sábado, 19 de maio de 2012

Aécio propõe agenda para os próximos 20 anos

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Um dia após o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), ter declarado que o senador Aécio Neves será o candidato dos tucanos a presidente em 2014, o ex-governador de Minas fez discurso de candidato no Recife.

Aécio afirmou que o PSDB prepara uma agenda de desenvolvimento para os próximos 20 anos, que prevê a introdução de uma gestão pública de qualidade na máquina federal. "Isso não acontece hoje", avaliou, ao pregar também a necessidade de "uma visão mais pragmática da política externa a favor dos interesses do Brasil e não de alinhamento ideológico, a meu ver atrasado", disse.



"O PSDB tem essa responsabilidade e essa autoridade", disse Aécio, em entrevista concedida no início da noite, na entrada do Palácio do Campo das Princesas, onde foi visitar o governador Eduardo Campos (PSB) antes de participar da abertura de um congresso de mulheres do PSDB.

Candidato. Aécio estava acompanhado do presidente nacional do partido, senador Sérgio Guerra, que já o lançou como candidato preferencial do partido à Presidência da República.

Segundo Aécio, ao comemorar a maioridade do Plano Real, em junho o partido vai revisitar a sua história. Ele lembrou que o partido vive um momento de fortalecimento da sua estrutura, começa a renovar o seu discurso, atualizar suas propostas e se colocar como alternativa real ao modelo de gestão adotado hoje no País.

Amigo do governador Eduardo Campos, com quem disse ter proximidade de visão sobre o Brasil e o mundo, Aécio adiantou que não iria tratar de alianças futuras no encontro, mas de alianças pontuais, já que o PSDB apoia candidaturas do PSB em cidades de vários Estados - a exemplo de Belo Horizonte e Curitiba - e tem o apoio dos socialistas a candidatos tucanos em centenas de pequenas cidades brasileiras.

O encontro estava marcado para as 17 horas, mas Eduardo Campos, que participou de reunião de governadores para tratar da questão da seca, em Fortaleza, no Ceará, atrasou. Avisado do atraso, Aécio chegou ao Palácio do Campo das Princesas pouco depois das 18 horas, mas ainda assim esperou em torno de uma hora pelo governador.

CPI do Cachoeira

Sobre a decisão da CPI do Cachoeira, de não convocar os governadores de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT) e do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) para depor, o senador tucano limitou-se a afirmar que "se os indícios forem muito fortes", os governadores devem ir (à CPI). "Mas não apenas de um partido."

Aécio destacou ainda que, no início da formatação da CPI, o PSDB propôs a divisão do comando da comissão.

Com a sempre doce educação Mal humorada, Luana Piovani "saúda" fotógrafos com gesto obceno. Veja





Luana Piovani acordou com o pé esquerdo nesta sexta-feira, 18. Ao ser flagrada enquanto caminhava na orla de Ipanema, Rio de Janeiro, na tarde de sexta-feira, 18, a atriz fez questão de “saudar” os fotógrafos com um gesto obsceno.


A atriz, que trajava boné, moletom amarrado na cintura e roupas largas, parecia não conseguir abandonar a cara fechada ao percorrer o calçadão. Será que Dom não tem deixado a bela dormir?


http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_9/2012/05/18/ficha_mexerico/id_sessao=9&id_noticia=53263/ficha_mexerico.shtml

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Aécio Neves: "O governo gasta mal e planeja pouco"



O senador Aécio Neves (PSDB‐MG) desembarca hoje na capital pernambucana tendo como ancho uma reunião do PSDB Mulher com vistas às eleições municipais. Mas, na verdade, a visita é bem mais que isso. Nesta entrevista exclusiva, concedida ontem em Brasília, Aécio joga a semente do que pretende semear no Nordeste, sem deixar de soltar uma ironia em relação ao Brasil Carinhoso, lançado no início da semana pela presidente Dilma. “Isso seria um gesto carinhoso para o Brasil, principalmente, com as crianças brasileiras, em especial do Nordeste. Desonerar as empresas para que elas possam investir em saneamento básico”, diz ele. Sua fala no encontro das mulheres promete soar ainda como música para os prefeitos de todos os recantos do Brasil que vaiaram Dilma na última terça‐feira: “Nossa proposta terá sempre como base o fortalecimento de estados e municípios, uma distribuição mais justa do bolo tributário. O Brasil vive um processo crescente e perverso de concentração de receitas nas mãos da União, nos transformando quase que num estado unitário. Queremos é tirar da paisagem nacional as marchas constantes de prefeitos pedintes em Brasília”, diz. A seguir, os principais trechos da entrevista.

O que o senhor leva de projeto para o Nordeste nesta viagem?

O PSDB vive um processo de reorganização das suas forças. Tivemos reuniões nos últimos meses do movimento jovem, em São Paulo, do movimento sindical do partido, em Goiás, Fizemos alguns seminários importantes sobre economia no Rio de Janeiro e faremos agora o grande encontro das mulheres no Recife. É a oportunidade de mobilizarmos as mulheres do PSDB especialmente com foco nas eleições municipais deste ano. Estamos estimulando uma participação cada vez mais profunda das mulheres, tanto na formulação dos projetos do PSDB, sobretudo no campo social, quanto a presença efetiva das mulheres como candidatas aos vários cargos que vão estar em disputa este ano. Terei também nesta sexta‐feira uma reunião com o governador Eduardo Campos, com quem tenho uma relação pessoal antiga. Tenho um orgulho muito grande de ouvir sempre do governador Eduardo que muitos dos projetos hoje desenvolvidos em Pernambuco, principalmente na área de segurança pública, foram inspirados em nossa gestão em Minas Gerais, no projeto Fica Vivo. Pernambuco tem alcançado índices importantes na diminuição da criminalidade, em parte, pela boa aplicação desses projetos cuja origem e inspiração se deram em Minas Gerais.

Nesse encontro com o governador, existe aí alguma conversa política para o futuro?

Converso permanentemente com o governador. Temos uma aliança com o PSB em vários estados brasileiros, a começar por Minas Gerais. Lá, desde a minha primeira eleição o PSB participa do nosso governo e das nossas campanhas. Apoiamos há quatro anos um nome do PSB para prefeitura da capital do estado. Obviamente, tenho que respeitar e reconhecer hoje o alinhamento do PSB com o governo federal, mas o futuro a Deus pertence. Jamais deixarei de ter uma interlocução muito qualificada com o governador Eduardo Campos. Até porque nós temos, em várias questões e vários temas, uma visão comum. A identidade é muito grande.

O senhor então, por conta dessa identidade, não descarta a possibilidade de uma aliança entre PSDB e PSB? O senhor acredita que o PSB é capaz de deixar o PT e toda a força que Lula tem no Nordeste por uma aliança com o PSDB?

Hoje, o alinhamento natural do PSB é com o governo federal. Não obstante, instâncias regionais do PSB estarão próximas a nós naturalmente. Não cometeria a indelicadeza de, ao fazer uma visita ao governador Eduardo Campos, falar de alianças futuras. Mas acredito muito nas coisas naturais na política: sempre que existe identidade de propósitos, de visão de país e de mundo, as conversas avançam com muito mais celeridade. Mas repito: respeito o alinhamento hoje do PSB com o governo federal, mas vamos continuar sempre conversando e fazendo parcerias em favor do Brasil. Já fizemos parcerias lá atrás, no momento em que eu era governador, e recebi o governador Eduardo Campos por várias vezes em Minas Gerais e vamos continuar fazendo no futuro. Acho que administração pública eficiente é aquela que sabe aproveitar os bons exemplos e adaptá‐los à sua realidade local. O governador Eduardo faz isso com maestria. Ele é sem dúvida um dos mais talentosos gestores públicos da nossa geração.


Por falar em gestão pública, comenta‐se que o governo federal nunca investiu tanto no Nordeste. Como o senhor avalia a atuação do governo federal na região?

Há muito por fazer. Quando se fala em gestão pública, os exemplos do governo federal não são os bons exemplos. Ao contrário, nós estamos vendo aí as obras do PAC em grande parte atrasadas. Eu citaria uma emblemática que é a transposição do São Francisco. Poderia citar outras, como a Transnordestina. Há uma paralisia grande no PAC pelo gigantismo da estrutura do estado. O PT, infelizmente, não investe em novos instrumentos de gestão qualificada. O governo federal não é um bom exemplo quando se fala de gestão pública de qualidade. O gasto excessivo do governo federal com a sua própria estrutura é que não deixa um espaço fiscal adequado até para que pudéssemos avançar na diminuição da carga tributária que é a grande mazela, o grande desafio que o Brasil tem a enfrentar hoje. No momento em que os gastos correntes do governo avançam numa velocidade maior que o próprio crescimento do PIB, da nossa economia, não sobra espaço fiscal para uma ação mais ousada na diminuição da carga tributária, que é o grande desafio que todos nós, juntos, temos que enfrentar. Repito: o governo federal gasta mal, de forma pouco planejada, e nesse quadro, por mais que haja boa intenção dos gestores do Nordeste, os dados ainda estão muito aquém das necessidades dessa região. Minas Gerais tem o seu Nordeste, por isso, temos uma familiaridade grande com o Nordeste brasileiro. Temos uma região do estado, Vale do Jequitinhonha, do Mucuri, que tem o mesmo índice de desenvolvimento humano, mesmo IDH do Nordeste brasileiro. Cito como exemplo o que fizemos lá: ao final do meu mandato, último ano, gastávamos três vezes mais per capita na região Nordeste do estado do que nas demais regiões. Esse era um bom exemplo a ser seguido pelo governo federal. Infelizmente, ainda não ocorre. A cada R$ 1 investido nas demais regiões, R$ 3 eram aplicados no Nordeste, em saúde, educação, segurança, saneamento. Esse é o grande desafio prioritário para enfrentarmos no Nordeste brasileiro: 50% dos domicílios ainda não têm saneamento. E o governo da presidente Dilma, infelizmente, não toma as medidas necessárias para que esses investimentos avancem. Na campanha eleitoral, ela se comprometeu em zerar as alíquotas de PIS/Cofins para dar mais fôlego para fazer investimentos e infelizmente isso não vem ocorrendo. Tenho uma Proposta de Emenda Constitucional tramitando no Congresso para zerar essas alíquotas. Mas, sem o apoio do governo federal. No último ano, as empresas de saneamento básico no Brasil inteiro pagaram mais impostos do que fizeram em investimentos. Isso não se justifica. Isso seria um gesto carinhoso para o Brasil, principalmente, com as crianças brasileiras, em especial do Nordeste. Desonerar as empresas para que elas possam investir em saneamento básico.

O senhor é visto como um pré‐candidato a presidente da República. Pretende levar já nesta viagem algum projeto específico para o Nordeste, além desta emenda que tramita non Congresso?

Certamente, teremos oportunidade de falar de alguns projetos e, principalmente, ouvir também algumas lideranças do Nordeste. Mas, certamente, vamos apresentar uma proposta que será discutida já nesse processo eleitoral de descentralização. Da refundação da Federação.  Estamos assistindo a um processo de aniquilamento dos municípios, que não têm mais condições eles próprios de enfrentar as suas dificuldades, as suas necessidades mínimas. Para se ter uma ideia, de tudo o que se gasta com segurança pública hoje no Brasil, 83% vêm do esforço de estados e municípios. Na saúde pública, há dez anos, o governo federal participava com 46% do total de investimentos. Hoje, participa apenas com 30%. E 70% são de estados e municípios. Isso apenas para citar dois números marcantes em áreas estratégicas para a vida das pessoas. Então, a nossa proposta terá sempre como base o fortalecimento de estados e municípios, uma distribuição mais justa do bolo tributário. O Brasil vive um processo crescente e perverso de concentração de receitas nas mãos da União, nos transformando quase que num estado unitário. Queremos é tirar da paisagem nacional as marchas constantes de prefeitos pedintes em Brasília, dando a eles condição de enfrentar eles próprios as suas necessidades. O governo, infelizmente, parece caminhar na direção oposta, fazendo com que essa concentração dê a ele o poder absoluto de definir a quem atender.

Marcio Lacerda cria Grupo Executivo para intervenções emergenciais no trânsito de BH



Gegat vai contar com a participação de diferentes secretarias da PBH e está aberto para participação da Setop, DER, Dnit, CBTU e das polícias rodoviárias militar e federal 

Foi assinado nessa quinta-feira pelo prefeito Marcio Lacerda, em Belo Horizonte, o Decreto nº14.908/2012, que institui a criação na cidade do Grupo Executivo de Gestão Articulada do Trânsito, o Gegat. O objetivo com o novo grupo é permitir maior agilidade nas decisões e medidas adotadas para solucionar os 'nós' no tráfego da capital.

"O Gegat deliberará sobre ações e intervenções emergenciais a serem conduzidas em situações temporárias adversas no trânsito, com objetivo de conferir maior rapidez à adoção de providências que garantam a melhoria das condições", explica o artigo 2º do decreto publicado nesta sexta no Diário Oficial do Município.


Participarão do grupo os secretários municipais de Governo e de Segurança Urbana e Patrimonial; o diretor-presidente da BHTrans e o superintendente da Sudecap. Fica facultada ainda a participação de membros da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas de Minas Gerais (Setop); do comando da Polícia Militar; do Departamento de Estradas de Rodagem (DER); do comando da Polícia Rodoviária Federal; do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT); e da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

Em sua decisão, Lacerda considerou "a necessidade de planejamento integrado entre as esferas de governo e adoção de ações governamentais conjuntas", dado os "impactos decorrentes do elevado crescimento da frota de veículos nos últimos anos anos" e a existência de obras públicas no Hipercentro e nos principais corredores de Belo Horizonte.

Sérgio Guerra admite que Aécio será nome do PSDB à Presidência


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O presidente do diretório nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), admitiu, ontem, que o partido deve lançar o senador mineiro Aécio Neves como candidato para a disputa presidencial de 2014. O pernambucano afirmou que a escolha será feita por meio de prévias, "mesmo que tenha só um candidato", mas adiantou que não há "nenhuma força no PSDB, hoje, que faça oposição ao Aécio dentro do partido".
Em discurso para empresários em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, Guerra declarou que "renovar o partido é fundamental" e que Aécio "tem uma visão contemporânea, democrática, (que) agrega e pode apresentar uma nova proposta para o país".

Guerra ressaltou, ainda, que, nas próximas campanhas, o partido não vai cometer o "maior dos erros" das últimas disputas, de não "assumir, com clareza, o governo de Fernando Henrique Cardoso".

Na quarta-feira, o ex-presidente do PSDB mineiro, deputado federal licenciado Nárcio Rodrigues, afirmou que, agora, é a vez de os tucanos de São Paulo apoiarem um nome do PSDB de Minas.
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Senador Aécio Neves: creches provam que PT não cumpre promessas



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O senador Aécio Neves vai participar do encontro nacional do PSDB Mulher, que reunirá a militância feminina e os principais líderes do partido.

O evento acontecerá em Recife, no próximo dia 18 de Maio.

Para o senador Aécio Neves, durante o evento não haverá como deixar de se cobrar do governo federal a promessa feita pela presidente Dilma de construir 6 mil creches públicas, uma reivindicação das mulheres de todo o Brasil. Em 2011, nenhuma creche foi concluída. No governo Lula também foram prometidas milhares de creches e apenas pouco mais de 200 unidades foram entregues à população. Esses dados foram confirmados no Congresso Nacional pelo próprio ministro da Educação, Aloízio Mercadante.

“Se desanimadores são os resultados verificados nos investimentos na infraestrutura do País, são também igualmente decepcionantes as realizações no campo social. Estamos avançando para o décimo ano do governo petista, segundo do governo Dilma, e pelo caminho vão ficando as promessas da campanha eleitoral, reduzidas a resultados medíocres, cujos números a contabilidade cruel dos fatos exibe a cada semana”, discursou recentemente o senador Aécio Neves da tribuna do Senado.

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Dilma é vaiada por prefeitos ao abordar divisão de royalties



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Brasília. A presidente Dilma Rousseff foi vaiada, ontem, pelos participantes da 14ª edição da Marcha dos Prefeitos, em Brasília. A vaia ocorreu no momento em que a presidente decidiu falar sobre a redistribuição dos royalties do petróleo.

Ao final do discurso de Dilma na abertura do evento, os prefeitos pediram que a presidente se manifestasse sobre o assunto e ela respondeu: "Vocês não vão gostar do que eu vou dizer". Em seguida, declarou: "Não acreditem que vocês conseguirão resolver a distribuição de hoje pra trás. Lutem para resolver a distribuição daqui pra frente". Os prefeitos não gostaram da fala e vaiaram Dilma.

Mais cedo, o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, havia feito um apelo a presidente e ao deputado Marco Maia (PT-RS), presidente da Câmara, para que colocasse em votação o projeto que trata da redistribuição dos royalties. "O petróleo é nosso, é da União, é de todos. Por isso, presidenta, por este atraso, os prefeitos deixaram de receber, só neste ano, R$ 3,5 bilhões", afirmou Ziulkoski.

Recursos. Durante o evento em Brasília, o presidente da CNM fez um discurso com uma série de reivindicações dos prefeitos ao governo federal e ao Congresso. Uma das reclamações tratava da falta de recursos das prefeituras para pagar o piso nacional de determinadas profissões. Ziulkoski citou como exemplos o piso dos professores e dos agentes comunitários de saúde: "Ninguém é contra o piso. Só que tem que ter um piso que dê para cumprir", disse.

Paulo Ziulkoski disse, ainda, que o prefeito que não pagar o piso será punido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e, por isso, poderá ser considerado ficha-suja. A presidente Dilma disse que ficou "muito preocupada" com o relato sobre o cumprimento da LRF e prometeu que a União irá auxiliar nessa discussão. "Nós queremos auxiliar em tudo para que (os prefeitos) não fiquem vulneráveis, do ponto de vista jurídico, à Lei de Responsabilidade Fiscal", afirmou Dilma. E completou: "O governo vai ser parceiro nisso. O governo vai separar o joio do trigo".
Minas. Segundo o presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Ângelo Roncalli, uma das principais preocupações dos gestores de Minas é o descumprimento dos repasses prometidos pela União através de emendas populares.
"Os municípios assinaram contratos com o governo federal, iniciaram as obras e a União não fez o repasse. Com isso, os gestores vão deixar restos a pagar, descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, podendo virar ficha-suja", contestou Roncalli.
A presidente, segundo ele, entendeu que o problema é grave e que deve ser discutido profundamente. "Dilma encomendou um estudo profundo para achar uma solução para que esses prefeitos não sejam penalizados", destacou.
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Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...