quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

BH enfrenta temporada de calor e sem chuvas







As altas temperaturas registradas em Belo Horizonte e Região Metropolitana, nos útlimos dias, devem continuar. A onda de calor que atinge a capital mineira veio acompanhada de uma estiagem que já dura uma semana.



De acordo com o meteorologista Ruibran dos Reis, a temperatura dos últimos dias circula em torno dos 31ºC, dois acima do normal esperado para fevereiro. Entretanto, termômetros espalhados pelas ruas da capital chegaram a mostrar 34ºC nesta terça-feira.



O veranito - como são chamados os dias consecutivos de calor e estiagem - deve durar, pelo menos, até o carnaval. Há previsão para chuvas isoladas e rápidas durante o próximo final de semana mas, ainda segundo Ruibran, a temperatura não deve abaixar muito.



A escassez de chuva é mais grave em outras regiões de Minas Gerais. No Leste e no Norte do estado, o período seco dura 15 dias. A sensação de calor aumenta ainda mais por causa das noites quentes. "As temperaturas registradas durante a noite são cerca de 3ºC acima do normal", diz Ruibran.


sábado, 30 de janeiro de 2010

Lojas têm movimento maior no último fim de semana com IPI reduzido para linha branca

Lojistas estimam que vendas serão até 50% maiores do que na última semana







Muitos consumidores aproveitam, em Brasília, o último final de semana com redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para procurar geladeiras, fogões e máquinas de lavar com preços que caibam no orçamento. Alguns lojistas estimam um movimento 50% maior do que o do último final de semana até amanhã, quando alguns shoppings e supermercados funcionam.



O gerente comercial de uma dessas lojas de varejo, localizada em um dos maiores shoppings da capital federal, Alessandro Silva, vê com otimismo as vendas deste final de semana. Segundo ele, os consumidores que esperavam liquidações com o anúncio do fim do estímulo à chamada linha branca correram às lojas para realizar suas compras.



“Muita gente que estava esperando por liquidações na semana que vem anteciparam suas compras. Hoje, nós tivemos um aumento de 10% a 20% na compra de produtos da linha branca. Ninguém quer pagar mais caro”, disse.



A partir de segunda-feira (1º), segundo ele, não haverá mais redução de IPI e a tendência dos preços é voltar à normalidade, ou seja, aos valores cobrados antes das medidas do governo. “Quem tiver de comprar deve aproveitar a oportunidade para comprar com preços mais baixos.”



Entre os produtos da linha branca, os refrigeradores e lavadoras são os mais procurados. “Esperamos que o governo reveja sua posição [de não prorrogar a redução do IPI]”, disse. A loja onde Silva trabalha costuma receber 3 mil pessoas, mas ele espera, por causa do fim da redução do IPI, um movimento próximo a 4,5 mil consumidores.



Marcela Sampaio, assistente administrativa, é um desses consumidores. Quando soube do fim da redução do IPI, correu ao shopping para comprar um máquina de lavar. Ela acha que os preços caíram bastante após a medida e lamenta o fim do incentivo. “Vai ser ruim para a gente, que tem oportunidade de comprar com o preço mais baixo e, agora, com o IPI mais alto, vai ficar difícil.”



Outra consumidora, Agda Glória da Cruz, funcionária pública, comparava preços em busca de um novo fogão. Para ela, paga-se muito imposto e no final o valor real do produto termina sendo mascarado.



Ela lamentou o fim do IPI porque vai tirar também o estímulo à compra de produtos considerados ecologicamente melhores. “Eu entendo isso como um descompromisso com a questão da preservação do planeta e do ambiente. Porque isso é uma força que pode contribuir para minimizar o aquecimento e outros fatores que vêm influenciando na desarmonia e destruição do planeta”, ressaltou.



Ontem (29), o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, também criticou a decisão do governo de acabar com a redução do IPI da linha branca.



A Eletros reúne os maiores fabricantes de eletrodomésticos e eletroeletrônicos de consumo do país. Segundo Kiçula, se a medida for confirmada, a maior preocupação é a falta de estímulo que isso pode provocar na fabricação dos produtos do chamado “selo verde”, que, desde o final do ano passado, tiveram redução proporcional do IPI por serem consumirem menos energia.



Kiçula avalia que foram bons os dez meses de redução do IPI para o setor, já que houve crescimento de vendas de lavadoras de roupa (25%), fogões (6%) e refrigeradores (20%) em comparação com 2008.



O fim dos estímulos fiscais para a compra de eletrodomésticos da linha branca foi anunciado em Zurique, na Suíça, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que foi à Europa participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, no mesmo país.



A vigência da redução do IPI para esses eletrodomésticos termina amanhã (31), depois de ter sido prorrogada no final de outubro. O motivo alegado é que a economia vem se recuperando e não existe mais a necessidade de incentivos que mantenham os impostos reduzidos em vários setores, como o de eletrodomésticos e automotivo.



Essas medidas foram adotadas para ajudar o Brasil a enfrentar a crise econômica mundial, que teve maiores impactos no país no último trimestre de 2008, mas provocaram queda de arrecadação ao longo do ano passado.



quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Projeto Escola Viva, Comunidade Ativa já atinge 440 mil alunos

Proporcionar tranqüilidade e condições básicas de ensino a todas as escolas estaduais para que o processo de aprendizagem aconteça é uma das preocupações da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG). Por isso, em 2004, a SEE criou o projeto Escola Viva, Comunidade Ativa visando o fortalecimento das escolas que se localizam em áreas urbanas, com população de vulnerabilidade social e sujeitas a índices expressivos de violência.

Em 2010, seis anos após a sua implantação, a previsão de gastos com ações restritas ao monitoramento do projeto é de aproximadamente R$ 3,9 milhões, além dos investimentos complementares como reformas, mobiliário, material escolar que são custeados por outros setores da SEE. Outra meta do Escola Viva, Comunidade ativa para este ano é reforçar o projeto complementar “Abrindo Espaços”, que movimenta cerca de 250 escolas que desenvolvem atividades para a comunidade nos finais de semana.

Em toda Minas Gerais, 504 escolas da rede estadual fazem parte do Escola Viva. São cerca de 440 mil alunos beneficiados pelo projeto. Apenas na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o projeto atinge 221 escolas em um universo de 360 mil alunos. Entre as ações desenvolvidas dentro do projeto estão a realização de oficinas de pinturas, práticas esportivas e atividades culturais. Com o desenvolvimento dessas medidas, espera-se que haja uma identificação da comunidade com a escola que dela faz parte.

Prática

A Escola Estadual Aarão Reis, no bairro Madre Gertrudes, em Belo Horizonte, participa do projeto desde o início, em 2004. Com a escola aberta aos finais de semana, alunos e moradores da comunidade participam de aulas de futebol, vôlei, dança e aulas de percussão. “A nossa escola fica aberta de segunda a segunda. A comunidade é que toma conta da escola”, explica a diretora Coraci Sueli Silvério Souza. Além da prática esportiva e cultural, a escola conseguiu que o Juizado de Conciliação atendesse a comunidade três vezes por semana, no próprio espaço escolar.

O sucesso do Escola Viva, Comunidade Ativa também está nas parcerias e atividades executadas. O trabalho junto ao “Valores de Minas”, programa do Servas e do Governo de Minas, promoveu a capacitação de professores de artes, além de servir como referência nas áreas de musica, teatro, dança, artes plásticas e arte circense aos alunos, geralmente do Ensino Médio. A parceria existe desde 2005. Entre este ano e 2009 o “Valores de Minas” atendeu a cerca de 2,5 mil alunos do Escola Viva, Comunidade Ativa.

Outra ação em conjunto no ano de 2009 foi com o projeto Amigos da Escola, da Rede Globo. Com a parceria, as escolas do projeto, ao abrirem aos finais de semana, buscam a disseminação da cultura do voluntariado educativo.

No ano de 2009, o projeto possibilitou o envolvimento de alunos da rede estadual em várias atividades culturais. Entre elas, a participação no Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI 2009), a oportunidade de ver o espetáculo “De banda pra lua” do grupo Armatrux, a presença de professores no Fórum das Letras de Ouro Preto e até mesmo a apresentação da Orquestra Brasileira de Minas Gerais, que conta com alunos da Escola Estadual Padre João Botelho e da Escola Estadual Engenheiro Francisco Bicalho, no projeto “TIM Música nas Escolas”.







segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tiradentes - Cinema em transformação

Artistas e profissionais do meio celebram conquistas da produção nacional, obtidas graças à crescente mobilização, articulação e organização











O velho lema da união que faz a força tem sentido também para a cultura. Um dos setores que melhor compreende a dimensão do dito popular, o audiovisual começa o ano comemorando conquistas importantes, que contemplam atores, produtores, cineastas e realizadores de todo o país. Graças à capacidade de articulação, organizações e coletivos conseguem assegurar melhores condições para o desenvolvimento do cinema nacional, que ainda enfrenta dilema antigo, da busca por identidade, mas que, sem dúvidas, revela melhorias significativas de qualidade estética, conteúdo, capacidade de distribuição e mobilização. Com espectadores cada vez mais numerosos e exigentes, o setor se organiza para atender às expectativas e continuar surpreendendo, de forma positiva, plateia cativa, heterogênea e interessada no que a sétima arte tem a dizer no Brasil.



“Nosso cinema está em constante transformação, buscando linguagem própria, formas mais eficientes de distribuição, discutindo espaço, formato, produção. De certa forma, essas questões são as mesmas de sempre, mas, com certeza, avançamos no sentido da qualidade”, afirma Lázaro Ramos. O ator, protagonista do emblemático Madame Satã, atuou em outros sucessos como O homem que copiava, Carandiru e Ó pai ó, é um dos mais aclamados atores negros de sua geração – no cinema e na teledramaturgia – e se prepara para exibir a quinta temporada do programa Espelho, no Canal Brasil. Artista convidado da 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes, o ator baiano atribui ao poder de articulação boa parte das conquistas do setor. “Hoje temos mais salas de exibição, mesmo que elas ainda sejam insuficientes, e projetos interessantes, que levam o cinema a lugares do país onde jamais se imaginava, como São Francisco do Conde, onde nasceu minha família, no interior baiano. A arte não se desenvolve na informalidade e a institucionialização tem sido um instrumento relevante”, afirma.



A atriz pernambucana Hermila Guedes, de Cinema, aspirinas e urubus, de Marcelo Gomes, e O céu de Suely, de Karim Aïnouz, entre outros longas, participou também dos especiais de TV como Por toda minha vida e da série Força tarefa, da Rede Globo, além de produções no teatro (A duquesa dos cajus, de João Ferreira e Noite feliz, de Carlos Reis e Lúcio Lombardi). Ela concorda com o amigo Lázaro Ramos e acrescenta que, quanto mais o cinema nacional se desenvolve, maiores são as demandas e os desafios a serem enfrentados por todos. “Tratar dessas questões de forma coletiva ajuda a pensar soluções para as dificuldades. É importante e necessário ter consciência disso”, argumenta.



Fórum



Diretor-executivo do Fórum dos Festivais, que reúne dezenas de entidades e artistas nesta segunda, em Tiradentes, para discutir questões relativas ao setor, fazer balanço das ações realizadas em 2009 e estabelecer metas para este ano, Antônio Leal aponta conquista importante com relação à reforma da Lei Rouanet, proposta pelo Ministério da Cultura. “O novo texto, sugerido pelo governo, em março do ano passado, não contemplava festivais, cineclubes, atividades de formação, preservação, games, novas mídias e tudo o que diz respeito ao cinema não-comercial. Foi o Fórum dos Festivais que identificou essa falha. Passamos meses nos mobilizando, discutindo com o Ministério e essa articulação teve por consequência a criação do Fundo Setorial de Incentivo à Inovação e à Cultura Audiovisual”, afirma o diretor. Há poucos dias, o governo federal assegurou que serão destinados recursos que podem chegar a R$ 100 milhões para esse fim, especificamente.



Com essa resolução, explica Leal, espera-se garantir a continuidade de trabalhos já iniciados e implementar outras ações necessárias para a consolidação do cinema brasileiro. A criação do fundo representa para o coletivo o “esforço que vale a pena”, já que a dedicação voluntária nas reuniões converteu-se em benefício para todos. Outros temas serão contemplados no debate de hoje promovido pela mostra, como a criação de certificado de qualidade, a ser conferido pelo Fórum dos Festivais. O grupo também comemora uma década de atuação institucional. “Nosso balanço é muito positivo. Nestes 10 anos, crescemos com qualidade, motivamos reflexões relevantes, mantivemos o debate em torno das principais questões relativas ao cinema nacional e preservamos circuito com mais de 200 festivais, que são tão diversos quanto a cultura”, avalia Antônio Leal.



Nesta terça, a Mostra de Cinema de Tiradentes promove Encontro Nacional da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual, no qual será elaborada a Carta de Tiradentes 2010. Haverá também discussão de temas como função social da entidade, estratégias institucionais e sugestões para a programação do Encontro Nacional de Acervos e Arquivos Audiovisuais para a 5ª Mostra de Cinema de Ouro Preto.



Sem fronteiras



O documentário Terras, de Maya Da-Rin, tem pré-estreia hoje, às 19h30, no Cine Tenda. O filme trata da reformulação dos espaços geográficos e a relativização das fronteiras, com o advento da internet. A diretora carioca busca a relação entre estes dois ambientes e seus reflexos no cotidiano.


sábado, 23 de janeiro de 2010

BH sanciona lei que proíbe animal em circo



Belo Horizonte fechou suas portas para circos que se apresentam com animais. O prefeito Marcio Lacerda (PSB) sancionou, quinta-feira, lei que proíbe a exibição dos bichos em espetáculos circenses. Os ambientalistas bateram palmas. “A capital entrou para o time das cidades que respeitam os animais. Ficaram no passado as cenas de maus-tratos aos elefantes, chimpanzés, girafas e cavalos. Não podíamos mais aceitar esses bichos fora do ambiente deles”, defende o assessor para assuntos da Fauna Urbana da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Franklin Oliveira. Já os circenses… “Não haverá mais circo no Brasil daqui a uns anos. Não há incentivo para a categoria. Só cortam as nossas atrações, como se todo circo maltratasse seus animais”, argumenta o diretor do circo Royter Spetacular, Royter Júnior.



A lei foi publicada quinta-feira no Diário Oficial do Município (DOM) e já está em vigor. Os circos que insistirem na estadia na capital terão cancelamento da licença de funcionamento e pagarão multa de R$ 5 mil. “Independentemente das condições físicas dos animais exibidos em circos, a história de treinamentos e da captura envolve muita violência e tratamento cruel, além do descumprimento de tratados internacionais como a Convenção Internacional sobre o Comércio da Flora e Fauna Selvagens”, relata Franklin Oliveira.



Outras capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, já têm leis similares. Em Minas Gerais, a proposta vai além de BH: Juiz de Fora, Montes Claros, Lagoa Santa e outras também lutam contra os maus-tratos de animais. “Nos circos, eles são privados da liberdade natural, vivendo em espaços minúsculos e muitas vezes insalubres. Muitos apresentam transtornos neurológicos com manifestação de movimentos repetitivos e olhar profundo”, conta Franklin. Ele diz ainda que a próxima batalha é contra os rodeios. “É um absurdo. As pessoas se divertem com os movimentos agressivos dos animais sem saber que são submetidos a choques e chicotadas para fazer aquilo. Infelizmente, o lobby de produtores de rodeio é maior e fica mais difícil barrá-los.”



No picadeiro, a elefanta Reina faz a festa da criançada. Ela é do time de artistas do Royter Spetacular, provavelmente o último circo a se apresentar legalmente com animais na capital. “Fico muito triste de ser a última vez que venho aqui. Tenho um filho mineiro, que nasceu aqui, aumentando minha ligação com a cidade. Não concordo com a lei. Em vez dela, deveriam fiscalizar os circos para punir quem maltrata os animais. O elefante faz parte do espetáculo e encanta as crianças. Visitamos lugares em que aos baixinhos nunca tinham visto um bicho tão grande. Reina é bem cuidada, dócil e já nasceu no cativeiro. Nem sobreviveria fora”, justifica Júnior.



O circo montou sua lona na Avenida Abílio Machado, no Bairro Alípio de Melo, na Região Noroeste, no início do ano, e tem licenciamento para ficar na cidade até 14 de fevereiro. Como a lei não é retroativa, o circo poderá exibir a elefanta Reina até sua última apresentação. “Temos outros artistas palhaços, trapezistas, equilibristas… A defesa dos contra animais é valorizar esses trabalhos. O circo tem que ter isso mesmo. Mas deve também alegrar as crianças com os animais. Aliás, sem animais só o Cirque du Soleil, que conta com mil benefícios do governo canadense. Aqui no Brasil, circo sem animal, fecha. Isso já ocorreu com vários”, relata Royter Júnior.




terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Investimentos confirmam diversificação da economia mineira


Novos investimentos de R$ 21,1 milhões, no Sul do Estado, foram anunciados, nesta terça-feira (19), ao Governo de Minas. O primeiro, de R$ 7,2 milhões, é da Sutek do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Eletroeletrônicos Ltda., que está instalando uma unidade destinada à fabricação e comercialização de equipamentos de informática, eletrônica e elétrica, em Santa Rita do Sapucaí. O segundo, no valor de R$ 13,9 milhões, é da CBS Hospitalar Ltda, que está implantando em Itapeva, um Centro de Distribuição de insumos médico-hospitalares, como luvas para procedimentos cirúrgicos, seringas e agulhas descartáveis, ataduras e curativos diversos, soros e algodão.

Apenas em janeiro, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) já assinou sete protocolos de intenções com empresas dos setores de energia (oito pequenas centrais hidrelétricas – PCHs - e uma termoelétrica de biogás), duas no setor de plásticos, uma na área de eletroeletrônica e a última do ramo médico-hospitalar. O total dos investimentos já é superior aos R$ 570 milhões.







O anúncio da Sutek do Brasil foi feito pela CEO Lin Liu Su Hua, ao secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico em exercício, Raphael Guimarães Andrade, durante a assinatura de protocolo de intenções. Já o protocolo de intenções da CBS Hospitalar foi assinado pelo presidente da empresa Odair dos Santos.



Sutek



De acordo com o cronograma de execução do projeto, o início das operações está previsto para março deste ano. O novo empreendimento irá gerar 72 empregos diretos. Segundo Lin Liu Su Hua, a empresa irá priorizar a mão de obra local. “Queremos aproveitar o potencial humano da cidade e contribuir para o desenvolvimento da mesma, treinando as pessoas para trabalharem conosco”.



Raphael Andrade destacou que a assinatura do protocolo contribui para que a cidade de Santa Rita do Sapucaí se torne referência tecnológica em Minas Gerais. “Esse setor tem um potencial muito grande de crescimento, o que colabora para que a região do Sul de Minas se consolide como o pólo eletrônico e tecnológico”, afirmou.



A Sutek do Brasil calcula que, ainda em 2010, o seu faturamento seja de R$ 600 mil. Já em 2011, a empresa planeja crescer ainda mais, alcançando um faturamento de R$ 1,6 milhão e em 2012, R$ 3,6 milhões. O secretário em exercício acrescentou que essa iniciativa irá render bons resultados tanto para a empresa quanto para o Estado de Minas Gerais. “Temos certeza que esse é um casamento que irá dar certo e durar muito tempo. Cada vez que assinamos protocolos como este, reafirmamos a nossa missão de contribuir com o desenvolvimento do Estado, dentro da meta do governador Aécio Neves”.



A implantação da Sutek do Brasil em Santa Rita do Sapucaí inclui a fabricação e montagem dos seguintes produtos: gabinetes para máquinas computadores, caixas de som, fontes de alimentação, fones de ouvido, teclados e mouse.



A Sutek do Brasil surgiu a partir da Maxxtro, que está instalada em São Paulo, com uma linha de produtos diferenciada e da mais alta qualidade para o mercado brasileiro de tecnologia da informação. Voltados para os mais diversos públicos, do iniciante ao usuário profissional, do usuário doméstico às grandes empresas, os produtos da Maxxtro foram criados para maior conforto, performance nas mais diversas condições de uso.



A Sutek do Brasil segue a mesma linha da Maxxtro, que ao completar seus dez anos mantém fortes parcerias com o mercado com novas linhas como Estojos de armazenagem RAID, teclados multimídia, produtos sem fio, gabinetes com LCD e muito mais, fortalecendo em conjunto o trabalho social desenvolvido.



CBS Hospitalar



Na primeira fase do projeto, a CBS adquiriu um terreno de 60 mil metros quadrados e área construída de 3,2 mil metros quadrados por R$ 3,1 milhões. Na segunda fase, que tem início nesta quarta-feira (20), serão construídos mais 7,6 mil metros quadrados, com a conclusão das obras prevista para novembro de 2010.



O presidente da CBS, Odair dos Santos, informou, durante a assinatura do protocolo, que deverão ser gerados 60 empregos diretos e outros 60 indiretos, preferencialmente de mão de obra local. O faturamento previsto é de R$ 38 milhões ainda este ano. Para R$ 2011, a meta é faturar R$ 90 milhões e em 2012 atingir R$ 120 milhões.



Sediada na cidade de São Paulo, a CBS deseja transferir 80% de suas operações para Minas Gerais, com a instalação do centro de distribuição. “As condições concedidas pelo Estado nos asseguram competitividade para atender o mercado nacional”, explicou Odair.



A empresa opera desde 1977, atendendo hospitais, clínicas e órgãos do Governo. Trata-se de uma empresa no ramo atacadista e distribuidora da linha de produtos médicos hospitalares, odontológicos e laboratoriais. Atende todo o território nacional e aos países do MERCOSUL.


Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...