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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Passagem de ônibus metropolitano e intermunicipal vai aumentar a partir desta quinta-feira

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Os usuários do transporte coletivo de Belo Horizonte e da região metropolitana devem se preparar para desembolsar mais dinheiro no pagamento da passagem a partir da 0h de quinta-feira (29). Isso porque o preço das tarifas das linhas de ônibus do sistema de transporte coletivo intermunicipal e metropolitano e os táxis metropolitanos serão reajustadas, conforme a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop). Os ônibus intermunicipais e os metropolitanos terão um reajuste de 7,02% e os táxis especiais de 7,35%. Com o reajuste, a passagem mais cara do sistema intermunicipal passa a ser R$ 191,25 para viajar de Uberlândia a Juiz de Fora, que é também a linha mais longa, percorrendo 854,5 quilômetros.
Quem pagava R$ 1,95, nas passagens dos ônibus das linhas: 3950, 3954, 3955, vai passar a pagar R$ 2,10. A tarifa mais cara era R$ 24,70 linha (BH - Fazenda Vargem do Lobo) e, depois do reajuste, passa a R$ 26,45. No total, o sistema metropolitano possui 54 grupos tarifários. O bilhete integrado ônibus – metrô tem oito grupos de tarifas, variando de R$ 2,75 a R$ 4,10, dependendo da linha metropolitana integrada ao metrô. A tarifa mais comum do sistema de transporte coletivo metropolitano custa R$ 3,25.
No caso do aumento da passagem de ônibus a Secretaria de Estado de Transportes justificou o reajuste devido ao aumento no gasto com custos operacionais das empresas com a remuneração da mão de obra, que teve um reajuste de 8%, além de benefícios. Além de gastos com as peças de reposição, pneus e o custo do veículo, no período de novembro de 2010 a dezembro de 2011.
A partir de quinta-feira, os usuários de transporte coletivo que seguirem de Ouro Fino para Inconfidentes terão que desembolsar 2,30 - antes era preciso pagar R$ 2,15. Já para quem segue de Barão de Cocais para Santa Bárbara, um trecho de 13km, vai pagar 2,60 - antes era R$ 2,45. De Belo Horizonte para a histórica Diamantina o usuário paga R$ 68,60 pela passagem que antes custava R$ 64,10. E para aqueles que saem da capital mineira rumo a Montes Claros, no Norte de Minas, será preciso pagar R$ 96,85. Antes, o preço da passagem era R$ 90,50.
O reajuste de 7,02%, segundo a Setop, segue a inflação acumulada no período, que foi de 6,95% de acordo com o Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM) e 6,97%, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Táxis Especiais
O serviço de Taxi Especial Metropolitano, que circulam preferencialmente na região metropolitana de Belo Horizonte, opera com uma frota de 235 veículos e tem a função principal de atender a região metropolitana. O valor da bandeira 1 será de R$ 2,31 e a bandeirada, a tarifa cobrada ao ser ligado o taxímetro, passará a custar R$ 4,20. A cobrança do custo da bandeira 2 será de R$ 2,77, permitida somente em corridas aferidas pelo taxímetro no horário compreendido entre 22 e 6 horas, nos dias úteis, de segunda a sexta-feira, aos domingos e feriados o dia inteiro e aos sábados após as 14 horas.

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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

CUIDE BEM DESSA IDÉIA!

Otimismo - Artigo de Aécio Neves na Folha de S. Paulo


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O final do ano nos humaniza. Traz consigo o calor da família e dos amigos, momento para encontros e reencontros, propício para reparar eventuais omissões, lapsos, encurtar distâncias e também desarmar o estopim da intolerância.

É quando pisamos com outra leveza e a necessária sabedoria o terreno das oportunidades vividas ou perdidas e dos sonhos ainda acalentados.

É quando não podemos deixar de somar ausências, lidar com cadeiras vazias na ceia de Natal e nos darmos conta do que parecemos esquecer no dia a dia: que a marcha do tempo é irremediável. É nessa época que costumamos fazer balanços e nos reencontrar com nós mesmos, com as convicções e esperanças que constroem a identidade de cada um.

No meu caso, nesta perspectiva extensa, vejo que busco manter-me fiel à postura que sempre me impus desde que, há 25 anos, iniciei a minha vida pública -não cair na tentação fácil de tratar adversário como inimigo, de confundir país com governo.

No plano da esperança, apesar das decepções de tarefas inconclusas e das incompreensões da vida pública, constato novas possibilidades sendo vagarosamente gestadas, não pelo mundo do poder, mas pelo amadurecimento de uma nova consciência coletiva acerca dos direitos dos cidadãos e dos deveres de todos nós para com o país.

E é ela, sempre ela, a esperança, que termina por nos conduzir à frente.

Se no Brasil o ano foi engolfado por denúncias no campo ético e marcado por um crônico imobilismo da agenda de transformações, em plano mais ampliado, a história, aqui e fora daqui, registrará 2011 como o momento em que, após longo torpor, a juventude começou a retomar a iniciativa da ação política.

Sou otimista por natureza e é com este sentimento que saúdo a forma com que, graças à tecnologia, mais e mais pessoas se apropriam da política como ela merece ser exercida, como instrumento pessoal e coletivo de transformação da sociedade, longe dos ritos solenes.

Através da internet e das redes sociais, os espaços públicos aqui e no mundo voltaram a ser arejados e rejuvenescidos por contingentes de cidadãos de todas as idades, ávidos em reiterar o valor universal da justiça e da democracia. Como consequência, a política tradicional está sendo obrigada a ecoar cada vez mais esse generoso clamor das ruas. E se o final do ano, repito, nos humaniza, que isso não seja privilégio apenas desses dias.

Que 2012 nos permita encontrar o caminho para novas convivências. Na vida familiar e na atividade profissional. E que essa convivência seja, no primeiro caso, regada apelo afeto. E, no segundo, pelo respeito. Assim, poderemos percorrer 2012 honrando mais e melhor a nós mesmos e a nossa história. Feliz ano novo!

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Brasil supera Reino Unido e agora é sexta economia do mundo

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Nossa que maravilha, a sexta maior economia do mundo, será que temos que comemorar mesmo? Isso significa então que nossa saúde esta bem demais, temos mais segurança, infra estrutura invejável, a educação cada dia mais prolifera, as famílias já tem toda as refeições normais, o salário minimo esta ofertando aos trabalhadores a oportunidade de poder usufrui-lo na sua plenitude, com lazer, uma boa alimentação, podendo comprar tudo que deseja, a justiça tem punido com rigor os criminosos, a corrupção esta escassa em nosso país. Eh temos que COMEMORAR!!!!!



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Adoção: o direito à vida em família


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Carinho, amor e proteção: a vida em família. Um direito que para muitos é apenas um sonho distante, uma realidade de abandono que precisa ser mudada no Brasil. Pensando nessa triste situação de crianças brasileiras que crescem sem referência familiar, foi lançado o site da Frente Parlamentar pela Adoção.


Os números do Cadastro Nacional da Adoção mostram um grande desencontro. Enquanto 29 mil crianças vivem em abrigos, apenas 4.656 estão aptas à adoção. O número de famílias adotantes chega a quase 27 mil, mas 70% delas buscam crianças brancas e 80% querem crianças com até três anos. Esse perfil representa menos de 3% do número de crianças à espera de uma família, já que a maioria dos abrigados é parda ou negra e tem mais de sete anos.

O desencontro fica ainda maior quando observamos os números apontados pelo Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Segundo o órgão, existem 80 mil crianças em abrigos e oito mil estão aptas à adoção. Isso porque o Cadastro Nacional da Adoção ainda não conseguiu reunir os perfis de todas as crianças brasileiras que vivem em instituições e estão sob tutela das mais de três mil Varas da Infância e da Juventude. Com processos tão burocráticos e a informação sobre menores tão dispersa pelo país, milhares de famílias levam meses e até anos para serem formadas. Pais e crianças aprendem a sonhar e a esperar.

No entanto, estamos diante de uma grande oportunidade: o Brasil vai rever a legislação que trata a adoção. A criação da Frente Parlamentar da Adoção, em junho deste ano, apresenta uma chance para desburocratizar o processo e mostrar às pessoas caminhos para vencer o medo da adoção de crianças mais velhas ou que apresentem algum problema de saúde e que têm grande dificuldade em serem adotadas.


Uma Frente, formada por deputados e senadores de vários partidos e estados - Aécio Neves (PSDB/MG), Lindberg Farias (PT/RJ) e o deputado Gabriel Chalita (PMDB/SP), – pretende promover um avanço na legislação e, ao mesmo tempo, conta com a participação de todos brasileiros.


“Vamos reunir entidades e especialistas em adoção, mas também queremos ouvir e debater com a sociedade para vencer a grande desinformação que existe acerca do tema”, afirmou o senador Aécio Neves (PSDB/MG).


Assim, aproveitando esse momento de revisão legislativa, foi criado esse espaço de reflexão e debate para que a sociedade, ONGs, órgãos públicos em defesa dos Direitos Humanos, o poder Judiciário se reúnam para apresentarem seus pontos de vista, experiências, desafios e propostas para a superação desse problema no Brasil.


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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Frente pela Adoção apresenta três projetos de lei no Congresso Nacional


Uma das propostas busca ampliar para 120 dias licença-maternidade de mães que adotarem crianças e jovens de qualquer faixa etária


O senador Aécio Neves (PSDB/MG) anunciou, nesta terça-feira (20/12), que a Frente Parlamentar pela Adoção apresentou na Câmara dos Deputados e no Senado Federal três projetos de lei para desburocratizar os processos de Adoção. A Frente foi criada em junho deste ano com o objetivo de facilitar e incentivar políticas públicas em favor da adoção. Ela é integrada pelos senadores Aécio Neves e Lindbergh Farias (PT/RJ), e pelos deputados Gabriel Chalita (PMDB/SP), Reguffe (PDT/DF) e Alessandro Molon (PT/RJ).

O primeiro projeto de lei garante a licença-maternidade de 120 dias para as mães que adotarem crianças ou jovens de qualquer idade. A proposta também garante que homens que adotem sozinhos também tenham esse direito.

“Esse projeto concede 120 dias para mães de crianças de qualquer idade. Hoje, os 120 são apenas para mães de crianças com até um ano. Vamos estender também essa licença aos pais que adotem crianças sem um cônjuge”, afirmou.

A Frente propõe, ainda, que entidades dedicadas à proteção dos direitos de crianças e adolescentes possam apresentar ação civil pública – instrumento processual que tem como objetivo defender a sociedade ou algum de seus segmentos. Outro projeto permite deduzir no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica as doações realizadas às entidades sem fins lucrativos que prestem serviços de atendimento institucional a crianças e adolescentes.

“Estamos garantindo isenção fiscal para empresas que contribuam com os lares e instituições que cuidam dessas crianças, para dar mais estrutura e conforto a elas. Se fizerem doações permanentes, essas empresas terão deduções no imposto de renda. É o inicio de um trabalho para que tenhamos menos crianças em condições de serem adotadas, porque teremos mais crianças com famílias, construindo um novo destino”.

Site

O anúncio foi feito durante o lançamento do site da Frente Parlamentar pela Adoção, na Câmara dos Deputados. O site divulgará informações sobre a legislação pela adoção e promoverá maior interação com a sociedade sobre a política de adoção no país. O endereço do site éwww.frentepelaadocao.com.br.

“É mais uma etapa que vai possibilitar que as pessoas tirem suas dúvidas, se entusiasmem com os processos de adoção, apresentar sugestões ao poder público. É algo novo. Não há nada no Brasil que possa avançar a internet, sem redes sociais. Apresentamos um espaço para o debate, para a superação de incompreensões e até de alguns preconceitos”, disse Aécio.

Projetos apresentados pela Frente pela Adoção

Licença

Garante 120 dias de licença-maternidade à mãe adotiva, independente da idade da criança ou jovem. Atualmente, os 120 dias de licença são concedidos apenas para quem adota crianças de até um ano. Mães de crianças adotadas entre um e quatro anos têm direito a 60 dias e de 30 dias entre cinco e oito anos. Ao adotar crianças a partir de nove anos, a mãe não tem direito à licença-maternidade.

O projeto também concede 120 dias de licença ao pai que adotar sozinho uma criança ou jovem. Atualmente é prevista a concessão de apenas cinco dias a pais por meio de licença-paternidade.

Dedução de Imposto

Permite deduzir no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica as doações realizadas às entidades sem fins lucrativos que prestem serviços de atendimento institucional a crianças e adolescentes. As doações dedutíveis poderão ser de até 2% do lucro operacional da pessoa jurídica, antes de computada a sua dedução.

Ação Civil Pública

Entidades dedicadas à proteção dos direitos de crianças e adolescentes poderão apresentar ação civil pública. A ação civil pública é um instrumento processual que tem como objetivo defender a sociedade ou algum de seus segmentos.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Aécio Neves é o político mais admirado de Belo Horizonte


Pesquisa espontânea realizada pelo Instituto DataTempo/CP2 apontou o senador Aécio Neves como a liderança política mais admirada pelos eleitores de Belo Horizonte. No levantamento espontâneo, quando o entrevistado responde diretamente sem sugestão de nomes, Aécio Neves foi citado por 16,4% dos entrevistados. Em segundo lugar a pesquisa apontou o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel com 5,3% e, em terceiro ligar, o ex-ministro Patrus Ananias com 3,0%.

Aécio Neves foi eleito senador, ano passado, com 7,56 milhões de votos. Em Belo Horizonte ele venceu com mais de 44% dos votos válidos. À frente do Governo de Minas por oito anos, Aécio Neves realizou importantes obras na capital mineira, a Linha Verde que liga a região Central ao Aeroporto Internacional em Confins, a duplicação da avenida Antonio Carlos, a conclusão do Expominas, a Cidade Administrativa, onde trabalham 16 mil servidores públicos, e o Circuito Cultural Praça da Liberdade, o maior complexo de cultura da América Latina.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Aécio Neves participa do lançamento do site da Frente Nacional da Adoção


A Frente Parlamentar da Adoção apresenta, nesta terça-feira (20/12), três projetos de lei visando a estimular a adoção no Brasil e fortalecer entidades que atendam e protejam crianças e adolescentes. Os projetos serão apresentados na Câmara dos Deputados e no Senado. Na mesma data, será lançado o site da Frente Parlamentar.

O primeiro projeto garante 120 dias de licença-maternidade à mãe adotiva, independente da idade da criança ou jovem. Atualmente, os 120 dias de licença são concedidos apenas para quem adota crianças de até um ano. Mães de crianças adotadas entre um e quatro anos têm direito a 60 dias e de 30 dias entre cinco e oito anos. Ao adotar crianças a partir de nove anos, a mãe não tem direito à licença-maternidade.

O projeto também concede 120 dias de licença ao pai que adotar sozinho uma criança ou jovem. Atualmente é prevista a concessão de apenas cinco dias a pais por meio de licença-paternidade.

Outro projeto permite deduzir no Imposto de Renda da Pessoa Jurídica as doações realizadas às entidades sem fins lucrativos que prestem serviços de atendimento institucional a crianças e adolescentes. As doações dedutíveis poderão ser de até 2% do lucro operacional da pessoa jurídica, antes de computada a sua dedução.

Um terceiro projeto propõe que entidades dedicadas à proteção dos direitos de crianças e adolescentes possam apresentar ação civil pública. A ação civil pública é um instrumento processual que tem como objetivo defender a sociedade ou algum de seus segmentos.

Frente

A Frente Parlamentar da Adoção foi lançada em maio deste ano com o objetivo de discutir políticas públicas e mobilizar a sociedade em favor da adoção e da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes. Os senadores Aécio Neves e Lindbergh Farias e os deputados Gabriel Chalita, Alessandro Molon e Reguffe são seus fundadores.

Lançamento do site da Frente Parlamentar Mista Intersetorial em Defesa das Políticas de Adoção e da Convivência Familiar e Comunitária
Data: 20 de dezembro de 2011
Horário: 16 horas
Local: Café do Salão Verde da Câmara dos Deputados, Brasília – DF

Niemeyer – artigo de Aécio Neves para a Folha de S.Paulo


Link: http://queremosaecionevespresidente.blogspot.com/2011/12/niemeyer-artigo-de-aecio-neves-para.html

Tenho o privilégio de conhecer Oscar Niemeyer e tive a felicidade de, quando governador, levar de volta a Belo Horizonte seu legendário traço e seu extraordinário talento, eternizados na realidade que é hoje a Cidade Administrativa, sede do governo de Minas, onde trabalham 16 mil servidores do Estado.


O reencontro de Niemeyer com Belo Horizonte teve, para muitos de nós, o sentido de um reatamento amoroso. E daqueles que valem a pena. Foi na ainda acanhada capital mineira dos anos 40 que o jovem arquiteto começou a dar vazão ao seu potencial de artista muito à frente de seu tempo.

Sob a égide de Juscelino Kubitschek, o arquiteto novato concebeu -dizem que num pequeno quarto de hotel- o magistral conjunto modernista da Pampulha, que marcou para sempre a identidade da capital de Minas.

Daí floresceria a profícua parceria que produziu outro monumento ao futuro: Brasília. Dois visionários, Juscelino e Niemeyer. De gente assim carece sempre uma nação que pretende ser grande.

Niemeyer é uma das nossas raríssimas unanimidades: diferentes gerações de mineiros e brasileiros guardam por ele um afeto incondicional.

Aos 104 anos, completados na última quinta-feira, mestre Oscar -ele insiste na informalidade do primeiro nome-continua ativo. É dono de um humor invencível e de uma alegria de viver que se renova, para os amigos, num permanente festival de surpresas.

Há pouco tempo, ele decidiu enveredar por nova experiência: a de cantor. A vida de Niemeyer guarda importante lição para muitos de nós.

Somos, de certa forma, reféns do dia a dia. Nem sempre nos sobram tempo e disposição para romper com o cotidiano e vislumbrar o que se descortina à nossa frente. Encastelados no território confortável do presente, nos assalta, muitas vezes, a perplexidade do futuro.

Diante de tantos desafios, acabamos correndo o risco de nos rendermos às dificuldades, quando deveríamos, sempre, transformar o nosso inconformismo em ousadia. São personagens como Oscar Niemeyer, mensageiros da utopia, que nos ensinam, de forma didática, diariamente, minuciosamente, a compreender os sobressaltos da modernidade.

Nosso arquiteto-símbolo captou a essência do Brasil em seu desenho sinuoso, com citações de silhuetas femininas e de estruturas tão leves que parecem se equilibrar sob as nuvens -inimigo declarado que sempre foi da linearidade cartesiana. A diferenciação de sua obra o tornou único e elevou o Brasil a um novo patamar no mundo da arquitetura.

Leio que Oscar brinca que “104 anos ou 80 é a mesma coisa para quem gostaria de ter 20″. A verdade é que, aos 104, ele tem a intensidade dos 20. Continua sendo um homem de muitas paixões: a maior delas, o povo brasileiro.

Mau atendimento e recusa de viagens lideram reclamações


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Ter uma boa dose de paciência para conseguir um táxi em Belo Horizonte em horários de pico, em dias de chuva ou nos fins de semana à noite, pode ser o principal problema do serviço na capital, mas não é o único. Até novembro deste ano, a central de atendimento da prefeitura, pelo número 156, registrou 920 reclamações referentes aos taxistas, sendo o comportamento inadequado do motorista - falta de educação e má conduta - e as recusas de viagens como os campeões das denúncias, somando, juntas, 75,3% do total. No entanto, a realidade pode ser ainda pior, uma vez que há a possibilidade do sub-registro, provocado pelo desconhecimento do canal de reclamações.

Diante das diversas falhas apontadas pelos passageiros, a equipe de O TEMPO foi às ruas da capital para fazer um "test-drive", utilizando o serviço como um usuário comum, entre os mais de 99 mil passageiros diários na cidade. Durante três dias, a reportagem percorreu pontos de táxi em bairros da região Centro-Sul, casas de festas na região metropolitana e na rodoviária - onde se concentra grande parte dos quase 6.000 carros da capital. Em seis corridas, foi possível perceber que os taxistas não gostam de fazer trajetos curtos, mas aceitam combinar percursos longos com os clientes.

Entrar em um táxi em um fim de tarde chuvoso no centro da cidade é uma verdadeira "caça ao tesouro". Se a corrida for de curta distância, com valor inferior a R$ 10, motoristas muitas vezes negam, inventam uma desculpa ou fazem de má vontade. Nos pontos do centro, taxistas não se importavam em fazer percursos pequenos, já que o movimento é grande e eles não costumam perder tempo parados na fila esperando passageiro. De acordo com os motoristas, nos pontos de bairros e na fila da rodoviária - que muitas vezes ultrapassa os limites do terminal e ocupa parte da avenida Olegário Maciel - eles chegam a ficar mais de 30 minutos esperando até entrar um cliente. "Essas corridas curtas não pagam nem a gasolina que a gente gasta para chegar ao primeiro lugar da fila, por isso, muitos recusam", disse um taxista insatisfeito, quando foi informado do trajeto entre a rodoviária até o shopping Diamond Mall, na região Centro-Sul. O percurso de 2 km saiu por R$ 10,40.

O presidente da BHTrans, Ramon Victor Cesar, explica que o aumento da tarifa neste ano priorizou a bandeirada, para que as corridas curtas tenham um valor maior. "Pensamos em valorizar a viagem pequena, que é a mais comum na capital, para diminuir as recusas".

Alguns motoristas sabem que podem ser multados se recusarem as corridas e, por isso, fazem de má vontade. "Se a gente rejeitar, somos multados", afirmou um taxista, ao ser questionado se se importava de fazer um percurso pequeno, de 1 km, entre a avenida Afonso Pena, no bairro Serra, e o Hospital Life Center.

Para o diretor do Sindicato dos Taxistas (Sincavir), Avelino Moreira, as recusas de corridas curtas acontecem, mas não é um comportamento padrão. "As tarifas estavam muito defasadas. Com o reajuste, já começamos a adequar esse problema", destaca.

Combinadas. O caso de agressão entre um taxista e dois empresários que se recusaram a pagar um valor fixo de R$ 50, entre uma casa de eventos na BR-040, em Nova Lima, na região metropolitana, e o bairro Belvedere, na região Centro-Sul da capital, no mês passado, ainda repercute entre os motoristas. A reportagem refez o trajeto e o custo, pelo taxímetro, foi de R$ 45. No entanto, ao chegar no destino, o motorista cobrou uma taxa de retorno de 50% e subiu para R$ 65. No dia da confusão com os empresários, o veículo era da capital e não poderia ter realizado o serviço, já que a BHTrans não tem convênio com Nova Lima.

Taxa de retorno
Cobrança. A taxa de retorno só não é cobrada em Contagem, Ibirité e Ribeirão das Neves, que possuem convênio com a capital. Nos demais municípios da Grande BH, é cobrado mais 50% do valor da corrida.

Morre o ditador norte-coreano Kim Jong-Il




O líder e ditador norte-coreano Kim Jong-Il faleceu no sábado vítima de um ataque cardíaco e seu filho Kim Jong-Un foi designado como sucessor, anunciou nesta segunda-feira a televisão estatal do país mais fechado do mundo, muito pobre mas que possui a arma nuclear.

Kim Jong-Il, de 69 anos ou 70, dependendo da fonte, faleceu no sábado 17 de dezembro às 8H30 (21H30 de Brasília, sexta-feira), anunciou entre lágrimas uma apresentadora do canal de televisão estatal.

O falecido ditador herdou o poder após a morte, em 1994, do pai, Kim Il-Sung, fundador da República Democrática da Coreia do Norte, instaurando assim a primeira dinastia comunista da história, na qual imperam o culto à personalidade, a censura, as execuções e as prisões arbitrárias.

A Agência Central de Imprensa Coreana (KCNA), canal privilegiado do regime, pediu à população que reconheça o filho mais novo de de Kim Jong-Il, Kim Jong-Un, nascido em 1983 ou 1984 segundo as fontes, como sucessor na chefia do Estado norte-coreano. "Todos os membros do Partido (dos Trabalhadores), os militares e o povo devem seguir fielmente a autoridade do camarada Kim Jong-Un e proteger e reforçar a frente unida do partido, do Exército e da cidadania", afirma uma nota da KCNA.

O anúncio da morte despertou alertas na região e em todo o mundo. Os presidentes dos Estados Unidos e da Coreia do Sul, Barack Obama e Lee Myung-Bak, conversaram por telefone e concordaram em reforçar a cooperação em termos de segurança. "O presidente (Obama) reafirmou o forte compromisso em favor da estabilidade da Península Coreana e da segurança de nosso aliado, a República da Coreia", afirma um comunicado da Casa Branca. "Os dois líderes concordaram em permanecer em contato estreito contacto para acompanhar o desenvolvimento dos acontecimentos. Decidiram ordenar a suas equipes de segurança nacional que continuem em estreita coordenação", compelta a nota.

O presidente da Coreia do Sul pediu a seus cidadãos que mantenham a calma após o impacto provocado pelo anúncio da morte do ditador norte-coreano. "O presidente Lee pede à população que compareça a suas habituais atividades econômicas sem alvoroços", afirmou uma alto representante da presidência.

O Exército sul-coreano colocou suas tropas em alerta na fronteira com o vizinho do Norte, mas até o momento não foi detectade nenhuma atividade fora do comum.

O governo sul-coreano convocou em caráter de urgência um Conselho de Segurança Nacional, segundo a agência Yonhap.

Coreia do Sul e Coreia do Norte continuam tecnicamente em guerra desde o conflito de três anos entre os dois países, que acabou com um armistício em 1953.

A China, um dos raros aliados da Coreia do Norte, apresentou nesta segunda-feira "profundas condolências" pela morte do dirigente norte-coreano.


Kim Jong-un, filho mais novo de Kim Jong-il, é o sucessor
A influência econômica chinesa sobre o vizinho norte-coreano, cuja economia registrou uma queda considerável, aumentou desde que a Coreia do Sul e os países ocidentais interromperam a ajuda ante a ameaça nuclear da Coreia do Norte.

A China é um vizinho e importante aliado deste isolado Estado stalinista.

Analistas consideram que a morte de Kim Jong-Il preocupa os dirigentes chineses, que estão obcecados com a estabilidade e provavelmente temem que Kim Jong-Un não tenha tempo suficiente para controlar o governo e os militares.

O governo japonês também convocou uma reunião do gabinente de segurança e expressou condolências pela morte de Kim, um ato inesperado pelas relações tensas entre os dois países. "O governo expressa condolências após o repentino anúncio da inesperada morte do presidente da Comissão de Defesa Nacional da Coreia do Norte, Kim Jong-Il", declarou o porta-voz do governo, Osamu Fujimura. "O governo japonês espera que esta situação não tenha consequências negativas para a paz e a estabilidade da península coreana", completou.

A imprensa estatal de Pyongyang não informou em um primeiro momento a causa da morte do líder norte-coreano, que sofreu em agosto de 2008 um derrame cerebral, mas a KCNA informou que ele faleceu em consequência de um "infarto do miocárdio severo e de uma crise cardíaca" quando viajava de trem em um de seus deslocamentos habituais para fora da capital. No domingo foi executada uma necropsia.

O funeral acontecerá no dia 28 de dezembro em Pyongyang, segundo a KCNA. O período de luto foi declarado de 17 a 29 de dezembro.

As Bolsas de Seul e Tóquio registraram baixas expressivas nesta segunda-feira após o anúncio da morte de Kim Jong-Il.

Em Seul, o índice KOSPI perdeu 3,43%, a 1.776,93 pontos, em consequência da incerteza sobre o futuro do vizinho Estado comunista, que possui armamento nuclear. Em Tóquio, a queda foi de 1,26%. O índice Nikkei cedeu de 105,60 pontos, a 8.296,12 unidades.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Lacerda é líder e venceria no primeiro turno em um cenário





O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), é o líder da pesquisa eleitoral realizada pelo InstitutoDataTempo/CP2, entre os dias 10 e 15 de dezembro. Ele está na ponta em todos os cenários, mas, em um deles, obtém mais de 50% das intenções de voto, o que implicaria vitória já no primeiro turno.

O cenário em que Lacerda tem pior desempenho é o primeiro, quando todos os possíveis pré-candidatos estão presentes, ainda que um mesmo partido tenha mais de um nome na lista. Nessa situação, ele aparece com 27,8% e o ministro de Desenvolvimento, Fernando Pimentel (PT), tem 18,3% da preferência do eleitorado. O deputado estadual João Leite (PSDB) fica com 11,0% e é seguido de perto pelo ex-ministro Patrus Ananias (PT), com 10,9%. Dois peemedebistas aparecem em seguida empatados tecnicamente: o ex-ministro Hélio Costa (5,6%) e o deputado federal Leonardo Quintão (5,4%).

No segundo cenário, sem os nomes de Pimentel, Patrus e Costa, Lacerda tem 39,7% das intenções de voto. Nenhum dos outros candidatos alcança 20% da preferência do eleitorado. Quem mais se aproxima é o tucano João Leite, com 18,9%. No terceiro cenário, substituindo Quintão por Hélio Costa como nome do PMDB, o prefeito da capital tem 37,7%, e João Leite, 18,8%.

Já no quarto cenário, voltando com Leonardo Quintão e inserindo Fernando Pimentel, Lacerda registra 31,2% das intenções de voto. Nessa situação, Pimentel fica em segundo lugar, com 20,8%. No quinto cenário, substituindo Pimentel por Patrus Ananias, Marcio Lacerda alcança 35,9% da preferência.

No sexto cenário, sem os nomes do atual ministro e dos ex-ministros e substituindo Quintão pelo senador Clésio Andrade, que vai se filiar ao PMDB, Lacerda é o escolhido por 41%, e João Leite volta para o segundo lugar (23,4%). No sétimo cenário, voltando com Quintão em lugar de Clésio e substituindo João Leite pelo deputado federal do PSDB Rodrigo de Castro, o prefeito obtém 45,9%. O peemedebista assume o segundo lugar pela primeira vez.

No oitavo cenário, sem um candidato tucano e sem o ministro e os ex-ministros, Lacerda cresce nas intenções de voto e chega a 49,2%. Quintão tem 14,8%.

No nono e último cenário, sem candidato tucano, sem candidato do PT (o vice-prefeito Roberto Carvalho é retirado da lista), Lacerda tem seu melhor desempenho e ganharia a eleição no primeiro turno, com 51,3% das intenções de voto.

Dados
DataTempo/CP2. Foram feitas 900 entrevistas, entre 10 e 15 de dezembro, com diversas faixas de renda, escolaridade e idade, em todas as regiões da capital. A margem de erro é de 3,27 pontos percentuais.

Acordos bem-sucedidos e decepções: um balanço dos negócios da dinastia Perrella


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Em 17 anos de Cruzeiro, a dinastia Perrella conquistou 23 títulos e 12 vices, em 80 torneios disputados. Foram 1.212 jogos, 633 vitórias, 274 empates e 305 derrotas, com 2.189 gols marcados e 1.364 sofridos, cravando um aproveitamento de 59,76%.

Nesse tempo, uma característica marcante da administração dos irmãos Perrella sempre foi o alto número de negociações de jogadores. O Superesportes realizou um levantamento das vendas e contratações mais ousadas dos últimos 17 anos, além das cifras mais elevadas.

No primeiro ano de Perrella à frente do Cruzeiro, em 1995, a diretoria investiu R$ 3 milhões em contratações, mas foram justamente os atletas que nada custaram ao clube que deram o maior retorno: Fabinho, Gelson Baresi e Paulinho Mclaren. A partir do ano seguinte, o novo presidente começaria a se destacar pela astúcia nas negociações, principalmente na venda de atletas.

Troca bem-sucedida com o São Paulo
Arquivo/EM
Palhinha veio em pacotão e deu certo


Em 1996, Zezé Perrella realizou uma das negociações mais emblemáticas em bem-sucedidas da história do Cruzeiro. O clube celeste cedeu ao São Paulo os jogadores Belletti, então com 19 anos, e Serginho, com 24, além do zagueiro Vanderci, em troca dos atletas Gilmar, Vítor, Donizete, Aílton e Ronaldo Luiz, além do passe definitivo de Palhinha. Com esses jogadores, mais Fabinho e Gelson Baresi, que vieram de graça do Flamengo no ano anterior, o Cruzeiro formou a base do time campeão da Copa do Brasil 1996 e da Libertadores 1997 sem gastar nada em contratações.

A primeira temporada de faturamento exorbitante

Em 1999, o Cruzeiro faturou alto com quatro vendas de peso para o futebol europeu. Fábio Júnior foi vendido por US$ 15 milhões para a Roma-ITA e Alex Alves foi para o Herta Berlim-ALE por US$ 9 milhões. O lateral Evanílson foi para o Borussia Dortmund por US$ 7 milhões, enquanto o goleiro Dida foi negociado com o Milan por US$ 3 milhões. A torcida celeste começava a se acostumar com a venda dos seus ídolos para o futebol europeu, por valores milionários.

As maiores vendas
 Juarez Rodrigues/Estado de Minas - 09/07/2000
Geovanni foi a maior venda da história

A maior venda da história do Cruzeiro foi realizada por Zezé Perrella. Trata-se do atacante Geovanni. Depois de marcar o gol do título da Copa do Brasil de 2000, o jogador foi negociado, em 2011, com o Barcelona, por US$ 18 milhões, aproximadamente R$ 46 milhões na época. Até hoje, essa é, em reais, uma das maiores negociações de um jogador de clube brasileiro na história.

Em 2005, Fred foi foi vendido para o Lyon por 15 milhões de euros e configurou a segunda maior negociação do Cruzeiro na era Perrella, seguida de Fábio Júnior, em 1999, por US$ 15 milhões, para a Roma. A negociação de Marcelo Moreno com o Shakhtar Donestk, da Ucrânia, foi a quarta maior da história celeste, por 9 milhões de euros.

As contratações mais caras

A contratação mais cara da dinastia Perrella no Cruzeiro foi a do argentino Sorín. Foram desembolsados US$ 5,08 milhões, em 2000, para trazer o jogador, que, até então, era do River Plate. Outro argentino, Walter Montillo foi o segundo maior investimento do clube, custando US$ 3,5 milhões, pagos à Universidad de Chile. O meia Pedro Ken foi o terceiro maior investimento – R$ 3,75 milhões – enquanto o zagueiro uruguaio Victorino foi contratado por US$ 2 milhões, mesmo valor desembolsado pelo atacante Thiago Ribeiro.
Tereza Correia/Estado de Minas-06/07/2001
Rincón veio de graça para o Cruzeiro


Estrelas gratuitas

Durante os 17 anos da era Perrella no Cruzeiro, o clube celeste contou com algumas estrelas no elenco gastando apenas com salários. Foi o caso de Alex, Edmundo, Rincón e Rivaldo, que já tinham o passe nas mãos. Os três últimos foram decepções, enquanto o primeiro tornou-se ídolo eterno da torcida.

Investimentos modestos em 2003

Os maiores investimentos de 2003, ano em que o clube conquistou a Tríplice Coroa (Campeonato Mineiro, a Copa do Brasil e o Brasileirão), foram o lateral-direito Maurinho (R$ 1,1 milhão), o zagueiro Edu Dracena (R$ 1,8 milhão), o volante Maldonado (R$ 2,2 milhões) e o volante/meia Martinez (R$ 2,25 milhões).

Decepções

Paulo Filgueiras/EM/D.A Press
Pedro Ken custou caro e não correspondeu
Nesses 17 anos de dinastia Perrella, o clube fez alguns altos investimentos que não deram retorno. A maioria foi aposta em atletas de pouca expressão, considerados promissores pela diretoria. Eis alguns deles: Pedro Ken (R$ 3,75 milhões), Elicarlos (R$ 1,4 milhão), Reinaldo Alagoano (R$ 1,2 milhão), Rômulo - atacante (R$ 1,3 milhão), Maicosuel (R$ 1,3 milhão), Javier Reina (R$ 1,5 milhão), Wanderley (R$ 2 milhões), Gérson Magrão (R$ 2 milhões) e Kieza (R$ 2 milhões).


As maiores vendas da dinastia Perrella:
Geovanni – US$ 18 milhões para o Barcelona-ESP, em 2001
Fred – 15 milhões de euros para o Lyon-FRA, em 2005
Fábio Júnior – US$ 15 milhões para a Roma-ITA, em 1999
Marcelo Moreno – 9 milhões de euros para o Shakhtar-UCR, em 2008
Alex Alves – US$ 9 milhões para o Herta Berlim-ALE, em 1999

As contratações mais caras da dinastia Perrella:
Sorín – US$ 5,08 milhões – River Plate (2000)
Walter Montillo – US$ 3,5 milhões (R$ 6,2 milhões) – Universidad de Chile (2010)
Pedro Ken – R$ 3,75 milhões por 80% - Coritiba (2010)
Victorino – US$ 2 milhões (R$ 3,3 milhões) - U. de Chile (2011)
Thiago Ribeiro – US$ 2 milhões (R$ 3,2 milhões) por 50% - Al-Rayyan (2008)

sábado, 17 de dezembro de 2011

Indiana é considerada a menor mulher do mundo pelo Guinness


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Com apenas 62,8 centímetros e 18 anos recém completos, a indiana Jyoti Amge da cidade de de Nagpur foi considerada a menor mulher do mundo pelo Livro Guinness de Recordes.

A pequena indiana desbancou a americana Bridgette Jordan, de 69 centímetros, ao completar a idade mínima (18 anos) considerada para entrar no livro.

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