sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Cadela salva bebê colocada dentro de tambor com água

Após a fuga dos suspeitos, animal indicou para a mãe onde a menina estava

A cadela Kesha se tornou a heroína da família após ajudar sua dona a encontrar a filha de 1 ano, que havia sido colocada em um tambor com água durante um assalto no bairro Tijucal, em Cuiabá. Segundo informações do G1, assaltantes armados tomaram a criança das mãos da mãe na noite da última terça-feira.

Os autores estariam irritados com o choro do bebê e tentaram afogar a criança. A cadela Kesha foi quem indicou à mãe o local em que a criança estava. Os assaltantes fugiram sem roubar nada e, até nesta quinta, nenhum havia sido identificado. A criança foi socorrida e passa bem.

A mãe conta que por volta das 20h, quando chegava da igreja com o bebê no carrinho, havia dois homens na porta da residência. Os suspeitos armados a renderam e a colocaram em um quarto. “A minha filha começou a chorar e, quando eu fui pegá-la, um dos assaltantes a arrancou de mim e a levou para fora do quarto, enquanto o outro me trancou”, lembra.

Os homens fugiram, pois não encontraram nada de valor. Assim, a mãe saiu do quarto em busca da filha e só a encontrou pois a cadela, que vive há cerca de cinco anos com a família e é muito apegada à criança, indicou o local.

“Ela corria para o tambor e começava a arranhá-lo e voltava a latir para ela”, contou o avô da menina.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Centro administrativo da Prefeitura de Belo Horizonte já tem pré-projeto


Cerca de 20 terrenos na região serão desapropriados para receber o Executivo municipal A Prefeitura de Belo Horizonte escolheu a região da Lagoinha para acolher o centro administrativo da capital. Para tirar a proposta do papel, o Executivo já demarcou a área selecionada. Um decreto de junho deste ano desapropria aproximadamente 20 terrenos no bairro para a implantação do equipamento público, que vai abrigar todas as secretarias, autarquias e empresas públicas do município.O prefeito Marcio Lacerda (PSB) confirmou, com exclusividade para O TEMPO, a existência de um pré-projeto, que, segundo ele, vai dar origem a um “monumento”. A licitação para a obra deverá ficar pronta até outubro.

Lacerda afirmou ainda que o complexo poderá gerar uma economia anual de R$ 30 milhões aos cofres do Executivo com aluguéis de imóveis.

De acordo com o decreto, publicado no “Diário Oficial do Município” (DOM) no dia 28 de junho, cerca de 20 áreas localizadas nas proximidades das ruas Além Paraíba e Bonfim, próximas às avenidas Pedro II e Antônio Carlos serão desapropriadas. O governo ainda está autorizado a alegar em juízo a urgência da desapropriação. A área aproximada é de 14 mil metros quadrados.

“O que nós fizemos foi decretar a desapropriação de 20 imóveis exatamente para a gente cercar (a área), para evitar uma especulação. É uma forma de a gente dar um primeiro passo para desapropriar toda a área necessária”, afirmou Lacerda.

O prefeito disse, ainda, que está sendo preparado o Procedimento de Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada (PMI). “Nós vamos lançar a chamada PMI, convidando o setor privado a apresentar propostas e estudos de viabilidade para a gente fazer uma licitação”, afirmou. O chefe do Executivo espera que até outubro já esteja com os “dados básicos” para iniciar o procedimento.

Segundo Lacerda, a prefeitura gasta, anualmente, cerca de R$ 40 milhões em aluguéis por ano. Como, segundo ele, 80% das secretarias serão deslocadas para o centro, a economia gerada será de aproximadamente R$ 30 milhões.

De acordo com Lacerda, o complexo será um “monumento” e terá “movimento”, podendo ser observado até da avenida Afonso Pena.


Escolha da região é estratégica
A escolha da região da Lagoinha para abrigar o complexo administrativo não é por acaso. Além de ser de fácil acesso à população, por estar localizada na área central da cidade, a prefeitura da capital também é proprietária de alguns imóveis no bairro, o que evita algumas desapropriações. Os prédios eram de responsabilidade da extinta Beneficência da Prefeitura de Belo Horizonte (Beprem).

A economia de R$ 30 milhões com a construção do centro também é atrativa. Atualmente, as pastas estão espalhadas em várias áreas da cidade. O Executivo aluga dois imóveis, por exemplo, na avenida Afonso Pena, no centro, ao custo de quase R$ 11 milhões anuais. Outro, em Santa Efigênia, custa R$ 2,2 milhões por ano.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

PBH assume oficialmente que restrição ao tráfego está nos planos


BHTrans sustenta que medidas não serão adotadas a curto prazo, mas, para especialistas, cedo ou tarde elas virão.

O rodízio de veículos e o pedágio urbano entraram oficialmente para a lista de medidas que podem ser adotadas em Belo Horizonte para controlar o trânsito. Os dois instrumentos integram o Plano Diretor de Mobilidade Urbana (PlanMob), publicado ontem no Diário Oficial do Município (DOM). Pela primeira vez, a cidade cria marco legal para implantar as duas estratégias, previstas na Política Nacional de Mobilidade Urbana. O PlanMob também prevê a criação de estacionamentos em estações de metrô e a elaboração de estudos sobre o transporte de cargas, vagas rotativas e segurança no trânsito.

Apesar de incorporar o pedágio urbano e o rodízio à legislação, a BHTrans sustenta que não pretende implantar as medidas a curto prazo. Mas especialistas afirmam que, com a situação crítica do trânsito de BH – que viu sua frota dobrar em 10 anos, passando de 795,6 mil veículos, em julho de 2004, para 1,56 milhão, em julho deste ano – mais cedo ou mais tarde será inevitável a restrição ou controle à circulação de veículos em determinadas áreas da capital. E agora o mecanismo legal para isso já está à mão.O texto do Decreto 15.317, que institui o PlanMob, aponta que o município poderá adotar “a restrição e controle de acesso e circulação, permanente ou temporário, de veículos motorizados em locais e horários predeterminados”. Em outro tópico, o documento autoriza a “aplicação de tributos sobre os modos e serviços de transporte urbano pela utilização da infraestrutura urbana, visando a desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade”. A arrecadação, segundo o texto, seria destinada exclusivamente à infraestrutura para o transporte público e não motorizado, além de financiamento de subsídio à tarifa de transporte coletivo.

O diretor de Planjeamento da BHTrans, Célio Freitas, explica que o Decreto 15.317 faz uma atualização do plano municipal a partir das diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, que já preveem pedágio e rodízio. “Passamos a ter a possibilidade de adotar esses instrumentos, com a criação do marco legal. Porém, atualmente não temos nenhuma ação nesse sentido. Quando formos rever o plano, daqui a quatro anos, pode ser que a cidade entenda que a implantação é importante”, afirma.

Essas discussões se darão dentro do Observatório da Mobilidade Urbana de Belo Horizonte (ObsMob-BH). Criado pelo PlanMob para discutir as políticas de trânsito da cidade, o fórum contará com a participação de representantes do poder público, sociedade civil e universidades, entre outros. 

PEDÁGIO
Entre especialistas da área não há dúvida sobre a necessidade de implantação de medidas de controle do tráfego de veículos. “BH caminha para o pedágio urbano. Com o crescimento da frota, a tendência é não ter espaço físico para circular e estacionar”, afirma o professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Ronaldo Guimarães Gouvêa, que acredita na adoção da medida em prazo de, no máximo, 10 anos. O professor é contrário ao rodízio. “Com o crescimento da frota, o rodízio se torna cada vez menos eficiente. Na Cidade do México, foi necessário reduzir os intervalos e proibir a circulação de placas pares em um dia e ímpares em outro”, afirma.

O consultor em transporte e trânsito Paulo Rogério Monteiro, especialista pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), também defende o pedágio urbano. “O rodízio acaba estimulando quem pode a comprar outro carro. Já o pedágio reverte a receita para o sistema de transporte público. Essa limitação pode ocorrer com cancelas, como em Cingapura, ou por um aparato de sensores e câmeras, como em Londres”, ressalta, lembrando que, para o sistema ser adotado em BH, é necessário um estudo aprofundado.

Além da possibilidade de adotar o rodízio e o pedágio, o PlanMob prevê, entre outras medidas, a implantação de estacionamentos em locais estratégicos da cidade. Eles permitiriam que motoristas deixassem seus carros para continuar o deslocamento usando o transporte público. “Já estamos prevendo estacionamento em nossas estações de metrô”, diz Freitas.

O plano também indica a necessidade de que pedestres, transporte público e veículos não motorizados tenham prioridade nos deslocamentos. Além disso, prevê que a BHTrans conclua em 18 meses estudos sobre regras de estacionamento, transporte de cargas e segurança no trânsito, além de uma proposta de política para empreedimentos que gerem grande impacto no trânsito.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Após passar por enfarte, Ivo Holanda volta a gravar pegadinhas

Depois de passar por um susto, Ivo Holanda, 78, está recuperado e já voltou a gravar as pegadinhas para o "Programa Silvio Santos".

Recentemente, o ator sofreu um enfarte e teve que colocar dois stents - molas que liberam a circulação do sangue - no coração.

Em entrevista ao jornal "Extra", o humorista explicou que está melhor e que deverá se cuidar mais durante as gravações.

"Agora tenho que apanhar menos. Ninguém é imortal. Paguei caro por sacanear as pessoas esses anos todos", brincou.

Ivo Holanda também garantiu que irá pegar mais leve com as pessoas que participarem das pegadinhas, atração que faz sucesso no SBT desde a década de 1980.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

A partir de 2014, processo para tirar carteira de habilitação terá simulador


Fonte: www.itatiaia.com.br

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) vai adotar novas medidas no processo para tirar carteira de habilitação, a partir do ano que vem. Uma novidade será a obrigatoriedade de cinco aulas em simuladores. A coordenadora geral de qualificação do fator humano no trânsito do Denatran, Maria Cristina Hoffmann, explica que o objetivo do simulador é diminuir o problema da falta de prática, especialmente de dirigir em estradas e em situações adversas.

“O simulador vem contribuir na formação quando ele coloca situações adversas, que no dia a dia, muitas vezes, o condutor não vai ter. São cinco horas aulas de 30 minutos e nessas aulas ele vai ter chuva, neblina, fogo na estrada, um pedestre que vai atravessar a via na frente dele e a questão da sinalização”, explicou. “Se durante o processo das aulas ele, por exemplo, aumentar a velocidade virá, a anotação de que ele infringiu uma legislação e qual é o artigo que ele infringiu”, acrescentou.

Conforme Hoffmann, o processo para habilitação de motocicletas, que atualmente tem aulas em um circuito fechado, terá mudanças. “Hoje, ele praticamente tem uma rampa e um oito. Com esse outro circuito, ele vai ter a parte de frenagem, vai ter outras situações que ele encontraria na vida real”, explicou a coordenadora, garantindo que o Denatran está propondo novas medidas para tornar o exame de motociclistas mais rígido.

Fiscalização

Maria Cristina Hoffmann disse que a presença dos agentes de trânsito nas ruas é necessária e não pode ser substituída por radares ou outros equipamentos eletrônicos. “A realidade hoje tem deixado a desejar. A gente não vê agentes de trânsito na rua, muitas vezes a Polícia Militar também não está rua e as pessoas acham que existe um impunidade, porque elas não recebem a multa”, ressaltou.

(Des)alinhamento

Artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S.Paulo


A diplomacia brasileira já viveu dias melhores. As circunstâncias que forçaram a fuga cinematográfica do senador asilado Roger Molina, da embaixada em La Paz para o Brasil, derrubaram o pouco que restava da imagem de profissionalismo da nossa chancelaria.

Longe de ser fato isolado, o episódio se inscreve em um incrível rol de desacertos que se acumulam na gestão da política externa, desde que a ela se impôs um nítido viés ideológico.

Brasil não reagiu, por exemplo, à expropriação das refinarias da Petrobras em Santa Cruz; colaborou para afastar o Paraguai do Mercosul, abrindo as portas à Venezuela chavista; apoiou com eloquência o governo iraniano e achincalhou o instituto do asilo, ao deportar, em tempo recorde, dois boxeadores cubanos durante os Jogos Pan-Americanos de 2007.

Agora, a contratação de médicos estrangeiros tangencia a dimensão dos direitos humanos, ao impor, apenas aos profissionais cubanos, uma condição de permanência no país que afronta a Constituição. O governismo tenta reduzir a questão aos que seriam contra ou a favor de contratar mais médicos para a população, evitando o debate em torno da falta de transparência da iniciativa, que alimenta especulações graves: o país negará aos cubanos o tratamento que oferece aos cidadãos de outros países? Poderão, se quiserem, casar e viver no Brasil? Se pedirem asilo, serão deportados?

Ao enfraquecer o patrimônio ético e moral do asilo, que já salvou a vida de centenas de brasileiros vítimas de perseguição política, o país se apequena diante da comunidade internacional.
O esforço feito no passado para reinserir o Brasil no mapa global, com atuação relevante em temas importantes no âmbito multilateral, tem sido muito atingido. A verdade é que a política externa deixou de representar os interesses permanentes do Estado brasileiro para defender o ideário do governo de plantão.

Entre outros alinhamentos, o Brasil deixou em posição secundária a cooperação com os países desenvolvidos para priorizar as relações com nações emergentes e com os vizinhos no continente, em especial os afinados ideologicamente. Com isso, nossa fatia no comércio internacional vem declinando e nos últimos anos firmamos apenas três acordos comerciais, com países de pouca relevância. Esta política enviesada alija nossas empresas das cadeias globais de produção e, dessa maneira, deixa de gerar aqui empregos de melhor qualidade.

O declínio da credibilidade do Itamaraty é um retrato lamentável de uma gestão submersa em questões ideológicas. E de um governo que se supõe sinônimo de país, incapaz de perceber a diferença entre a conveniência de um e os interesses maiores do outro.

domingo, 1 de setembro de 2013

Morre, aos 82 anos, o músico cavaquinista Waldir Silva


Waldir chegou mais de 6 milhões de cópias no Brasil e no mundo (Divulgação)
Morreu na manhã deste domingo em Belo Horizonte, aos 82 anos, o músico Waldir Silva, que levou o som de seu cavaquinho aos cinco continentes. Acometido por uma doença degenerativa, ele estava internado, com pneumonia, desde o último dia 22 no Hospital Biocor. O enterro, que ainda não tem hora definida, será nesta segunda-feira no Cemitério do Bonfim.

Presença constante nas serestas ao pé da Serra do Curral e em mais de cem cidades mineiras, Waldir Silva era acompanhado pelo Conjunto Musical, do qual o irmão e empresário, Mauro Silva, é vocalista, e comandava o projeto Minas ao Luar. Nascido em 28 de maio de 1931 em Bom Despacho, no Centro-Oeste mineiro, ele começou a tocar cavaquinho quando tinha apenas 7 anos e, desde então, se aperfeiçoou cada vez mais na arte musical.

“Telegrama Musical” foi a canção que projetou Waldir Silva no cenário da música brasileira. A música tem relação direta com o outro ofício do mineiro. Aos 16 anos ele passou em um concurso público da Rede Mineira de Viação e se tornou telegrafista. Mas a música foi sempre sua maior paixão. Ao longo de sua carreira, Waldir gravou 29 LPs e nove CDs, além de centenas de sucessos.

Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...