outubro, Minas Gerais já havia surpreendido, quando o IBGE anunciou os dados da produção industrial. O estado cresceu 2,8% de setembro para outubro, enquanto o Brasil não passou de 0,9%.

Ainda segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico, em 2012, o Governo de Minas assinou 158 protocolos de intenções de investimentos, somando R$ 17,4 bilhões, com a criação de aproximadamente 66.000 empregos. Já neste ponto, outra marca importante vinda dos tempos da implantação do Choque de Gestão de Aécio Neves: um trabalho intenso do Estado para diversificar os setores da indústria em Minas e fazer com que todas as regiões fossem contempladas com investimentos, principalmente as mais pobres.

Perto de completar uma década e no momento em que entra definitivamente na Agenda Nacional, a economia mineira também ratifica a eficiente do Choque de Gestão de Aécio Neves.

E agora companheiro? Marcos Valério diz que esquema pagou despesas de Lula

Conteúdo inédito sobre depoimento do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza à Procuradoria-Geral da República, ocorrido em setembro deste ano, veio à tona nesta terça-feira. Durante o depoimento, Valério teria afirmado que o esquema do mensalão ajudou a bancar “despesas pessoais” de Luiz Inácio Lula da Silva. Em meio a uma série de acusações, o empresário também disse que o ex-presidente deu “ok”, em reunião dentro do Palácio do Planalto, para os empréstimos bancários que viriam a irrigar os pagamentos de deputados da base aliada.

No início de novembro deste ano, em uma outra reportagem, dessa vez publicada pela revista Veja, o empresário Marcos Valério disse que teria sido procurado por integrantes do PT, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para negociar com pessoas supostamente envolvidas no assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002.

Nesta terça-feira, com novos detalhes do depoimento à Procuradoria-Geral da República, a Agência Estado afirma que Valério ainda afirmou que Lula atuou a fim de obter dinheiro da Portugal Telecom para o PT. O empresário teria dito também que seus advogados são pagos pelo partido. Também deu detalhes de uma suposta ameaça de morte que teria recebido de Paulo Okamotto, ex-integrante do governo que hoje dirige o instituto do ex-presidente, além de ter relatado a montagem de uma suposta “blindagem” de petistas contra denúncias de corrupção em Santo André na gestão Celso Daniel. Por fim, acusou outros políticos de terem sido beneficiados pelo chamado valerioduto, entre eles o senador Humberto Costa (PT-PE).

A reportagem de o Estado de S. Paulo  garante que  teve acesso à íntegra do depoimento, assinado pelo advogado do empresário, o criminalista Marcelo Leonardo, pela subprocuradora da República Cláudia Sampaio e pela procuradora da República Raquel Branquinho.

Valério disse ter passado dinheiro para Lula arcar com “gastos pessoais” bem no início de 2003, quando o petista já havia assumido a Presidência. Os recursos foram depositados, segundo o empresário, na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy, uma espécie de “faz-tudo” de Lula.

O operador do mensalão afirmou ter havido dois repasses, mas só especificou um deles, de aproximadamente R$ 100 mil. Segundo o depoimento de Valério, o dinheiro tinha Lula como destinatário. Não há detalhes sobre quais seriam os “gastos pessoais” do ex-presidente.

Ainda segundo o depoimento de setembro, Lula deu o “ok” para que as empresas de Valério pegassem empréstimos com os bancos BMG e Rural. Segundo concluiu o Supremo, as operações foram fraudulentas e o dinheiro, usado para comprar apoio político no Congresso no primeiro mandato do petista na Presidência.

Portugal Telecom

Em outro episódio avaliado pelo STF, Lula foi novamente colocado como protagonista por Valério. Segundo o empresário, o ex-presidente negociou com Miguel Horta, então presidente da Portugal Telecom, o repasse de recursos para o PT. Segundo Valério, Lula e o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, reuniram-se com Miguel Horta no Planalto e combinaram que uma fornecedora da Portugal Telecom em Macau, na China, transferiria R$ 7 milhões para o PT. O dinheiro, conforme Valério, entrou pelas contas de publicitários que prestaram serviços para campanhas petistas.

Procuradoria-Geral da República

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, avisou por meio de sua assessoria de imprensa que não fará nenhum comentário sobre a revelação de depoimento de Marcos Valério à Procuradoria-Geral de República e que só falará sobre o assunto depois da conclusão do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal. 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Senador Aécio Neves alerta para ações eleitoreiras fora de hora


O senador Aécio Neves se mostra preocupado com a forma distorcida com a qual o governo trata a questão do marco regulatório da energia

Em sua coluna desta segunda-feira (10/12) no jornal Folha S. Paulo, o senador Aécio Neves alerta para a forma distorcida com a qual o governo federal vem tratando a questão do marco regulatório da energia. Ele lembra o passo-a-passo da transformação, em seis meses, de uma promessa eleitoral – baixar em 20% o custo da energia elétrica no Brasil – em uma decisão unilaterial – medida provisória – questionada por especialistas do setor, que alertam para a possibilidade de colapso do sistema nacional.

Mesmo sendo o alvo de tentativas coordenadas de manipulação da opinião pública, a principal voz em prol de uma discussão ampla e plural sobre a redução dos custos da energia continua vindo do senador Aécio Neves.

Choque de Gestão: Prefeitos querem seguir modelo de Aécio Neves

Prefeitos eleitos de grandes cidades chegam a MG para conhecer modelo criado por Aécio Neves que se tornou exemplo internacional

O Choque de Gestão implantado por Aécio Neves e Antonio Anastasia em Minas Gerais deixa de ser um exemplo teórico a ser seguido e começa a se transformar em modelo de política pública capaz de ser aplicado em qualquer parte do Brasil. É o que pensam os prefeitos recém-eleitos de 10 capitais e grandes cidades brasileiras que chegam a Belo Horizonte, nesta segunda-feira (10/12), para conhecer de perto o modelo que revolucionou econômica e socialmente Minas Gerais na última década.

São cidades das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, que juntas representam uma população de aproximadamente 10 milhões de pessoas (Manaus, Belém, Teresina, Maceió, Salvador, Campinas, Itaguaí, Blumenau, Pelotas e Viamão). Uma mostra de como a gestão pública entrou definitivamente na Agenda Nacional, assim como Aécio Neves – com o Choque de Gestão - vislumbrava ao assumiu o Governo de Minas, em 2003.

Em cada uma das cidades, o problema enfrentado pela administração municipal é distinto, mas todos eles possuem pontos em comum que os fazem aptos a investir numa administração voltada para a profissionalização da gestão pública.

E são os números de Minas Gerais na última década quem comprovam isso: no saneamento, dobrou sua rede de coleta de esgoto; na Educação, os alunos mineiros se mantêm na liderança de índices nacionais de avaliação como o Ideb e até mesmo nas Olimpíadas de Matemática; na Saúde, a taxa de mortalidade infantil vem caindo progressivamente e em ritmo constante desde 2003, fruto de programas de apoio à Atenção Primária – aumento de 48,4% para 76% na cobertura populacional pelo Saúde da Família – e a descentralização do atendimento, por meio do aporte de recursos do Tesouro do Estado em hospitais regionais que atendem pelo SUS.

Todos esses avanços sociais atrelados a uma economia que se fortaleceu e se diversificou. Nos últimos anos, Minas Gerais bateu recordes de atração de investimentos privados e gerou mais emprego que a média nacional.

A política vem dando mostras de que uma concepção de administração pública começa a criar raízes no país. Daí merece aplausos a iniciativa de novos prefeitos que, mesmo antes de assumirem a cadeira de dirigente máximo de suas cidades, procuram se qualificar ao lado de bons exemplos, como o Choque de Gestão de Aécio Neves.

Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...