sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Casal descobre agressão de babá com ajuda do cachorro

Um cão virou herói após conseguir chamar a atenção de um casal na Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Após notar que o animal latia muito quando a babá Alexis Khan, de 22 anos, chegava perto de seu bebê de sete meses, o casal decidiu colocar um celular escondido no sofá para gravar a rotina da casa durante sua ausência.

A mulher trabalhava na casa de Benjamin e Jordan Hope há cinco meses cuidando do pequeno Finn. Nas gravações, era possível ouvir berros da funcionária, seguidos de choro do bebê e latidos do cão. 

“Começamos a perceber que o cão ficava muito agressivo e protetor quando Alexis se aproximava de Finn. Quando ela chegava na porta ele já ficava alterado, chegando até a avançar nela algumas vezes”, disse Benjamin em entrevista à “WCSC”. 

De acordo com o pai, é possível ainda ouvir barulhos de tapas e choros de desespero e dor do bebê. Após a constatação, o casal acionou a polícia e Khan foi presa semanas depois. 

A mulher confessou o crime e, caso condenada, pode pegar de um a três anos de prisão. Além disso, Alexis ainda pode ser proibida de trabalhar com crianças no futuro.

Violência nos arredores de shopping assusta população


Estado não divulga dados de crimes na região por ‘questões de segurança’ O ponto final da caminhada da funcionária pública Valéria Cacilda Bernardes, 50, no início da noite do último dia 3, era sua casa, a poucos metros do 1º Batalhão de Polícia Militar, no bairro Santa Efigênia, na região Centro-Sul da capital. O trajeto foi interrompido na avenida do Contorno, já próximo à praça Floriano Peixoto, quando ela foi abordada por dois homens armados com uma faca. A bolsa com celular, dinheiro, documentos e cartões bancários foi levada. A sensação de insegurança nesse ponto do bairro e em todo o entorno do Boulevard Shopping, na avenida dos Andradas, tem mexido com a rotina de moradores e trabalhadores, que recorrem a estratégias como mudar seus trajetos diários e evitar pontos de ônibus e ruas pouco movimentadas. 

Apesar de não existirem dados oficiais sobre os crimes, no trecho onde o shopping foi construído, em frente à estação de metrô Santa Efigênia, é comum encontrar quem foi roubado ou ouvir histórias de violência. Mal-iluminada, a passarela da estação do metrô foi apontada pela população como um dos locais com maior incidência de assaltos na região e maior presença de usuários de drogas. A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) alega que não disponibiliza dados regionalizados “por questões estratégicas de segurança”.

Enquanto isso, moradores como Valéria reclamam da falta de policiamento ostensivo e se viram como podem para fugir dos criminosos. Como o assaltante levou a chave do portão de seu prédio e um boleto com o endereço, a fechadura teve que ser trocada e todos os moradores fizeram chaves novas. “Ainda tive que pagar R$ 150 para o chaveiro abrir minha porta. Fico com medo de andar na rua”, conclui.

Geraldo Vieira de Carvalho, 59, vende cocos na pista de corrida na avenida dos Andradas. Na semana passada, ele tentou, sem sucesso, chamar a Polícia Militar para registrar um boletim de ocorrência após um motorista derrubar o padrão de energia elétrica de sua barraca. Na madrugada da última quarta-feira, toda a fiação do local foi furtada. Ele conta que são comuns assalto na região e que há dois meses precisou socorrer um médico que fugia de um assaltante. “Aqui há muitos drogados, e quase não passa polícia. É uma região com pouco movimento, e os bandidos se aproveitam disso”, relata o vendedor.

A poucos metros da estação Santa Efigênia, uma drogaria na esquina da Contorno com Andradas foi assaltada duas vezes apenas neste ano. O gerente da loja, Wilker Igor Santos, 28, diz que o último roubo foi logo no início da manhã. “A polícia vem e faz o boletim de ocorrência, mas, infelizmente, nada acontece”, lamenta Santos, lembrando que, na última semana, uma mulher também se escondeu de um ladrão na drogaria.

Grandes eventos. Trabalhando há um ano em uma loja de doces da região, Rafaela Cristina da Cruz, 30, conta que em dias de maior movimento do Boulevard Shopping ou quando são vendidos ingressos para grandes eventos e shows no centro de compras, a incidência de crimes aumenta.

“Polícia aqui só quando acontece alguma coisa, como a ameaça de arrastão (leia abaixo). Na Copa das Confederações, também estava cheio. Caso contrário, não tem ninguém”, reclama.

Saiba mais
Caminhada. Como O TEMPO mostrou em reportagem do dia 13 de agosto, frequentadores da pista de caminhada na avenida dos Andradas, em frente ao Boulevard Shopping, se sentem inibidos pela presença constante de usuários de drogas. Lá, a reportagem flagrou adolescentes
usando maconha.

Estacionamentos. Com poucos comércios e casas, muitas ruas desse ponto do Santa Efigênia são desertas. Uma delas é a rua Otaviano de Almeida, onde está uma das saídas do estacionamento do Boulevard Shopping.

Favelas. Quem mora ou trabalha nas proximidades da avenida dos Andradas conta que muitos bandidos, após os assaltos, fogem para aglomerados da região, como as vilas Dias, São Vicente e União. No local, ainda estão as chamadas Torres Gêmeas, que, como contam os moradores, antes de serem desocupadas, registravam crimes envolvendo usuários e traficantes de drogas.

Hoje é Sexta-Feira 13, veja algumas curiosidades


1 - A lenda mais famosa que explica o porquê de a sexta-feira 13 ser o dia de azar vem dos nórdicos. Segundo consta o mito, a deusa da beleza e do amor, Frigga, ganhou um dia para ser louvada (friggadag e, posteriormente, friday, do inglês, sexta-feira). Quando os nórdicos se converteram ao cristianismo, no entanto, padres transformara a deusa em bruxa e, por conta disso, a lenda conta que ela se reune com 11 feiticeiras e o demônio para se vingar. As reuniões, claro, acontecem às sextas-feiras menos 

2 - Ter medo da sexta-feira 13 é algo bem sério, muito mais do que imaginamos. Tanto que há uma fobia desta data, que até já foi nomeada: é a paraskevidekatriafobia. O nome estranho tem sentido e se origina do grego, onde Paraskeví é sexta-feira e dekatreís é 13 (ThinkStock)

3 - Outras lendas também falam da origem da data: para os romanos, 13 é o número que significava morte, destruição e azar. Soma-se isso ao fato de, no século 14, a obra Os Contos de Canterbury considerar a sexta-feira como dia maldito e... Temos a sexta-feira 13, o pior dia possível 
(ThinkStock)

4 - Se você acredita que a sexta-feira 13 é um dia como outro qualquer, tudo bem. Mas muita gente no Brasil tem calafrios a esse dia porque foi em uma sexta-feira 13 de dezembro de 1968 que o governo militar aprovou o AI-5, o pior dos atos institucionais da ditadura militar brasileira (Estadão Conteúdo)

5 - Um estudo realizado em 2004 pela revista National Geographic revelou que nada menos do que US$ 1 milhão é perdido nos EUA durante a sexta-feira 13 porque existem muitas pessoas que simplesmente se negam a fazer qualquer tipo de negócio nesta data (AFP)

6 - Se hoje em dia vírus de computadores já criam muitas dores de cabeça, imagine em 1989. Foi em uma sexta-feira 13 de janeiro daquele ano que um vírus nomeado como Jerusalem contaminou grande parte dos PCs existentes na época. Ele diminuia a velocidade da máquina em até 90% e, por conta da data no qual foi lançado, ficou conhecido como Vírus da Sexta 13 (ThinkStock)

7 - Não gosta de sexta-feira 13? Pois em alguns lugares de Portugal a data é adorada. Na cidade do Porto, por exemplo, pessoas se reúnem para fazer festa e celebrar o dia. Teatros, fogueiras, banquetes e, é claro, bruxas fazem parte dos rituais de festejo (ThinkStock)

8 - A famosa franquia de filmes "Sexta-Feira 13" foi lançada em 1980 e teve seu último episódio lançado em 2009. Foram 12 (quase!) filmes lançados desde então e, no total, eles registraram nada menos do que 192 mortes. O recordista é a parte 5, na qual 22 pessoas foram assassinadas pelo Jason (Reprodução)

9 - Se sexta-feira 13 já é motivo suficiente de azar, cruzar com um gato preto neste dia só deve piorar as coisas. E foi por isso que, em 1939, pessoas do estado de Indiana, nos EUA, penduraram sininhos nos pescoços desses bichos em uma sexta 13. Se alguém ouvisse o barulho, era só tomar a outra direção (ThinkStock)

10 - Se você quiser saber quais meses terão sexta-feira 13, é só procurar aqueles que começam em um domingo. Em 2013 isso aconteceu apenas em setembro e voltará a ocorrer só em dezembro (ThinkStock)

11 - Incomodado com os medos causados pela sexta-feira 13, um pastor de Middleton, nos EUA, resolveu usar o dia 13 de junho de 1913, uma sexta-feira, para promover casamentos de graça em sua paróquia. Tudo para deixar as pessoas mais a vontade para irem contra o seu medo (ThinkStock)

12 - Autor da ópera "O Barbeiro de Sevilha", o compositor Rossini era reconhecidamente muito supersticioso e morria de medo de sextas-feiras 13. Por ironia do destino, ele acabou morrendo em 13 de novembro de 1868... Isso mesmo, era sexta (Reprodução)

13 - Só para não deixar a sexta-feira 13 sozinha no calendário, é bom falar que para os italianos o dia do azar é a sexta-feia 17. Outros países mantém o dia 13, mas ao invés da sexta escolhem a terça-feira. O resto do mundo, porém, prefere morrer de medo das sextas 137 - Não gosta de sexta-feira 13? Pois em alguns lugares de Portugal a data é adorada. Na cidade do Porto, por exemplo, pessoas se reúnem para fazer festa e celebrar o dia. Teatros, fogueiras, banquetes e, é claro, bruxas fazem parte dos rituais de festejo

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A volta do Cine Brasil dia 07 de Outubro

Na inauguração será aberta a exposição Guerra e paz, de Portinari. Espaço terá dois teatros, restaurante e galerias.

Uma pequena multidão composta por repórteres, fotógrafos, cinegrafistas, vendedores ambulantes e dezenas de curiosos que estavam passando pelo local se reuniu nesta terça-feira pela manhã na Praça Sete, no coração de Belo Horizonte, para testemunhar um momento histórico para a vida cultural da cidade: a retirada dos tapumes do canteiro de obras do novo Cine Theatro Brasil. As portas do espaço serão abertas oficialmente ao público em 7 de outubro, com a exposição Guerra e paz, do artista plástico paulista Cândido Portinari. 

O Cine Theatro Brasil começou a ser restaurado em 2007 e conta com 8,3 mil metros quadrados de área construída, que será dividida em sete pavimentos, com dois teatros – um com 1 mil lugares e outro com 200. O complexo conta ainda com dois andares de galerias para exposições de artes visuais, área de eventos para cerca de 650 pessoas, restaurante, loja e áreas de convivência, tudo feito com gosto e refinamento.

Ao todo, foram investidos R$ 53 milhões na restauração, sendo 55% via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Vallourec e apoio da Usiminas e Banco Itaú, e 45% com recursos da Vallourec. Para Alberto Camisassa, presidente da Associação Cine Theatro Brasil e presidente da Fundação Sidertube, a expectativa é que o novo espaço seja bem recebido pela população de Belo Horizonte. “Todo mundo gosta de conforto, de apreciar o que é belo e foi isso que procuramos realizar aqui durante todo o tempo de andamento das obras”, diz. 

Quanto a um possível problema com estacionamento, pelo fato de o novo espaço estar localizado em pleno Centro da cidade, ele não crê que seja um empecilho para a funcionalidade do Cine Theatro. “Num raio de dois quarteirões existem 10 estacionamentos disponíveis, e acho que serão mais do que suficientes para atender a demanda dos frequentadores”, diz Alberto Camisassa. 

Na avaliação de Luis Antonio Barbalho e Silva, engenheiro responsável pelas obras de restauração, a finalização do projeto significa o renascimento de parte importante da sua história. “O Cine Brasil estava esquecido na Praça Sete, que é um lugar tão simbólico para os mineiros. Restaurar um prédio como este é, com certeza, marco importante para todos nós”, diz. VISTA DO ALTO 

Projetado em 1930 pelo arquiteto Alberto Murgel, mas só inaugurado dois anos depois, o Cine Theatro Brasil – primeiro da cidade com influência do estilo art déco na cidade – foi durante muito tempo o prédio mais alto de Belo Horizonte e as pessoas costumavam pagar ingresso para ir até o último andar ver a cidade do alto. Atualmente, do último andar, que funcionará como um espaço reservado para eventos, é possível divisar parte das praças Sete, Raul Soares e Da Estação. 

Conta a história que o primeiro filme exibido no Cine Brasil foi 'Deliciosa', romance musical da Fox-Moviestone, que contou com a presença de Raul Roulien, ator principal do filme, o que causou grande sensação na cidade. O cinema funcionou até 1999, quando, já totalmente decadente, teve de fechar as portas, e o prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico de Belo Horizonte. Em 2006, o imóvel acabou sendo adquirido pela Fundação Sibertube, entidade mantida pela Vallourec, com o objetivo de se fazer do espaço um centro cultural.

Duplicar rodovia não é garantia de queda no número de mortes

Na Fernão Dias, houve só mudança no tipo de acidente e redução tímida nos óbitos

A duplicação da BR–381 entre as cidades de Belo Horizonte e Governador Valadares pode não ser suficiente para retirar o título de Rodovia da Morte da estrada. É que a exemplo do que aconteceu na Fernão Dias (nome dado ao trecho da BR–381 entre Belo Horizonte e São Paulo, já duplicado), o projeto, em sua maioria, segue o traçado da pista atual, com a mesma sinuosidade. Conforme especialistas, a combinação entre essa característica e a imprudência dos motoristas pode até aumentar os acidentes, mudando apenas o tipo de colisão – deixando de ocorrer batidas frontais em erros de ultrapassagem para capotamentos e saídas de pista por excesso de velocidade.

Esse fenômeno aconteceu com a própria Fernão Dias. Ela teve um queda com relação ao índice de mortes, mas tímida, principalmente se levada em conta a expectativa criada pelo anúncio da duplicação. A comparação do trecho com o pedaço de pista simples mostra dados não muito animadores. Na Rodovia da Morte, a média é de 3,9 vítimas a cada 10 km de estrada. Já na Fernão Dias, essa média é de 3,1 mortes. Os dados são da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A Fernão Dias continua tendo mais acidentes e feridos que o trecho da BR–381 ainda com pista simples. Em 2012, foram, em média, 160 acidentes a cada 10 km da Fernão Dias. Já no trecho em pista simples, essa média foi de 81 ocorrências, 50% menor. A parte com pista ainda sem duplicação também teve uma média de feridos por quilômetro inferior à da duplicada. Foram 56 feridos a cada 10 km no trecho contra 65 da Fernão Dias.

Na avaliação do professor de Planejamento de Transportes e Logística da Fundação Dom Cabral Paulo Resende, é quase um desperdício fazer a obra sem alteração do traçado com curvas. “Melhora a situação da rodovia, sim, mas, se é para fazer a obra, por que não fazer da melhor maneira e com a tecnologia mais avançada?”, avalia o especialista. Resende explica ainda que, com a pista melhor, aumenta a imprudência do motorista. “Os motoristas brasileiros tendem a correr mais em estradas melhores”, diz.

De fato há uma diferença nas ocorrências com mortes nos dois trechos da BR–381. Em 2012, foram 21 vítimas em batidas provocadas por erros de ultrapassagem no trecho em pista simples, já na parte duplicada, foi apenas uma morte dessa forma. Por outro lado, no caso de acidentes provocados por excesso de velocidade, foram 34 óbitos na chamada Rodovia da Morte contra 48 da Fernão Dias.

Alternativa. Uma saída para fazer da BR–381 uma estrada mais segura seria seguir o exemplo da rodovia Imigrantes, que liga São Paulo a Santos. A estrada conta com 44 viadutos, sete pontes e 14 túneis e é praticamente toda reta em seus 79 km de extensão. Assim, ela conta com um índice menor de letalidade nos acidentes (veja quadro ao lado).

Porém, o custo é mais alto. O preço por quilômetro da Imigrantes chega a ser quatro vezes mais alto. Por isso, o analista defende que a obra da 381 deveria ter sido feita pela iniciativa privada, que a exploraria economicamente depois, com a instalação de pedágios. “A Imigrantes foi viabilizada dessa forma. O problema é que em toda obra feita pelo poder público a lógica é a de quanto mais barato, melhor. Assim, a qualidade é menor”, diz Resende.


Variante reduziria o problema
Variante. No projeto inicial da BR–381 está prevista a construção da variante Santa Bárbara, que seria um novo traçado, em linha reta, ligando as cidades de São Gonçalo do Rio Abaixo a Nova Era.
Fora. O trecho ficou fora da primeira rodada de licitações e não tem data para publicação do edital.
A variante tem 38 km de trajeto novo e reduziria significativamente as curvas da rodovia.


Mais dois lotes prontos para obra
Foi publicado ontem no “Diário Oficial da União” o resultado da licitação para mais dois lotes de duplicação da BR–381. Os lotes 1 e 2, que vão de Governador Valadares, no Vale do Rio Doce, até Jaguaraçu, no Vale do Aço, foram homologados depois do julgamento de recursos das empresas derrotadas, sem alterar o resultado.

Falta agora assinar as ordens de serviço para o início das obras – essa é a situação de sete dos 11 lotes da 381. Três terão que passar por nova concorrência, e outro espera julgamento do recurso.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Cadela salva bebê colocada dentro de tambor com água

Após a fuga dos suspeitos, animal indicou para a mãe onde a menina estava

A cadela Kesha se tornou a heroína da família após ajudar sua dona a encontrar a filha de 1 ano, que havia sido colocada em um tambor com água durante um assalto no bairro Tijucal, em Cuiabá. Segundo informações do G1, assaltantes armados tomaram a criança das mãos da mãe na noite da última terça-feira.

Os autores estariam irritados com o choro do bebê e tentaram afogar a criança. A cadela Kesha foi quem indicou à mãe o local em que a criança estava. Os assaltantes fugiram sem roubar nada e, até nesta quinta, nenhum havia sido identificado. A criança foi socorrida e passa bem.

A mãe conta que por volta das 20h, quando chegava da igreja com o bebê no carrinho, havia dois homens na porta da residência. Os suspeitos armados a renderam e a colocaram em um quarto. “A minha filha começou a chorar e, quando eu fui pegá-la, um dos assaltantes a arrancou de mim e a levou para fora do quarto, enquanto o outro me trancou”, lembra.

Os homens fugiram, pois não encontraram nada de valor. Assim, a mãe saiu do quarto em busca da filha e só a encontrou pois a cadela, que vive há cerca de cinco anos com a família e é muito apegada à criança, indicou o local.

“Ela corria para o tambor e começava a arranhá-lo e voltava a latir para ela”, contou o avô da menina.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Centro administrativo da Prefeitura de Belo Horizonte já tem pré-projeto


Cerca de 20 terrenos na região serão desapropriados para receber o Executivo municipal A Prefeitura de Belo Horizonte escolheu a região da Lagoinha para acolher o centro administrativo da capital. Para tirar a proposta do papel, o Executivo já demarcou a área selecionada. Um decreto de junho deste ano desapropria aproximadamente 20 terrenos no bairro para a implantação do equipamento público, que vai abrigar todas as secretarias, autarquias e empresas públicas do município.O prefeito Marcio Lacerda (PSB) confirmou, com exclusividade para O TEMPO, a existência de um pré-projeto, que, segundo ele, vai dar origem a um “monumento”. A licitação para a obra deverá ficar pronta até outubro.

Lacerda afirmou ainda que o complexo poderá gerar uma economia anual de R$ 30 milhões aos cofres do Executivo com aluguéis de imóveis.

De acordo com o decreto, publicado no “Diário Oficial do Município” (DOM) no dia 28 de junho, cerca de 20 áreas localizadas nas proximidades das ruas Além Paraíba e Bonfim, próximas às avenidas Pedro II e Antônio Carlos serão desapropriadas. O governo ainda está autorizado a alegar em juízo a urgência da desapropriação. A área aproximada é de 14 mil metros quadrados.

“O que nós fizemos foi decretar a desapropriação de 20 imóveis exatamente para a gente cercar (a área), para evitar uma especulação. É uma forma de a gente dar um primeiro passo para desapropriar toda a área necessária”, afirmou Lacerda.

O prefeito disse, ainda, que está sendo preparado o Procedimento de Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada (PMI). “Nós vamos lançar a chamada PMI, convidando o setor privado a apresentar propostas e estudos de viabilidade para a gente fazer uma licitação”, afirmou. O chefe do Executivo espera que até outubro já esteja com os “dados básicos” para iniciar o procedimento.

Segundo Lacerda, a prefeitura gasta, anualmente, cerca de R$ 40 milhões em aluguéis por ano. Como, segundo ele, 80% das secretarias serão deslocadas para o centro, a economia gerada será de aproximadamente R$ 30 milhões.

De acordo com Lacerda, o complexo será um “monumento” e terá “movimento”, podendo ser observado até da avenida Afonso Pena.


Escolha da região é estratégica
A escolha da região da Lagoinha para abrigar o complexo administrativo não é por acaso. Além de ser de fácil acesso à população, por estar localizada na área central da cidade, a prefeitura da capital também é proprietária de alguns imóveis no bairro, o que evita algumas desapropriações. Os prédios eram de responsabilidade da extinta Beneficência da Prefeitura de Belo Horizonte (Beprem).

A economia de R$ 30 milhões com a construção do centro também é atrativa. Atualmente, as pastas estão espalhadas em várias áreas da cidade. O Executivo aluga dois imóveis, por exemplo, na avenida Afonso Pena, no centro, ao custo de quase R$ 11 milhões anuais. Outro, em Santa Efigênia, custa R$ 2,2 milhões por ano.

Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...