sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Veja o que abre e fecha no feriado de 12 de outubro

No feriado de Nossa Senhora Aparecida, no sábado, não haverá expediente na prefeitura de Belo Horizonte. Assim, somente os serviços considerados essenciais funcionarão. Confira como será o funcionamento dos diversos órgãos e equipamentos da administração municipal durante o feriado. Veja também a programação para o Dia das Crianças e a operação especial das rodoviárias da capital. 

Segurança Alimentar e Nutricional

• Mercado do Cruzeiro (Rua Ouro Fino, 452, Cruzeiro) – Funciona amanhã, das 7h às 13h.

• Central de Abastecimento Municipal (Rua Maria Pietra Machado, 125, bairro São Paulo) – Funciona amanhã, das 7h às 18h.

• Feira Coberta do Padre Eustáquio (Rua Pará de Minas, 821, Padre Eustáquio) – Funciona amanhã, das 7h às 18h.

• Sacolões ABasteCer – Funciona amanhã, das 7h às 18h.

• Feiras Livres – O funcionamento amanhã é facultativo, das 7h às 13h.

• Feiras Modelo – Não funcionam nos finais de semana.

• Feira de Orgânicos – Funciona amanhã, das 7h às 12h.

• Banco de Alimentos (Rua Tuiutí, 888, bairro Padre Eustáquio) – Não funciona nos finais de semana.

• Armazém da Roça (Rodoviária, 2º Piso e Rua Maria Pietra Machado 125, bairro São Paulo) – Não funciona nos finais de semana.

• Direto da Roça – O funcionamento amanhã será facultativo das 7h às 13h.

• Mercado da Lagoinha (Avenida Antônio Carlos, 821, São Cristóvão) – Não funciona nos finais de semana.

• Restaurantes Populares I, II, III e IV – Não funcionam nos finais de semana.

• Refeitório Popular da Câmara Municipal (Avenida dos Andradas, 3.100, Santa Efigênia) - Não funciona nos finais de semana.

Museus

• Museu de Arte da Pampulha (Av. Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Pampulha) – Funciona normalmente amanhã, das 9h às 19h.

• Museu Histórico Abílio Barreto (Av. Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim) – Funciona normalmente amanhã, das 10h às 17h.

• Casa do Baile (Av. Otacílio Negrão de Lima, 751, Pampulha) – Funciona normalmente amanhã, das 9h às 18h.

• Centro de Referência da Moda (CRModa) (Rua da Bahia, 1.149, Centro) – Não funciona nos finais de semana.

• Centro de Referência da Memória de Venda Nova (Rua Boa Vista, 122, Venda Nova) – Não funciona nos finais de semana.

• Arquivo Público da Cidade (Rua Itambé, 227, Floresta) – Não funciona nos finais de semana.

Parques e Zoológico

• O Parque Municipal Américo Renné Giannetti funciona amanhã, das 6h às 18h. Os demais parques funcionam das 8h às 18h.

• Mirante do Mangabeiras (Rua Pedro José Pardo, 1.000, Mangabeiras) – O funcionamento será normal amanhã, das 10h às 22h.

• O Jardim Zoológico e o Jardim Botânico (Av. Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha) funcionam normalmente amanhã, das 8h30 às 16h. O Aquário da Bacia São Francisco abre das 9h às 16h.

• O Parque Ecológico da Pampulha (Av. Otacílio Negrão de Lima, 6.061, Pampulha) estará aberto amanhã, das 8h30 às 17h.

BH Resolve

• Não funciona nos finais de semana.

Defesa Civil

• O plantão da Defesa Civil funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, inclusive com plantão aos domingos e feriados. O contato pode ser feito pelo telefone 199.

Limpeza urbana

• A coleta domiciliar será realizada normalmente. Amanhã haverá plantões de varrição nas áreas Central, Hospitalar e Savassi.

Transporte

• As linhas do sistema de transporte coletivo gerenciado pela BHTrans operam amanhã com o quadro de horário de domingos e feriados.

Saúde

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), o Hospital Municipal Odilon Behrens, a Central de Internação e o Samu funcionam normalmente amanhã. Os Cersams funcionam conforme escala mínima no horário diurno e com equipe completa no plantão noturno. O Serviço de Urgência Psiquiátrica Noturno funciona normalmente.

Postos de informações turísticas

• Aeroporto Internacional Tancredo Neves – Confins (Rodovia MG 10, Confins) – Funciona amanhã, das 8h às 18h.

• Centro de Referência Turística Álvaro Hardy – Veveco (Av. Otacílio Negrão de Lima, 855, São Luiz) – Funciona amanhã, das 8h às 17h.

• Aeroporto da Pampulha (Praça Bagatelle, 204, Pampulha) – Funciona amanhã, das 8h às 16h.

• Belotur (Rua Pernambuco, 282, Funcionários) – Fechado.

• Mercado Central (Av. Augusto de Lima, 744, Centro) – Funciona amanhã, das 8h às 13h.

• Mercado das Flores / Parque Municipal (Av. Afonso Pena, 1.055, Centro) – Funciona amanhã, das 8h às 15h.

• Rodoviária (Praça Rio Branco, Centro) – Funciona amanhã, das 8h às 18h.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Confraria semanal é duplamente punida por ocupação de calçada no Santa Tereza

"Enquanto isso tem bares na mesma região que ocupam espaço no passeio público, onde diversas reclamações já foram feitas e nenhuma providência tomada pelos reguladores municipais da Regional Leste, pedestres tem que arriscar em meio aos carros para ter o direito transitar. Que tremenda incoerência (...)"

A crônica de ontem do compositor e escritor Fernando Brant, contracapa do caderno EM Cultura deste jornal, reverencia os 25 anos da Constituição, resgate dos direitos civis usurpados pelo golpe militar de 1964. Na noite de segunda-feira, provavelmente no momento em que o artista e cronista tecia o elegante e oportuno texto, a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Administração Regional Leste, dava uma facada numa das mais louváveis intenções de liberdade, igualdade e fraternidade, exatamente no coração do Bairro Santa Tereza, reduto de Brant e de seus companheiros do Clube da Esquina.

 A PBH, numa ação ríspida e inesperada de fiscais, multou a inocente Confraria São Gonçalo, a alegria da Rua Norita, formada por pessoas da chamada terceira idade, que se reúnem uma vez por semana em confraternização, para, ao som de flauta, violão e pandeiro, cantar velhas canções de seresta e, acima de tudo, conviver, investir na autoestima e espantar a solidão e os sintomas da depressão. Motivo da multa? Os confrades instalam cadeiras e pequenas mesas na lateral da calçada. , sem atrapalhar a passagem de pedestres, mesmo porque a rua, de um só quarteirião não é movimentada. Duas multas aplicadas em um intervalo de apenas cinco minutos, por fiscais diferentes.

A canetada municipal cortou os corações de Lincoln, Déa, Arlene, Juca, Pedro, Nair, Luiz, José, Léo, Antônio, Eloísa, Milton, Gracinha, Elaine, Adonides, Lídia, Roberto e os demais assíduos frequentadores do encontro semanal diante da casa de número 9, a maioria moradora da própria Norita. “Só pode ser intriga, inveja, porque ninguém nunca reclamou das nossas reuniões. Pelo contrário, as pessoas participam”, diz Lincoln Tertuliano, dono do imóvel. Ele e a mulher, Déa, são a razão da existência da confraria, que recebeu o nome do santo padroeiro dos violeiros.

Quando se mudaram para o bairro, Lincoln e Déa, aposentados, montaram uma copiadora na garagem de casa. O contato com os clientes amenizava a solidão do casal. O negócio não foi adiante e logo depois ela sofreu um acidente vascular cerebral (AVC). Nos fins de tarde, eles se sentavam diante da casa, para, pelo menos, cumprimentar os passantes e ganhar um dedo de prosa de alguém menos apressado. Deu certo. Os vizinhos foram se aproximando, se conhecendo e um deles sugeriu uma reunião semanal, com canções românticas, violões, comida e bebidas leves para mudar a rotina da rua. E nasceu a confraria. A sede é a garagem de Lincoln.

NÃO É BAR
Cartaz afixado a lado da porta da garagem, avisa: “Aqui não é bar, é confraria”. Os confrades levam os tira-gostos, refrigerantes e cerveja. Em cada reunião, um convidado especial, geralmente ligado à música. Nas paredes, fotos dos ilustres visitantes em poses com os confrades. Isso não sensibilizou a PBH. Segunda-feira, fiscais ficaram de tocaia esperando a turma chegar. E às 19h30 um deles entregou a Lincoln a notificação e o auto de infração (R$ 596,23, mesas e cadeiras no passeio); às 19h35, o segundo agente passou ao dono da casa outros autos (R$ 834,32, mesas e cadeiras em via pública). A Associação dos Amigos do Bairro Santa Tereza informa que vai conversar com o secretário regional.

“Os fiscais pediram alvará. Como não se trata de festa nem de comércio, respondi que não. E entregaram as multas, que já vieram preenchidas. Não as assinei, recolhi as cadeiras e continuamos o encontro na garagem. Aí, o fiscal disse que até para reunião dentro de casa é preciso alvará”, afirma Lincoln, ao lado dos olhos tristes de Déa. 

Para multar, a PBH se baseia no Código de Posturas. “Não entendi, pois o que importa aqui é a igualdade, o desejo de ser feliz, sem bebedeira, sem algazarra”, diz Arlene, lembrando que a confraria não usa aparelhos de som e as reuniões não passam das 22h. Mas a Regional Leste alega que houve reclamação de moradores. Que pena, Fernando Brant: abaixo da Constituição há as leis municipais e suas interpretações. E há também quem não goste de ver gente feliz.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Classificação do Brasileirão.


Frequentadores de boates em BH reclamam de roubos e agressividade de flanelinhas

Não são poucos os relatos de violência feitos por frequentadores de bares na Região Centro-Sul de Belo Horizonte e do Jardim Canadá, em Nova Lima, percorridos pela reportagem do Estado de Minas por dois dias: na saída das casas noturnas é grande o número de roubos e abordagens de flanelinhas

A produtora de eventos Cristina Vieira Souza, de 31 anos, é frequentadora assídua de baladas em Belo Horizonte e cidades vizinhas e invariavelmente sai tarde da noite das boates. Ela nunca tinha sentido medo na hora de voltar para casa até dois meses atrás, quando levou um susto. “Estava numa casa noturna do Jardim Canadá (em Nova Lima), no maior clima de segurança lá dentro. Mas antes de eu entrar no táxi, alguém passou correndo e levou minha bolsa”, conta. “Não fosse o apoio do taxista, que me levou para a delegacia e depois para minha casa, o pesadelo na madrugada teria sido pior”, acrescenta. 

Embora a polícia não informe estatísticas específicas, relatos como o de Cristina são frequentes entre belo-horizontinos que lotam casas noturnas em busca de diversão. Por duas noites, a reportagem do Estado de Minas percorreu boates da Região Centro-Sul da capital e do Jardim Canadá, em Nova Lima, e ouviu reclamações por casos de roubo ou abordagens mais agressivas por parte de flanelinhas e moradores de rua na saída dos estabelecimentos. As queixas já preocupam donos de boates: a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas (Abrasel) promete pedir nos próximos dias uma reunião com o comando da Polícia Militar para discutir medidas. 

“Estamos cientes desse problema”, reconhece Lucas Pêgo, diretor-executivo da Abrasel. “BH é conhecida como uma capital de vida noturna agitada e temos de garantir que os clientes estejam seguros. Está na hora de mais uma reunião com a PM", acrescenta, referindo-se a conversas que foram mantidas no passado com a polícia e que contribuíram para a implantação de patrulhas em bairros como Lourdes, em 2012. Para Lucas Pêgo, ainda há sensação de insegurança na saída das baladas.Uma das queixas mais comuns entre frequentadores de boates é a atuação de flanelinhas. A publicitária Carolina Silveira, de 33, conta que ela e amigas temem a reação de guardadores de carros quando vão a casas noturnas em Nova Lima ou no Bairro de Lourdes. “Uma vez, uma amiga não pagou o que estavam pedindo para tomar conta do carro no Jardim Canadá. Quando voltou, o carro dela estava todo aberto. Não levaram nada, mas deixaram um recado”, lembra. 

Por causa do problema, o engenheiro Luiz Fonseca, de 25, parou de usar o carro para ir a boates. “Passei a usar táxi. Não quero ter surpresas desagradáveis na saída”, justificou. “Dois colegas meus foram assaltados num estacionamento improvisado no Jardim Canadá”, conta. “Chego a pensar que flanelinhas dão dicas a comparsas sobre o perfil do dono do veículo. Se são dois jovens franzinos, como meus colegas, são alvos potenciais”, acrescenta.

Zona Sul
O clima também é de alerta entre frequentadores de casas noturnas na Região Centro-Sul da capital. O engenheiro Henrique César de Melo, de 35, conta que ficou atento sobre os riscos na saída da balada depois que dois colegas foram assaltados. “Falta segurança. Tomo cuidado na hora de buscar o carro e mesmo no trajeto de volta para casa. Pode ser que ladrões não o abordem num local movimentado, mas sigam você até sua casa”, disse. “Quando chego em casa (no Bairro Funcionários) depois da balada, prefiro dar uma volta no quarteirão quando há pessoas suspeitas na rua”, completou.

Na Savassi, há presença constante de militares da 4ª Companhia do 1º Batalhão da PM no cruzamento das ruas Tomé de Souza e Sergipe. No mês passado, um jovem de 23 anos foi baleado no rosto e na perna depois de sair de uma boate no cruzamento das ruas. Em março do ano passado, um homem atirou contra cinco pessoas em um carro, que acabavam de sair de uma casa noturna na Tomé de Souza, deixando três feridos. Na mesma área, um estudante foi morto a tiros em junho de 2006. 

Frequentadoras de uma boate perto dali, na Rua Levindo Lopes, a arquiteta Cinthia Machado, de 28, e a dentista Mayla Maia, de 30, passaram a andar com mais cuidado depois que viveram um momento de medo. Como não havia vaga perto do estabelecimento, Cinthia parou seu carro a um quarteirão. Depois que desceram do veículo, um morador de rua passou a segui-las. “Acho que o policiamento é um pouco fraco no entorno da maioria das casas noturnas. E isso pode facilitar ações de criminosos eventuais, que se passam por moradores de rua ou flanelinhas”, avalia Mayla. Para ela, a saída é procurar casas que tenham seguranças na porta e manobristas.

O militar Simon Patrick, de 21, diz que procura parar em locais bem iluminados, próximos à entrada das casas noturnas. “Pela minha atividade, adoto certos cuidados. Mas não há certeza de que meu carro vai estar intacto, mesmo pagando com antecedência o guardador”, diz. “Quando saio, fico bem atento ao movimento e, se na chegada não consigo um local bom para parar, sigo para um outro estabelecimento”, completa.

A comandante de Policiamento da Capital, coronel Cláudia Araújo Romualdo, disse que os locais com grande presença de público, onde são realizados shows musicais, eventos culturais de toda natureza e casas noturnas, recebem atenção especial de policiamento. Sem revelar dados, o Pelotão da PM no Jardim Canadá informou não ter notado crescimento na taxa de assaltos e furtos nos arredores das casas noturnas. Segundo o tenente Daniel Rodrigues, o policiamento na região é reforçado quando há grandes eventos.

Comércio poderá funcionar no feriado de 12 de outubro

O comércio de Belo Horizonte pode funcionar normalmente no feriado nacional de 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida), segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).De acordo com a Convenção Coletiva de 2011/2012 fica decidido que a abertura dos estabelecimentos comerciais da capital é facultativa. 

O trabalhador que prestar serviço neste feriado terá direito ao vale transporte para o feriado; eventual hora extra com adicional de 100%; gratificação a título de alimentação no valor de R$ 37, que deverá ser paga junto com a folha correspondente ao feriado trabalhado; uma folga compensatória para os empregados que trabalharem no feriado mencionado, que deverá ser concedida em até 60 dias após o feriado trabalhado, e recair em uma segunda-feira ou sábado.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Feira hippie passa a funcionar com novo leiaute a partir do próximo domingo

As mudanças começaram a ser implantadas gradativamente nos dois últimos fins de semana, mas é no dia 6 de outubro que serão totalmente oficializadas. A nova distribuição de barracas é para dar maior visibilidade e segurança em situações de pânico

A partir do próximo domingo, dia 6 de outubro, a Feira de Artes, Artesanato e Produtores de Variedades de Belo Horizonte passará a funcionar totalmente com o novo leiaute, que começou a ser implantado gradativamente nos dois últimos fins de semana. A tradicional feira hippie que funciona na Avenida Afonso Pena, no Centro de BH, passou a ser montada com nova distribuição das barracas, dispostas agora em grupos de quatro. A reformulação atende a uma exigência do Corpo de Bombeiros e foi recomendada pelo Ministério Público, desde 2004.O projeto visa à liberação de mais corredores, maior visibilidade e segurança em situações de pânico para clientes e 2.156 feirantes. Os setores foram reformulados e as barracas passarão a ficar organizadas em grupos de quatro, proporcionando maior espaço de circulação para cerca de 70 mil pessoas que visitam a feira todo domingo. 

O próximo passo será a instalação de 80 extintores ao lado das barracas e de 71 placas com a sinalização das rotas de fuga, em caso de pânico ou incêndio. Também estão sendo selecionados e formados 690 brigadistas, entre expositores e funcionários da prefeitura, para atuar nas situações de emergência. 

A estreia de domingo encerra quase 10 anos de polêmicas sobre a distribuição de barracas e medidas de segurança na feira. Veja a linha do tempo:

2004 – Corpo de Bombeiros denúncia a Feira Hippie ao Ministério Público Estadual (MPE) pela falta de projeto de combate à incêndio. Ministério aciona a Prefeitura de Belo Horizonte para elaborar o plano de segurança.

2004 – Um corredor de emergência para passagem de viaturas policiais e do Corpo de Bombeiros é aberto no lado direito da Avenida Afonso Pena, no sentido Centro-Bairro.

2009 – Novo projeto para disposição das barracas da Avenida Afonso Pena foi feito pela PBH, mas desagradou expositores de quadros e pinturas, que não poderiam mais ficar no passeio da Afonso Pena. Câmara Municipal abre exceção no Código de Posturas, que proíbe exposição sobre a calçada e autoriza a permanência desses comerciantes no mesmo local.

2010 – Novo leiaute fica pronto, mas não sai do papel. Enquanto a prefeitura insiste em fazer sorteio para definir a nova disposição das barracas, feirantes entram na Justiça pedindo apenas o remanejamento dos boxes. 

2011 – Expositores conseguem liminar contra o sorteio.

2013 – Prefeitura vence a queda de braço no Tribunal de Justiça e é autorizada a fazer o sorteio. O processo ocorreu em julho e agora está sendo implantado. 

Governo não cumpre meta de formação de cuidador de idosos

Compromisso do estatuto era capacitar 150 mil profissionais até O fim de 2013, foram apenas 1.500

O Estatuto do Idoso, lei que garante os direitos das pessoas com mais de 60 anos no Brasil, ainda não é colocado em prática. Um dos pontos desrespeitados é a capacitação de cuidadores de idosos. O governo federal se comprometeu a formar, até o fim deste ano, 150 mil para atendimento gratuito à população carente. Mas cumpriu apenas 1% da meta, ou seja, 1.500.

A informação é do presidente do Centro Internacional de Longevidade no Brasil e ex-diretor do Departamento de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS), Alexandre Kalache Ele avalia que não houve muito o que comemorar, ontem, Dia Mundial do Idoso. Nessa mesma data, o estatuto completou dez anos.

Caso a promessa do governo, via Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI), fosse cumprida, mais idosos belo-horizontinos em situação de vulnerabilidade social poderiam ser atendidos por profissionais capacitados. Segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social, há 135 cuidadores atuando pelo programa Maior Cuidado, para atender a 453 pessoas.

"Não há recursos federais para capacitar e contratar mais profissionais", afirma a coordenadora da Coordenadoria de Direitos da Pessoa Idosa, Maria Fontana.

Para Alexandre Kalache, a capacitação de cuidadores, principalmente para atuação social, evitaria que idosos carentes fossem encaminhados para instituições especializadas de longa permanência, que têm custo alto para o governo e baixa qualidade para os internos.

O presidente da Associação dos Cuidadores de Idosos de Minas Gerais (ACI-MG), Jorge Roberto Silva, luta para a regulamentação da atividade como profissão.

O Conselho Nacional dos Direitos do Idoso (CNDI) não respondeu ao quesrionamento sobre a meta de capacitação de cuidadores. Registrou, no entanto, a assinatura de um decreto da presidente Dilma Rousseff, na segunda-feira, estabelecendo o Compromisso Nacional para o Envelhecimento Ativo. a

Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...