quinta-feira, 4 de julho de 2013

Scotland Yard busca informação sobre 38 pessoas relacionadas ao caso Madeleine

A Scotland Yard anunciou nesta quinta-feira que identificou 38 pessoas sobre as quais deseja obter mais informações como parte da investigação sobre o desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann em 2007, em Portugal."Nossa investigação progrediu até um ponto em que identificamos 38 pessoas de interesse. Estas pessoas procedem de vários países europeus e estamos agora em um estágio avançado de diálogo com cada país", destacou a polícia britânica.

As pessoas devem ser investigadas nos próximos meses para determinar um eventual envolvimento."Doze pessoas são britânicas que acreditamos que estavam em Portugal quando Madeleine desapareceu", afirma a polícia em um comunicado.

"Seguimos pensando que existe uma possibilidade de que Madeleine esteja viva", declarou Andy Redwood, que coordena a Operação Grange.

A pequena Madeleine desapareceu na noite de 3 de maio de 2007, poucos dias antes de seu quarto aniversário, em um quarto no complexo turístico de Praia da Luz (Algarve, sul), no qual os pais a deixaram ao lado dos irmãos gêmeos antes de jantar com amigos no mesmo hotel.

O caso foi investigado durante 14 meses e arquivado sem qualquer resultado em Portugal. Mas os pais da menina, Gerry e Kate McCann, convencidos de que ela foi sequestrada, pressionaram para que o governo britânico revisasse os elementos da investigação.

Aluno vítima de bullying atira em colegas em escola estadual em Santa Luzia

Suspeito estava com a arma dentro de uma mochila e foi preso; dois adolescentes ficaram feridos


FERNANDA VIEGAS
JOSÉ VÍTOR CAMILO

Um estudante é o principal suspeito de ter disparado cerca de cinco tiros contra um colega que o pertubava. O crime aconteceu na manhã desta quinta-feira (4), em um escola estadual em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. Um outro aluno foi atingido por bala perdida.Uma estudante contou à reportagem de O Tempo que o colega de 22 anos possui algum tipo de distúrbio mental e por isso sempre era incomodado por um outro aluno, principalmente com tapas na cabeça, mesmo ele sendo sempre educado e respeitoso com todos.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o homem ainda não identificado sacou uma arma, tirada de uma mochila, dentro da Escola Estadual Efigênia de Jesus Werneck, na rua C, no bairro Dona Rosarinha, e acertou dois adolescentes de 16 anos. O suspeito de 22 anos foi preso.

O socorro foi feito pela PM. O rapaz que supostamente cometia o bullying foi atingido de raspão no braço; o outro foi baleado na barriga. Os tiros foram disparados em um corredor do segundo andar da escola.

A assessoria da Secretaria Estadual de Educação (SEE) informou que há uma equipe do governo dando assistência na escola e que providências iniciais foram tomadas, como a comunicação às famílias das vítimas. Além disso, a SEE informou que os adolescentes foram encaminhados a um pronto-socorro na cidade, mas que já foram transferidos para o Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Marcus Pestana: "Indignação, cidadania e vandalismo explodem nas ruas"

Manifestações vigorosas reunindo milhares de pessoas varreram o país. Muito, quase tudo, já foi dito. É preciso ouvir, entender, decifrar a voz das ruas. Nenhum instituto de pesquisa, serviço de inteligência, direção partidária ou cientista social captou o inimaginável potencial que havia no inconsciente coletivo ou no imaginário popular. As manifestações foram uma explosão de indignação e cidadania, difusa, surpreendente, instigante, desafiadora. Quem procurar um sentido único, reducionista, unilateral, teleológico, excessivamente coerente, com reivindicações e comando claros, vai errar feio.

O movimento que explodiu nas ruas é absolutamente diferente dos que vivenciamos em passado recente. As Diretas já, o impeachment de Collor e o movimento estudantil nas décadas dos 70 e 80 tinham uma pauta clara e comando político. No Egito, na Síria, e na Tunísia, a população foi ou está nas ruas para derrubar o governo. Não é nosso caso. A ocupação de Wall Street e os indignados na Espanha foram movidos por profunda crise que envolveu o capitalismo central e resultou em níveis de desemprego insuportáveis.

O movimento no Brasil tem dinâmica diversa. Inflação, endividamento, corrupção, tarifas de ônibus impulsionaram. Mas são várias tribos diferentes. Movimento Passe Livre (MPL), jovens independentes e apartidários, punks, extrema-esquerda, skinheads, oportunistas, bandidos, vândalos, cidadãos de todas as idades, famílias inteiras, debutantes em manifestações, teceram mobilização social multifacetada e multicolorida, pacifista ou violenta, interessante e contraditória.

As redes sociais mostraram que vieram para ficar. Ninguém é dono e deve querer se apropriar do movimento. O MPL e os vinte centavos de São Paulo foram só o estopim. As motivações são variadas. O recado é difuso e para todos os partidos, instituições, lideranças. É claro que o quinhão de cada um é proporcional à sua parcela de poder. Na federação atrofiada e no presidencialismo quase imperial que vivemos, a maior responsabilidade é de Dilma e seu governo. Mas há uma contundente e cristalina provocação a todos os governantes e líderes brasileiros.

Há uma crise universal da democracia representativa. Nessa hora, no Brasil, “menos palavras vãs e mais ações concretas”, como diria o líder russo, ou “os gestos mais que as palavras”, como delicadamente desenhou a memorialista mineira.

É hora de quebrar a inércia e produzir soluções. Combate sem tréguas à corrupção, reforma política, mobilidade urbana, transporte coletivo, transparência na Copa, qualidade nas políticas de saúde, educação e segurança, combate a inflação, reinvenção da política, eficiência no governo e transformação nas instituições.

As ruas querem participar. Ser ouvidas. Isolar os marginais e vândalos. E longe da violência e da demagogia, construir o diálogo nacional necessário para continuar mudando o país.

Artigo publicado no jornal O Tempo em 1º de julho de 2013.

Lâmpadas incandescentes não podem mais ser vendidas hoje

Regulamentação determina que varejo venda apenas lâmpada fluorescente, mais eficiente


A partir de hoje, o varejo não poderá mais comercializar lâmpadas incandescentes, nem as fluorescentes compactas com potência superior a 100W que não atenderem aos novos níveis mínimos de eficiência energética estabelecidos pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).A regulamentação, elaborada pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), tem por objetivo aumentar a participação de modelos com maior eficiência, de acordo com o Plano de Metas estabelecido na Portaria interministerial nº 1007/2010.


O responsável pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) do Inmetro, Marcos Borges, ressalta que as lâmpadas incandescentes, presentes em 70% dos lares brasileiros e com aproximadamente 300 milhões de unidades vendidas por ano, deixarão de ser comercializadas gradativamente no país, seguindo uma tendência mundial recomendada pela Agência Internacional de Energia.


Economia. Para ele, a medida é boa para o país, que precisa usar seus recursos de maneira cada vez mais inteligente, e também para os consumidores, que irão economizar dinheiro.


O professor do departamento de engenharia eletrônica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Fábio Gonçalves Jota também avalia a medida de forma positiva. “As lâmpadas fluorescentes já foram mais caras. Com o tempo e o ganho de escala, a tecnologia vai se tornando mais barata”, observa.


O coordenador do curso de engenharia elétrica do centro Universitário Newton Paiva, Ricardo Martins Ramos, ressalta que, embora ainda mais caras que as incandescentes, a vida útil das lâmpadas fluorescentes é oito vezes maior. “No final, ela fica mais econômica” diz.


Conforme cálculos do Inmetro, uma casa de dois quartos que utiliza lâmpadas incandescentes de 60W (as mais comuns) em todos os cômodos gasta em média R$ 20 a 25 por mês na conta de energia. Substituindo pelas lâmpadas fluorescentes compactas equivalentes, de 15W, o consumidor vai gastar em torno de R$ 5.


As lâmpadas incandescentes consomem quatro vezes mais energia que as fluorescentes compactas.


Dicas do Inmetro na hora de comprar


- O consumidor deve levar em consideração a classificação do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) na hora de comprar as lâmpadas. Verifique a etiqueta colorida, que classifica os modelos quanto à eficiência energética na sua categoria, sendo a “A” avaliada como a mais eficiente.


- Na embalagem das lâmpadas deve constar a Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence) indicando a sua eficiência energética, fluxo luminoso e vida útil. 


- A partir de hoje, atacadistas e varejistas serão fiscalizados pelos órgãos delegados do Inmetro nos Estados.


- Os estabelecimentos e fabricantes que não atenderem à legislação estarão sujeitos às penalidades previstas em lei, como multas por unidade, que podem chegar a 100% do preço de venda praticado pela empresa.


- A importação continuará sendo controlada pelo Inmetro,de forma a impedir a entrada de produtos irregulares no país.


- O consumidor pode denunciar qualquer irregularidade por meio da ouvidoria. O telefone é 0800 2851818.

Valor do trem-bala daria para duplicar um terço das estradas

Projeto tem investimentos previstos de R$ 35,6 bilhões, montante 12 vezes maior do que os R$ 2,86 bilhões previstos para a expansão do metrô de Belo Horizonte 

Reportagem: QUEILA ARIADNE

Tudo começou contra um aumento de R$ 0,20 nas passagens de ônibus e transbordou para as ruas que, agora, estão cheias de indignação e cobrança. Enquanto o povo grita por uma país mais sensato, incluindo um transporte público digno, o mercado aguarda o leilão do trem-bala que ligará Rio de Janeiro a Campinas e São Paulo, inicialmente marcado para 19 de setembro. O projeto tem investimentos previstos de R$ 35,6 bilhões. Esse montante é 12 vezes maior do que os R$ 2,86 bilhões previstos para a expansão do metrô de Belo Horizonte.Com os recursos do trem-bala, também daria para duplicar pelo menos um terço de toda a malha rodoviária estadual de Minas Gerais que ainda tem traçado simples. Hoje, segundo estudo da Confederação Nacional de Transporte (CNT), o Estado tem 14,37 mil km pavimentados. Desse total, 12,9 mil km (90%) não são duplicados. As contas consideram o volume gasto para duplicar a BR–381. Os gastos serão de R$ 2,6 bilhões, para 303 km de Belo Horizonte a Governador Valadares, o que dá uma média de R$ 8,5 milhões por km. Portanto, com os R$ 35,6 bilhões do trem bala, daria para duplicar 4.188 km de estradas mineiras, o equivalente a 32% da malha estadual simples.

O governo vai bancar as obras do Trem de Alta Velocidade (TAV) com empréstimos bancários que serão pagos pela receita com as passagens. Depois, serão contratadas outras companhias para manter as linhas e explorar as estações. O coordenador do MBA de Logística da Fundação Getúlio Vargas (FGV/IBS), professor Renaud Barbosa da Silva, lembra que há mais dinheiro público envolvido, já que o BNDES deve liberar recurso para os concessionários. “O BNDES deve financiar com juros subsidiados e é o governo quem subsidia isso”, ressalta.

Segundo Silva, falta planejamento para infraestrutura. “O TAV não é nem nunca foi prioritário e pensar isso é maluquice. Neste momento, o metrô é muito mais prioritário. Mas o governo não estabelece prioridades. Para se ter uma ideia, há cinco anos, a FGV foi contratada para fazer um estudo de um anel ferroviário para São Paulo, que ajudaria a desafogar o transporte de cargas porque os trens poderiam ir a Santos 24 horas por dia, em vez de só fora dos horários de pico. Mas esse projeto foi engavetado, junto com vários outros”, aponta.

Só em Belo Horizonte, a verba de R$ 2,86 bilhões anunciada para expansão do metrô, daria para expandir a linha 1 e construir outras duas linhas. Quando tudo estiver pronto, a capacidade será de 1 milhão de passageiros por dia, quase dez vezes mais do que o trem-bala vai transportar. Só na linha atual, a capacidade de passageiros seria ampliada de 230 mil para 300 mil passageiros por dia.

Para o professor de Engenharia de Transporte e Trânsito e Infraestrutura de Estradas da Fumec Márcio Aguiar, estradas e metrô são mais úteis e emergenciais. “Mal conseguimos duplicar a BR–381, não dá para pensar em TAV. O metrô é prioridade desde 1980. O trem-bala pode até ser importante para o futuro, mas, no presente, temos que nos preocupar em resolver o problema de mobilidade urbana e a solução é colocar o transporte público nos trilhos”, afirma Aguiar.


Metrô BH

A construção das linhas 2 e 3 permitiria o transporte de mais de 700 mil usuários diariamente. Somando-se aos 300 mil da nova linha 1, a capacidade subiria para 1 milhão por dia. A previsão diária para o trem-bala é de cerca de 110 mil passageiros, ou seja, em 40 dias, o metrô de BH transportaria o que o trem bala levaria em um ano inteiro para transportar.

Fracasso

O governo já tentou licitar o trem-bala em 2011. Por ser muito caro e oferecer riscos elevados ao investidor em relação às taxas de retorno oferecidas, o leilão fracassou com a falta de interessados. O governo federal decidiu dividir o projeto em duas etapas. Na primeira fase ( em setembro) escolherá o operador e, depois, contratará obras de infraestrutura.

Governo muda regras da concessão

Brasília. O governo alterou as regras de concessão do projeto do trem-bala. A intenção é reduzir a possibilidade de uso de dinheiro do Orçamento no projeto. A construção e a administração da linha e das estações não serão mais concedidas à iniciativa privada, como estava previsto para ocorrer em 2014. Os 511 quilômetros de linha serão objetos de uma licitação de obra pública, dividida em dez lotes.

Pelo modelo anterior, a empresa que vencesse a concessão receberia o pagamento pelo serviço ao longo de 35 anos, após ter construído a linha e as estações, e poderia fazer a exploração imobiliária da estação e arredores. O dinheiro usado pelo governo para pagar a obra seria levantado com parte do pagamento das passagens cobradas dos usuários. Pelo novo modelo, o governo pagará pela obra antes da operação do trem. Para isso, pretende ir ao mercado bancário para antecipar o recebimento previsto das passagens.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Aprenda a fazer o Tropeirão do Mineirão

INGREDIENTES

1/2 kg de feijão
3 dentes de alho
1 cebola grande cortada
1 maço de couve picada fininha
2 xícaras (chá) de cheiro-verde
3 xícaras (chá) de farinha de mandioca
1/2 quilo de linguiça de porco
6 ovos cozidos
Torresmo frito
Sal a gosto
Em fogo baixo, cozinhe o feijão junto com a linguiça inteira. Deixe os grãos firmes e inteiros. Reserve. Escorra o caldo. Frite a linguiça picadinha separadamente. Em uma panela, frite o alho e a cebola. Depois, junte o cheiro-verde. Em seguida, acrescente a couve e a linguiça frita. Deixe refogar por uns minutos. Em fogo baixo, junte a farinha e o torresmo. Desligue o fogo. Jogue os ovos cozidos e picados por cima. Enfeite com cheiro-verde. Dica como fazer o torresmo: coloque três colheres de óleo em uma frigideira. Deixe esquentar bem. Coloque meio quilo de toucinho para torresmo. Mexa. Deixe em fogo baixo até a pele ficar transparente. Desligue e deixe esfriar. Coloque na geladeira, mas sem congelar. Esquente o óleo que sobrou em uma frigideira e jogue o torresmo frio para fazer a pururuca.

Seleção brasileira é superestimada e não tem classe nem elegância, segundo Mundo.

Jornais e portais estrangeiros destacaram a vitória brasileira sem brilho e encanto


O Brasil venceu o Uruguai por 2x1 e conseguiu o avanço à final da Copa das Confederações. No entanto, o triunfo veio sem brilho e expôs muitos problemas e falhas da seleção - algumas já conhecidas e antigas -, pontos que deixaram ainda mais claro que o escrete canarinho não é favorito na final do evento-teste, principalmente se o adversário for a seleção espanhola. Todos esses fatores fizeram a imprensa estrangeira afirmar que o Brasil tem um time superestimado, abaixo da tradição do futebol no País, e que o jogo apresentado pela seleção não tem classe, muito menos elegância.

A inglesa 'BBC' afirmou que o futebol exibido pelo Brasil foi desconexo. "Desconexo, muito desconexo. A Espanha não tem nada para se preocupar. Ou a Itália, desse jeito. O Uruguai fechou o cadeado do trabalho de Felipão, o Brasil não está nem perto do que eles mostraram até agora".
O comentarista Alan Hansen e o lendário ex-jogador Gary Lineker fizeram críticas ainda mais pesadas. "O Brasil está muito aquém da classe e da elegância, com muitos jogadores superestimados. O único que não é superestimado é Neymar", opinou Hansen. "Hulk! Bernard! Fred! O que aconteceu com os nomes glamourosos do futebol brasileiro?", analisou Lineker.
Já na Espanha, o foco, como esperado, foi Neymar, novo reforço do Barcelona. O 'Mundo Deportivo', da Catalunha, exaltou a apagada atuação do camisa 10. "O Brasil joga apenas nos lampejos de Neymar". Já o 'Guardian', da Inglaterra, ironizou o ex-santista que, de fato, caiu demais. "Neymar está sendo substituído e a grande questão é: ele pode ir do meio-campo à lateral sem cair? Sim, conseguiu, é um herói".
O 'Guardian' também comentou a atuação de Thiago Silva, um dos melhores zagueiros do mundo que, no jogo contra a Celeste Olímpica, falhou no lance do gol uruguaio. "Thiago Silva teve um jogo estranhamente horrível".
Na Itália, o 'Corriere dello Sport', além da "vitória brasileira sem brilho", destacou Bernard. "Scolari foi inteligente em apostar em Bernard, ídolo local do Atlético Mineiro, que entrou bem na partida". A joia atleticana e a opção do treinador brasileiro também foram elogiados por Ben Smith, comentarista da 'BBC'. "Inteligente a escolha de Scolari. Ao invés de favorecer Lucas, como de costume, mandou a campo Bernard e levantou de uma só vez a torcida e o jogador".

Esquerda ou Direita?? Qual o melhor caminho?

  Dizem que tudo ou quase tudo tem dois lados, e na vida política de uma nação não seria diferente, sendo que cada país, cada continente t...