domingo, 18 de fevereiro de 2018

Intervenção militar: Será que precisava disso?



A intervenção militar no Rio de Janeiro é o retrato do descaso do poder público que há muito tempo tomou palco do desgoverno espalhado por todo país. E de tantos direitos fundamentais que o Estado tem a oferecer ao cidadão, todos eles perdeu a sua eficácia motivada pelos choques de interesses sórdidos e partidários e pelo poder a todo o custo.
E a situação atual, ou seja, esse descontrole da segurança pública não era para chegar ao ponto em que esta; e não apenas no Rio de Janeiro; se a prevenção fosse discutida e coloca em pratica há tempos nas esferas do poder. É claro que a violência zero é um sonho de todos nós, mas infelizmente não é assim, mas a busca por uma solução eficaz, isso sim é possível, mas para os mandatários os interesses pessoais são mais importantes do que o sentido principal dos cargos que ocupam. Preferem oferecem migalhas a população e tudo a seus aliados.
E essa intervenção militar no Rio de Janeiro não seria necessária se os governantes que já passaram e passam fossem mais sérios e comprometidos, mas não foi assim. Agora, se a situação chegou a este ponto, que sejam eficazes e competentes, e que não seja apenas fogo de palha e muito menos pretexto para enfraquecer outras instituições que são e estão sendo importantes para o Brasil.


Marcelo Passos

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Rouba, mas faz, é isso mesmo!?



Alguns adjetivos eleitos pela sociedade e que soa como normalidade é preocupante pelas razões que está por detrás. E um deles é, “o rouba, mas faz”. E essa qualidade é dada a muitos políticos tanto da esfera do executivo quanto legislativo, como uma justificativa a defender um determinado nome por conta dos interesses sórdidos.
E infelizmente este slogan não é privilegio de poucos, há muitos políticos adeptos a corrupção que levam a sério essa máxima, e por incrível que pareça, continuam sendo eleitos periodicamente por razões diversas, como pelo assistencialismo tão quanto pelo medo do coronelismo que ainda impera em muitas regiões do País.
Certamente muitos conhecem a passagem bíblica que diz que não pode servir a dois senhores ao mesmo tempo. E lamentavelmente essa pratica de fazer pelo povo, mas embolsar quantias acontece ao longo de eras da historia humana, o que desde então tem afetado a vida das pessoas quanto à qualidade dos serviços essenciais a manutenção de uma vida mais digna, mas que esta em  franca falência principalmente no país.
E é uma pena que essa realidade esteja presente nos tempos contemporâneos, onde a tecnologia e a modernidade trouxeram maior acessibilidade à informação e até mesmo a formação do senso crítico entre as pessoas. E claro que essa situação não é somente culpa do povo que não busca informação, afinal os mandatários detentores do poder acabam dificultando o cidadão a ter acesso ao esclarecimento mais honesto e para que a população não forme livremente a sua opinião critica.
E nos últimos anos temos visto uma sociedade mais participativa e critica o que tem incomodado estes “poderosos” que estão tendo de mudar o discurso, com a dita “nova política”, onde devemos redobrar a atenção quanto ao que esta por traz desta neopolítica.
Infelizmente ainda estamos longe de um ideal, mas estamos a caminho, e quem sabe um dia poderemos ir às urnas com mais interesse e maior esperança.

Marcelo Passos

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Essa tal de liberdade !?



O nosso Brasil sempre foi marcado por muita recessão, domínios, excessos, golpes e enfim, o Brasil em mais de 500 anos de historia pós Cabral, sempre se viu refém de atos praticados por uma classe dita dominante que detém parte do poder econômico em detrimento a carência e as mazelas de uma sociedade .
O país já atravessou diversas formas de governo, mas ainda não encontrou um estilo ideal a favor dos brasileiros e seus agregados. Certamente todos têm uma preferência especifica, mas, qual a identidade melhor para o desenvolvimento de uma nação? A democracia de certo é a mais aceitável, desde que os seus princípios mais importantes sejam colocados em pratica. E ao contrario que vive a nossa pátria amada, a dita democracia a muito tempo cometido faltas graves e que tem afetado decisivamente a vida de todos por conta da libertinagem e da imoralidade instalada e praticada em todos os setores da sociedade brasileira.
A democracia representa a liberdade, mas claro com seus limites. E o que vemos há muito tempo são os excessos praticados. E essa preposição é vista pelo ódio que esta nos olhos das pessoas que não estão mais respeitando este princípio, ou seja, acabou o direito de pensarmos e expressarmos com liberdade aquilo que acreditamos. E ao invés de debater de forma sadia os temas contraditórios muitos preferem o embate sangrento.
Lembrando que a democracia não esta restrito apenas aos governantes, a nossa parte é primordial para que haja harmonia com todas as diferenças.

Marcelo Passos


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Que nova política é essa?



Muito tem se falado da nova política, talvez um discurso novo, moderno, publicitário e articulado para convencer e a agradar o eleitor a acreditar nas velhas e antigas promessas eleitoreiras em nome do poder a qualquer custo.
Na última eleição este slogan fora muito utilizado por candidatos, alguns obtiveram êxito e outros não. E com essa nova estratégica têm aparecido nomes conhecidos e anônimos no cenário político com discursos inflamados, agressivos, falando o que o povo quer ouvir como a esperança de dias melhores.
Agora, que nova política é essa? Seria um nome apolítico? Uma nova cara? A evidência de partidos até então considerados pequenos? E a velha pratica em que o executivo tem sempre que negociar com o legislativo a aprovação de medidas e leis que poderiam beneficiar e melhorar significativamente a vida da população? Basta ver as últimas negociações da presidência com o congresso nacional para a aprovação de algumas reformas e outras medidas em que as emendas parlamentares foram liberadas ao parque de diversões das negociatas eleitoreiras?
Infelizmente essa dita nova política ainda tem muito pouco a oferecer neste momento, muitas coisas precisam ser mudadas em nosso país a poder dizer que estamos mudando para melhor. Mas quem sabe das cinzas da tragédia política instalada em nosso país não esteja surgindo algo de bom para um futuro, mesmo que distante, mas eficaz? Mas vamos ficar mais espertos.
E é claro que realmente há muitos candidatos bem intencionados e que querem de fato fazer algo de bom a sua sociedade, mas fiquemos atentos, pois há aqueles lobos que se revestem em pele cordeiro.


Marcelo Passos

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Esta chegando...



Em alguns meses estaremos nos deslocando aos colégios eleitorais para a escolha de deputados federais estaduais e distritais, governadores, presidente da republica e dois senadores. É o exercício da “democracia” obrigatória.
E o que será que podemos esperar do nosso país quanto ao futuro político em meio a tantos escândalos, crises, ódio, descrença, corrupção e muitas outras incertezas? Pois são esses são os sintomas que oferece o Brasil.
Infelizmente não há outra forma de condução dos nossos interesses a não ser pela política governamental. Precisamos de lideres a representação popular para atender os anseios sociais, mas em meio a tanta imoralidade pública fica difícil confiar e escolher alguém. E nos últimos anos o Brasil tem sido marcado por muita desconfiança e escândalos de corrupção generalizada em todos os setores da sociedade.
O retalho das leis traz muitas incertezas na vida do cidadão, pois nunca se sabe até onde a lei define o que é certo ou errado, enquanto uns sofrem com o peso da balança outros desfrutam da sua leveza, sendo que crimes afins são julgados na mesma seara. Diz que a lei é para todos, será mesmo?
Embora as definições das penas aos homens públicos estejam na mão do judiciário, ou seja, eles que definem o rumo do parlamentar ou do executivo e até de membros do judiciário, cabe ao cidadão o julgamento maior, ou seja, não reelegendo os maus políticos. E se a lei traz incertezas neste caso, caberá o eleitor o crivo final, ou seja, negando o seu voto aquele que não honrou com o cargo confiado.
É claro que todos nós temos erros e acertos, não somos seres infalíveis, mas convenhamos, que a muitos erros que podem ser evitados, dentre eles o crime de corrupção.
O sentimento de muitos é pelo voto branco e nulo, o que já aconteceu de forma recorde na ultima eleição, afinal de contas a revolta popular é justa. Agora, é preciso ter uma atenção especial e responsável para com o processo eleitoral e político do país. Se você vota branco ou nulo, outros votarão em alguém. Lamentavelmente a negação do voto não é contabilizada para anular uma eleição, mas serve de filtro e alerta aos homens e mulheres do poder em que, para reconquistar o eleitor estes deverão mostrar um serviço possível e eficaz, caso contrario a rejeição continuará.
Pois bem, vamos fazer a nossa parte e ter uma atenção maior para com as promessas que nos fazem habitualmente, há muitos serviços espantosos que sempre são prometidos nesta época e passado o pleito o imbróglio continua sem solução.
É evidente que qualquer governante terá desafios frente a sua administração, afinal são anos de maus tratos do poder público para com a sociedade, e arrumar toda a bagunça não é fácil e não será num passo de mágica que tudo resolverá, mas é preciso começar e dar continuidade.
Por isto, vamos pensar em nós no presente e no futuro. E a responsabilidade pública não é apenas dos governantes, afinal de contas quem os elege? E um mau governante é refletivo diretamente em todos nós que sempre acaba pagando a conta pelo desgoverno.


Marcelo Passos

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Amordaça ao idealismo político



O idealismo político é sem duvidas um sentimento nobre na vida de qualquer cidadão, principalmente quando seus anseios estão voltados ao bem comum. A diversidade política mostra que todos podem oferecer algo de útil a sua sociedade, mesmo que para isto tenham que rolar em cascalhos a defender sua tese e idéias.
Alguns idealistas infelizmente nada mais serão de que uma voz ecoando no deserto das idéias, pois muitas de suas convicções ferem interesses opostos de que um dia chamamos de bem comum do poder público.
O mundo dito globalizado vive de especulações econômicas e interesseiras em nome do poder a qualquer custo, e que o cargo ocupado; que era para servir totalmente a comunidade; se torna um balcão de negócios interesseiros, onde qualquer outra idéia contraria ou que vá contra os interesses mais escusos acabam morrendo suplicante  em uma vala solitária da vontade.
Em nossa pátria, há muitos que tem o desejo de fazer algo de útil a sua sociedade, e muitos têm o desejo ao pleito público, pois no Brasil para que qualquer cidadão possa gerir os anseios sociais a níveis governamentais, este é OBRIGADO a se filiar a uma agremiação afim. A filiação partidária é de todos os males o menor, ocorre que, quando este decidir e ou mesmo manifestar a sua vontade, de certa forma é obrigado a seguir as cartilhas partidárias que são desenvolvidas por poucos à imposição estatutária se quiserem chegar a algum lugar, ou seja, é o inicio do processo da derrocada de algumas boas idéias. Afinal de contas o poder para o partido político é muito mais importante do que os desejos sociais e coletivos que ficam em planos secundários.
Cada pessoa tem a sua impressão digital, não há nenhuma identidade igual, ou seja, todos têm alguma coisa especial a oferecer. E cada um de nós certamente tem uma idéia a favor do Brasil, mas será que deixam você colocá-las em pratica? Bem vindo ao Brasil dos partidos políticos e das idéias tolhidas contra a nação.
Duvidam? Então chega a alguma agremiação, expresse suas idéias e vêem se te deixam executá-las livremente, mas com cuidado, pois suas idéias podem ser ótimas e ainda serem usurpadas, para não usar outro adjetivo.
Sou contra os partidos políticos? Não, apenas contra a demagogia, a obrigatoriedade e o monopólio em uma nação dita democrática em que, você é livre para ter idéias, mas que é obrigado a entrar num jogo muito estranho.


Marcelo Passos

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

O poder a todo custo




O ser humano é sem duvidas uma figura muito complexa e ao mesmo tempo contraditória, e por vezes um ser muito perigoso, principalmente quanto ao desejo de se chegar ao poder a qualquer custo. E essa realidade não é de hoje e ao recordarmos a historia do mundo e suas colonizações, vemos que muitos tomaram o poder levando em consideração a inocência, a ignorância e a fraqueza de nativos, empunhando armas e ludibriando povos com as promessas vagas aos seus interesses mais escusos.
Com o passar de eras essa pratica do poder a mão de ferro foi se modernizando, pois de certa forma as leis foi ficando mais “equiparadas”, o que de alguma forma mascarou a dita igualdade, mas que não erradicou a violência e até mesmo os excessos por parte do poder.
E o aprimoramento do poder trouxe a demagogia como palco das disputas em que, a palavra e a mentira tornaram-se habito ao interesse pessoal e não importando se será descoberto, o importante é chegar ao poder.
A vida pública cada vez mais tem se tornado palco de rinhas intermináveis de debates odiosos, mentirosos, desrespeitosos, agressivos e vergonhosos, mentem e ainda desclassificam uns aos outros de forma vil, tudo em busca do seu voto, nada mais. A guerra pelo poder torna o homem um ser limitado, mesmo detendo conhecimentos culturais e intelectuais diferenciados, mas pequeno diante a importância do que é o cargo pleiteado. Afinal de contas o poder público é a extensão da vontade popular, é nele que esta depositada a esperança do povo de ter algo melhor, mas que é tolhido pelos interesses egoísticos.
E com a proximidade das eleições a imoralidade fica ainda mais indecorosa, lançam-se mentiras e até mesmo muitos se tornam astrólogos, dizendo e prevendo que um eventual governo de um ou de outro não será tão bom quando o seu por razões diversas.
É claro que nem todos os pleiteantes são imorais, há muita gente boa se candidatando e querendo fazer algo de útil para a sociedade, como muitos já fazem sem ter algum cargo político como bandeira, o faz por amor e vontade. Evidente que não detenho nenhuma verdade absoluta para dizer o que é certo ou errado, mas tenho interesse em trabalhar, andar pelas ruas com segurança, quero poder ter o direito a um bom serviço público nos anseios das minhas necessidades, e você não?
Por isto é importante escolher alguém de qualidade, pois não há algum outro meio senão através da política para buscar as mudanças de que tanto queremos.
Certamente há aquela outra indagação, ou seja, a situação dos homens públicos esta é tão difícil que não encontro alguém para eu votar, e lhe digo, se fizermos um pouco mais de esforço, procurar saber um pouco mais do seu possível candidato, saber dos seus direitos quanto cidadão, ser mais participativo verá que encontrará alguém sim, pode ser difícil, mas há.


Marcelo Passos

Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...