terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Aécio Neves, Choque de Gestão e nada de “pibinho”

Mesmo uma década após sua implantação, o Choque de Gestão de Aécio Neves mantém Minas Gerais crescendo mais que o Brasil.

No dia em que o Choque de Gestão de Aécio Neves e Antonio Anastasia deveria ser o assunto de um primeiro encontro com 10 prefeitos de capitais e grandes cidades brasileiras, em Belo Horizonte, os resultados da economia de Minas Gerais roubaram a cena. A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck apresentou, nesta segunda-feira (11/12), um balanço preliminar mostrando que o estado acumula, no ano, um crescimento muito superior ao do Brasil.

Fruto da continuidade da política pública – O Choque de Gestão de Aécio Neves continua como modelo de seu sucessor, Antonio Anastasia -, o desempenho da economia mineira tem se destacado do quadro nacional, tanto em relação ao seu crescimento do PIB, aumento da produção industrial e atração de novos investimentos privados.

Enquanto o ministro da Fazenda, Guido Mantega, tenta de todas as formas explicar o resultado pífio do PIB brasileiro deste ano – a expectativa é que feche em torno de 1%, Minas Gerais atingiu 2,1% de variação positiva de seu PIB, no acumulado do ano (janeiro a setembro), segundo a secretária Dorothea Werneck. No mesmo período, o Brasil ficou apenas em 0,7%.

Em outubro, Minas Gerais já havia surpreendido, quando o IBGE anunciou os dados da produção industrial. O estado cresceu 2,8% de setembro para outubro, enquanto o Brasil não passou de 0,9%.

Ainda segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico, em 2012, o Governo de Minas assinou 158 protocolos de intenções de investimentos, somando R$ 17,4 bilhões, com a criação de aproximadamente 66.000 empregos. Já neste ponto, outra marca importante vinda dos tempos da implantação do Choque de Gestão de Aécio Neves: um trabalho intenso do Estado para diversificar os setores da indústria em Minas e fazer com que todas as regiões fossem contempladas com investimentos, principalmente as mais pobres.

Perto de completar uma década e no momento em que entra definitivamente na Agenda Nacional, a economia mineira também ratifica a eficiente do Choque de Gestão de Aécio Neves.

E agora companheiro? Marcos Valério diz que esquema pagou despesas de Lula

Conteúdo inédito sobre depoimento do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza à Procuradoria-Geral da República, ocorrido em setembro deste ano, veio à tona nesta terça-feira. Durante o depoimento, Valério teria afirmado que o esquema do mensalão ajudou a bancar “despesas pessoais” de Luiz Inácio Lula da Silva. Em meio a uma série de acusações, o empresário também disse que o ex-presidente deu “ok”, em reunião dentro do Palácio do Planalto, para os empréstimos bancários que viriam a irrigar os pagamentos de deputados da base aliada.

No início de novembro deste ano, em uma outra reportagem, dessa vez publicada pela revista Veja, o empresário Marcos Valério disse que teria sido procurado por integrantes do PT, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para negociar com pessoas supostamente envolvidas no assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002.

Nesta terça-feira, com novos detalhes do depoimento à Procuradoria-Geral da República, a Agência Estado afirma que Valério ainda afirmou que Lula atuou a fim de obter dinheiro da Portugal Telecom para o PT. O empresário teria dito também que seus advogados são pagos pelo partido. Também deu detalhes de uma suposta ameaça de morte que teria recebido de Paulo Okamotto, ex-integrante do governo que hoje dirige o instituto do ex-presidente, além de ter relatado a montagem de uma suposta “blindagem” de petistas contra denúncias de corrupção em Santo André na gestão Celso Daniel. Por fim, acusou outros políticos de terem sido beneficiados pelo chamado valerioduto, entre eles o senador Humberto Costa (PT-PE).

A reportagem de o Estado de S. Paulo  garante que  teve acesso à íntegra do depoimento, assinado pelo advogado do empresário, o criminalista Marcelo Leonardo, pela subprocuradora da República Cláudia Sampaio e pela procuradora da República Raquel Branquinho.

Valério disse ter passado dinheiro para Lula arcar com “gastos pessoais” bem no início de 2003, quando o petista já havia assumido a Presidência. Os recursos foram depositados, segundo o empresário, na conta da empresa de segurança Caso, de propriedade do ex-assessor da Presidência Freud Godoy, uma espécie de “faz-tudo” de Lula.

O operador do mensalão afirmou ter havido dois repasses, mas só especificou um deles, de aproximadamente R$ 100 mil. Segundo o depoimento de Valério, o dinheiro tinha Lula como destinatário. Não há detalhes sobre quais seriam os “gastos pessoais” do ex-presidente.

Ainda segundo o depoimento de setembro, Lula deu o “ok” para que as empresas de Valério pegassem empréstimos com os bancos BMG e Rural. Segundo concluiu o Supremo, as operações foram fraudulentas e o dinheiro, usado para comprar apoio político no Congresso no primeiro mandato do petista na Presidência.

Portugal Telecom

Em outro episódio avaliado pelo STF, Lula foi novamente colocado como protagonista por Valério. Segundo o empresário, o ex-presidente negociou com Miguel Horta, então presidente da Portugal Telecom, o repasse de recursos para o PT. Segundo Valério, Lula e o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, reuniram-se com Miguel Horta no Planalto e combinaram que uma fornecedora da Portugal Telecom em Macau, na China, transferiria R$ 7 milhões para o PT. O dinheiro, conforme Valério, entrou pelas contas de publicitários que prestaram serviços para campanhas petistas.

Procuradoria-Geral da República

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, avisou por meio de sua assessoria de imprensa que não fará nenhum comentário sobre a revelação de depoimento de Marcos Valério à Procuradoria-Geral de República e que só falará sobre o assunto depois da conclusão do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal. 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Senador Aécio Neves alerta para ações eleitoreiras fora de hora


O senador Aécio Neves se mostra preocupado com a forma distorcida com a qual o governo trata a questão do marco regulatório da energia

Em sua coluna desta segunda-feira (10/12) no jornal Folha S. Paulo, o senador Aécio Neves alerta para a forma distorcida com a qual o governo federal vem tratando a questão do marco regulatório da energia. Ele lembra o passo-a-passo da transformação, em seis meses, de uma promessa eleitoral – baixar em 20% o custo da energia elétrica no Brasil – em uma decisão unilaterial – medida provisória – questionada por especialistas do setor, que alertam para a possibilidade de colapso do sistema nacional.

Mesmo sendo o alvo de tentativas coordenadas de manipulação da opinião pública, a principal voz em prol de uma discussão ampla e plural sobre a redução dos custos da energia continua vindo do senador Aécio Neves.

Choque de Gestão: Prefeitos querem seguir modelo de Aécio Neves

Prefeitos eleitos de grandes cidades chegam a MG para conhecer modelo criado por Aécio Neves que se tornou exemplo internacional

O Choque de Gestão implantado por Aécio Neves e Antonio Anastasia em Minas Gerais deixa de ser um exemplo teórico a ser seguido e começa a se transformar em modelo de política pública capaz de ser aplicado em qualquer parte do Brasil. É o que pensam os prefeitos recém-eleitos de 10 capitais e grandes cidades brasileiras que chegam a Belo Horizonte, nesta segunda-feira (10/12), para conhecer de perto o modelo que revolucionou econômica e socialmente Minas Gerais na última década.

São cidades das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, que juntas representam uma população de aproximadamente 10 milhões de pessoas (Manaus, Belém, Teresina, Maceió, Salvador, Campinas, Itaguaí, Blumenau, Pelotas e Viamão). Uma mostra de como a gestão pública entrou definitivamente na Agenda Nacional, assim como Aécio Neves – com o Choque de Gestão - vislumbrava ao assumiu o Governo de Minas, em 2003.

Em cada uma das cidades, o problema enfrentado pela administração municipal é distinto, mas todos eles possuem pontos em comum que os fazem aptos a investir numa administração voltada para a profissionalização da gestão pública.

E são os números de Minas Gerais na última década quem comprovam isso: no saneamento, dobrou sua rede de coleta de esgoto; na Educação, os alunos mineiros se mantêm na liderança de índices nacionais de avaliação como o Ideb e até mesmo nas Olimpíadas de Matemática; na Saúde, a taxa de mortalidade infantil vem caindo progressivamente e em ritmo constante desde 2003, fruto de programas de apoio à Atenção Primária – aumento de 48,4% para 76% na cobertura populacional pelo Saúde da Família – e a descentralização do atendimento, por meio do aporte de recursos do Tesouro do Estado em hospitais regionais que atendem pelo SUS.

Todos esses avanços sociais atrelados a uma economia que se fortaleceu e se diversificou. Nos últimos anos, Minas Gerais bateu recordes de atração de investimentos privados e gerou mais emprego que a média nacional.

A política vem dando mostras de que uma concepção de administração pública começa a criar raízes no país. Daí merece aplausos a iniciativa de novos prefeitos que, mesmo antes de assumirem a cadeira de dirigente máximo de suas cidades, procuram se qualificar ao lado de bons exemplos, como o Choque de Gestão de Aécio Neves.

Energia no palanque – Artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S.Paulo

Fonte: Folha de S.Paulo

Pouco antes das últimas eleições, a presidente Dilma Rousseff anunciou, em rede de rádio e TV, a decisão de reduzir em 20%, em média, a conta de luz dos brasileiros. Por mais que ficasse claro o viés eleitoral de uma medida a ser implementada apenas seis meses depois, ela mereceu aplauso de todo o país. A grande surpresa veio com a edição da medida provisória 579, que altera radicalmente o marco regulatório do sistema elétrico nacional.

Graves equívocos permeiam a proposta. A começar por reduzir a poucos gabinetes a responsabilidade por mudanças tão profundas, ignorando o Congresso, as empresas do setor, especialistas e vozes qualificadas do seu próprio partido e do governo, alijadas do processo.

A retórica não conseguiu esconder o alto risco que as mudanças carregam. Entre os que se levantam para alertar o governo está a voz corajosa do professor Luiz Pinguelli Rosa, ex-presidente da Eletrobras no governo Lula. Ele, como todos nós, concorda com a necessidade de redução do custo da energia, mas alerta que as medidas anunciadas não conseguirão alcançar esse objetivo; que a capacidade de investimento das empresas (leia-se ampliação da oferta, qualidade e segurança dos serviços) ficará comprometida, havendo o risco de desemprego no setor. Ou seja, no fim, quem vai pagar a conta --alta-- é a população. A energia mais cara é aquela que o país não tem.

Com dificuldades de enfrentar críticas e o debate à luz do dia, o PT optou, mais uma vez, pela conveniência de torcer a realidade para que ela ganhe os contornos que lhe interessam. Sem argumentos, preferiu estimular a desinformação criando um mantra a ser repetido com ferocidade pela claque Brasil afora: "O PT quer baixar a conta de luz e o PSDB não deixa!"

Mentem. Na velha tese de que os fins (a permanência do partido no poder) justificam os meios, legitimam a mentira como arma do embate político e desrespeitam os brasileiros, em nome de quem dizem agir.

Pouco importa a desconfortável constatação de que governos do PSDB, como São Paulo, Paraná e Minas Gerais, pratiquem a isenção de impostos nesta área em patamares superiores à de governos do PT. Em Minas, metade das famílias não paga ICMS nas contas de luz. Tampouco que as oposições venham há muito cobrando redução dos cerca de dez tributos federais incidentes sobre a conta de luz.

É o velho PT agindo como sempre fez. Em época de crise, invente um inimigo e desvie a atenção dos seus problemas. Aí está, de novo, o discurso do nós - os bons - contra eles - os maus. O governo começou a tratar esta questão, tão séria e complexa, em cima de um palanque e, infelizmente, ainda não desceu dele. O país não merece isso.

O SENADOR AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Luto: Prefeito de Capelinha morre aos 64 anos

Pedro Vieira (PSDB) foi vítima de um infarto fulminante e morreu no Hospital Felício Rocho em Belo Horizonte


O prefeito de Capelinha, Pedro Vieira (PSDB), de 64 anos, que havia sido reeleito em 7 de outubro, morreu neste domingo, no Hospital Felício Rocho, vítima de um infarto fulminante. Ele foi internado após passar mal durante uma viagem a Belo Horizonte. Vieira chegou a ser submetido a um cateterismo para desobstruir uma artéria. Mas mesmo assim sofreu dois infartos. Faleceu em torno das 13h deste domingo. 

Médico clínico geral, com atuação em Capelinha, na região do Jequitinhonha, Pedro Vieira se reelegeu por uma ampla coligação, de nove partidos, da qual participou inclusive o PT, o PMDB e o PCdoB. Ele teve 11.404 votos, mais de 50% dos válidos, no colégio eleitoral onde compareceram 19.141 eleitores. Como faleceu antes de ser empossado, o vice em sua chapa, Zezinho da Vitalina (PSDB), não assumirá. Haverá nova eleição para prefeito em Capelinha. 

Para concluir os últimos dias deste mandato, o atual vice-prefeito da cidade, Hedy Lamar (PV), será empossado prefeito. O corpo de Vieira será velado segunda-feira na Igreja Católica Matriz, no centro de Capelinha, sua cidade natal. O prefeito deixa a esposa Conceição Vieira, ex-vice prefeita de Capelinha, e dois filhos. Antes de se eleger em 2008, Pedro Vieira governou Capelinha entre 1993 e 1996. 

Capelinha tem 35 mil habitantes e 24.763 eleitores. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da cidade é 0,673, abaixo da média do esta do, de 0,800. É de R$ 5.957 a relação do Produto Interno Bruto (PIB) por habitante

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Após expulsão, atacante Luis Fabiano fala até em largar futebol

Futebol é inexplicavel quanto ao controle do temperamento, numa entrevista o ex-jogador Edmundo dissera se arrepender dos destemperos que o acompanhou em sua carreira. Luiz Fabiano com você é a mesma coisa, não adianta ficar dando entrevista como um menino birrento, se quiser alcançar os objetivos não é fugindo das responsabilidades do atos que será corrigido, é mudando as atitudes.
Marcelo Passos
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Mais do que privar o São Paulo de uma de suas alternativas técnicas mais fortes, a expulsão de Luis Fabiano desmontou o esquema montado por Ney Franco e o time foi completamente dominado no segundo tempo do confronto que terminou empatado por 0 a 0 com o Tigre, na noite da última quarta-feira, no jogo de ida da final da Copa Sul-Americana. No fim, o empate acabou sendo um bom resultado diante das circunstâncias.

Mesmo cabisbaixo, o atacante rompeu o silêncio e assumiu que a tentativa de chute em Donatti foi um ato impensado e que poderia ter custado até mesmo o título ao time tricolor. 

O jogador afirmou que viveu um dos piores momentos de sua vida ao receber o cartão vermelho. “É o momento de dar a cara a tapa e assumir o erro. Sem dúvida será uma das noites mais complicadas da minha vida, a mais difícil depois da morte do meu avô”, lamentou.

A dor do jogador é aumentada pelo fato dele buscar a todo custo seu primeiro título de expressão no Morumbi. O fato de ser um ídolo sem conquistas incomoda o atacante, que via na Sul-Americana a chance da sua redenção pessoal e o cumprimento de uma meta traçada quando ele decidiu voltar ao clube.

"Acho que nunca vou ter outra oportunidade de jogar uma final dessa na minha vida, tudo se encaminhando para uma grande partida. Hoje (quarta), sinceramente, estou tendo um sentimento que nunca tive em toda minha carreira. Sentimento de frustração com um pouco de vontade de largar o futebol", disse, para depois tranquilizar a torcida e dizer que não pretende se aposentar agora.

Como cumprirá suspensão no jogo de volta, Luis Fabiano poderá ser campeão sem entrar em campo no jogo decisivo. Apesar da ansiedade pela primeira conquista, ele admite que o gosto será um pouco mais amargo do que deveria. “Tenho certeza que vamos conquistar esse título, mas para mim vai ser diferente. Sempre faltará algo”, reconheceu.

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Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...