quarta-feira, 4 de julho de 2012

Um ano sem Itamar Franco, homem forte na biografia de Aécio Neves



Na semana que marca o primeiro ano da morte do ex-presidente, uma reflexão sobre a importância de Itamar na biografia de Aécio Neves

Uma característica que sempre estará no topo da biografia de Aécio Neves será a sabedoria de ouvir, confiar e cativar o respeito de grandes homens públicos que transformaram a história recente de Minas Gerais e do Brasil. Um deles foi o ex-presidente Itamar Franco, falecido há exato um ano.

Aécio nasceu e formou seu caráter ao lado de seu país, Aécio Cunha, um político que sempre carregou o sentimento de luta e amor à sua terra, típico dos homens que cresceram amando os rincões de Minas Gerais e toda a sabedoria de seu povo matuto e puro.

A biografia política de Aécio Neves teve seus primeiros capítulos escritos ao lado do político que liderou o maior movimento pela redemocratização do Brasil: Tancredo Neves, seu avô e mestre.

Foi assessorando Tancredo que Aécio, ainda muito jovem, aprendeu a amar a liberdade e, ao mesmo tempo, respeitar as bases da política mineira do diálogo e da união nacional em prol de qualquer conquista social que alavancasse o país.

Já em Brasília, se destacou como um dos mais jovens parlamentares da Assembleia Constituinte, liderada por Ulysses Guimarães, braço-direito de seu avô e com quem já havia rodado o Brasil durante o movimento pelas Diretas Já.

Já um político tarimbado, ajudou os presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso a lançarem o Real e consolidarem a estabilidade monetária e, consequentemente, social no Brasil na década de 1990.

Foi eleito senador pela primeira vez juntamente com Itamar Franco, de quem conquistará há 10 anos o respeito e a admiração por ter influenciado num episódio inesperado da carreira política do ex-presidente.

São poucas as pessoas que lembram de uma passagem da relação de Aécio e Itamar em meados do ano de 2002, quando num gesto de grandiosidade e maturidade o hoje senador conseguiu reatar as relações entre os ex-presidente Itamar e o então presidente Fernando Henrique Cardoso, após anos de discórdia entre os dois.

Por estes belos e históricos episódios, Itamar Franco, falecido no ano passado, deve sempre ser lembrado na biografia de Aécio Neves, pois mesmo do auge de sua bagagem política, nunca deixou de reconhecer no jovem alguém capaz de honrar as tradições da boa política mineira que tanto amou e praticou enquanto esteve vivo.

Senador Aécio Neves defende aumento dos royalties do minério


O senador Aécio Neves defendeu o aumento dos royalties do minério – pagos aos municípios e estados que sofrem exploração de minérios.

O senador Aécio Neves faz parte do movimento “Minério com mais justiça – Como está não dá para ficar”, que visa a mobilizar a sociedade sobre o tema.

“É uma campanha cívica em favor de Minas e do Brasil. Esta campanha não é partidária, ela tem marca e presenças extremamente importantes na busca da popularização do tema. Queremos fazer com que essa discussão não seja apenas congressual, que envolva apenas a classe política. Queremos uma grande mobilização a partir de Minas alcançando outros estados mineradores”, afirmou o senador Aécio Neves.

O movimento defende para breve a votação no Congresso do projeto do senador Aécio Neves que aumenta os royalties do minério.

Gestão eficiente de Aécio Neves diminui déficit habitacional em MG



A gestão eficiente de Aécio Neves permitiu o acesso de muitas famílias à habitação, reduzindo o déficit habitacional em Minas Gerais

Em todas as regiões do Estado, com a gestão eficiente de Aécio Neves no Governo de Minas, e por meio da Companhia de Habitação do estadual (COHAB), já entregou mais de 30 mil residências desde 2005, quando foi criado o Programa Lares Geraes Habitação Popular.

Além de realizar o sonho de milhares de pessoas, o Governo de Minas, após agestão eficiente de Aécio Neves, garante melhores condições de vida para a população mais pobre.

No primeiro semestre deste ano, cerca de 2 mil casas populares foram entregues, beneficiando mais de 7 mil pessoas. Foram investidos mais de R$ 68,6 milhões. O número de casas concluídas este ano é bem superior ao do ano passado, quando foram entregues 973 casas.

A COHAB tem como objetivo principal financiar casas para famílias de baixa renda, sobretudo nos municípios com até 50 mil habitantes, que representam 92% dos 853 municípios do Estado.

Em pouco mais de sete anos, com a gestão eficiente de Aécio Neves, foram investidos R$ 789,2 milhões na construção de casas populares, beneficiando 382municípios e 120 mil pessoas.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Choque de Gestão de Aécio em MG é modelo de educação na Colômbia

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Um dos resultados mais importantes do Choque de Gestão de Aécio Neves em Minas Gerais está na área de educação.

Minas é hoje uma das referências em educação básica no país em razão de uma série de projetos e programas inovadores que tiveram, como objetivo único, melhorar a qualidade do ensino público oferecido a crianças e jovens.

Minas foi o primeiro estado brasileiro a trazer as crianças de seis anos para a escola, garantindo um ano a mais no ensino fundamental da rede pública. Implantou o programa do aluno em tempo integral, reformou escolas, entregou milhares de livros e equipamentos.

O resultado está nas avaliações como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mostra Minas, graças ao Choque de Gestão de Aécio Neves, com os melhores anos iniciais do ensino fundamental do país. O Estado está entre os cinco primeiros nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio e também está à frente na conquista de medalhas na Olimpíada Brasileira de Matemática.

Todos esses resultados motivaram a vinda, recentemente, de uma delegação do Ministério de Educação da Colômbia a Minas.

Os colombianos reconheceram o Choque de Gestão de Aécio Neves como bom exemplo a ser seguido. Eles destacaram como principais pontos o envolvimento da comunidade com a gestão das escolas e o processo de indicação de diretores e as avaliações educacionais pioneiras em Minas.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Choque de gestão de Aécio Neves: MG é sinônimo de gestão de qualidade

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No Congresso Nacional, foi criada há poucos dias, a Frente Parlamentar para o Fortalecimento da Gestão Pública. E quando se fala em gestão pública de qualidade, Minas Gerais é modelo para todo o país. E bons exemplos de gestão é o que não faltam em Minas graças ao Choque de Gestão de Aécio Neves.
                                                                         
O primeiro deles, e talvez o mais representativo, foi que em menos de dois anos da implantação do Choque de Gestão por Aécio Neves, o Estado conseguiu recuperar as suas contas, equilibrando despesas e receitas.

Depois de mais de uma década de déficits acumulados e progressivos, o Estado passou a ter recursos para realizar investimentos nas áreas fundamentais para a população como saúde, educação, segurança e infraestrutura.

Minas criou metas de produtividade para todos os servidores públicos. De acordo com o resultado e com a avaliação dos serviços prestados à população, os servidores recebem, todos os anos, uma gratificação de acordo com seu salário.

O Choque de Gestão de Aécio Neves atraiu a atenção de outros governos, de instituições financeiras e do meio acadêmico.

O Banco Mundial foi um dos primeiros a reconhecer os méritos e o alcance do programa, apontando-o como modelo que merece ser conhecido por administrações públicas de outros países.

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

"(Des)confiança" - artigo do senador Aécio Neves para a Folha S. Paulo


Na profusão de dados sobre a economia, muitas vezes não se dá a necessária atenção a informações importantes, como as recentes pesquisas da Fundação Getúlio Vargas e da CNI, que pontuam a estagnação do Brasil e a descrença dos empresários da indústria.

A Sondagem de Investimentos da Indústria, da FVG, realizada em abril e maio, revela que a desconfiança atingiu o seu maior patamar desde 2009, quando a crise econômica e financeira mundial vivia o seu período mais agudo.

O Índice de Confiança do Empresário da Indústria, medido pela CNI, atingiu o seu menor nível desde dezembro -e caiu em 21 dos 28 setores pesquisados, principalmente nos segmentos de média e alta intensidade tecnológica e de maior valor agregado.

Ainda mais grave é descobrir o que está por trás desses índices. Com ênfase, eles apontam o que o governo finge não ver -que os efeitos da crise mundial chegaram ao país e se intensificam a cada dia. Sinalizam, igualmente, que o pirotécnico conjunto de medidas anunciadas fracassa em seu objetivo de conter a crise e estimular a economia, mesmo no curto prazo.

Explicitam, ainda, que no cenário atual não há espaço para bravatas e nem condescendência com diagnósticos equivocados, como os que tentam atribuir as dificuldades do país a questões conjunturais passageiras, ignorando olimpicamente a sua conformação estrutural.

Irrefutáveis, os números indicam que caminhamos para uma taxa de crescimento do PIB inferior aos pífios 2,7% de 2011. Por que?

Além da crise internacional, falta competência à política econômica em curso, pautada em ações pontuais e paliativas, para garantir competitividade à indústria frente aos seus concorrentes globais.

Também aqui os números são contundentes: dados da CNI, referentes a 2011 e que só se agravaram neste primeiro semestre, mostram que de cada cinco produtos vendidos no Brasil, 20% foram produzidos no exterior, o maior percentual desde 1996; e que 21,7% dos insumos utilizados pela indústria também vieram de fora.

É o resultado da inércia governamental diante de um cenário absolutamente hostil à competitividade da indústria nacional, submetida a uma carga tributária recorde no mundo, a encargos previdenciários superiores à média de países como os EUA, México, Alemanha, França e Reino Unido, entre outros gargalos que penalizam a produção.

Já passou a hora de percebermos que o presente e o futuro são faces indissociáveis da mesma moeda.

O país que seremos é o que estamos construindo. Vencer a crise que se agrava -e não perder outras oportunidades de desenvolvimento- requer reconhecer os problemas e enfrentá-los com realismo e coragem. Aqui e agora.

Erundina critica foto de Lula com Maluf e se diz feliz por desistência

A deputada federal Luiza Erundina (PSB) disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "passou dos limites" ao tirar foto com o deputado Paulo Maluf (PP). Ela se mostrou feliz em desistir de ser vice de Haddad na candidatura à prefeitura de São Paulo, mas disse que vai fazer campanha por ele.
Na última segunda-feira (18), Lula se encontrou com Fernando Haddad (PT) e Maluf na casa do pepista e firmaram aliança. Assim, Maluf passou a apoiar a candidatura de Haddad à prefeitura de São Paulo. Após a reunião, os três se deixaram fotografar nos jardins da casa do deputado.
Nessa terça (19), Erundina se reuniu com membros do seu partido e desistiu de ser vice na chapa de Haddad. Ela se mostrou insatisfeita com a aliança entre PT e PP e, assim como o PSB, acredita que isso poderia ter sido feito institucionalmente e não explicitamente com Maluf, adversário político de Erundina. 

A deputada federal falou que sabia das negociações da chapa de Haddad com o PP, mas se disse surpresa com a presença direta de Lula. Erundina disse que, se soubesse, teria tentado negociar o apoio do partido de outra forma.
Ela acredita que a presença de Maluf no palanque com Fernando Haddad pode prejudicar a imagem do candidato, por ser algo que causou perplexidade na sociedade e pelo perfil dos eleitores do PT. Erundina também afirmou que está feliz com a sua desistência, por se tratar de algo que diz respeito às preocupações da sociedade.
Mesmo assim, Erundina disse que vai fazer campanha por Haddad, já que o considera o melhor candidato.


Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...