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terça-feira, 31 de julho de 2012

A Noiva Ingrata


Cerca vez uma noiva chamada Estrela Vermelha após um longo namoro, casou-se com seu amado poder, a Prefeitura de Belo Horizonte, durante quase quatro anos viveu os conflitos da vida matrimonial com o poder, mas vivia feliz.

Insatisfeita com que tinha, decidiu que queria mais, começou a querer mais espaço na cama, em toda casa, porque até então tudo que tinha era pouco para essa noiva insaciável; então chegou seu amado na parede e impôs suas condições e regras. O amado poder logo reagiu,“ você tem que saber dividir o espaço, afinal todos tem direito”, revoltada com a posição do marido, a noiva esbravejou, xingou, esperneou e resolveu sair de casa. Logo correu para o sempre e velho amante de primeira hora, e agora juntos tentam dominar tudo e como de costume de toda noiva revoltada, resolve agora difamar seu ex-marido e nada que viveu juntos é reconhecido.

Caro eleitor, você que acompanha toda essa relação, como explicar isso? Uma relação de quatro anos, a noiva toda alegre, feliz, falando muito bem do seu amado e só porque a contrariou e por querer ser justo e dividir o espaço de casa. Afinal, o seu interesse e de todos esta em primeiro lugar, é o interesse do bem social em toda sua instancia, você que tem mais direito a essa casa, agora só porque esse noivo resolveu ser correto e justo, deixou de ser o melhor marido? Passou a ser o mais chato? Que coisa feia. 

Senador Aécio: PT tira receita dos municípios e aumenta encargos


senador Aécio Neves vem alertando que os municípios têm sido penalizados pelo governo do PT, que diminui os repasses para eles.

Ao mesmo tempo, amplia as responsabilidades dos municípios.

senador Aécio Neves já havia feito o alerta quando a presidente Dilma foi vaiada por prefeitos durante a 15ª Marcha em Defesa dos Municípios:

Existe uma agenda muito extensa, a agenda da Federação brasileira para a qual o governo federal tem virado as costas. O que estamos vendo no Brasil ao longo dos últimos dez, 12 anos, é um acúmulo permanente de receita tributária nas mãos da União, em detrimento de estados e municípios”, disse o senador Aécio Neves à época.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Emprego - artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S. Paulo


Criada na antevéspera do final do primeiro ciclo da Era Vargas, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) cumpriu missão fundamental ao regular as relações entre trabalhadores e empregadores em um país que ensaiava os passos na construção de uma economia industrializada, moderna e diversificada.

Sete décadas depois, as aceleradas transformações que ocorrem em nível global mostram que o mundo das relações trabalhistas cobra da sociedade um novo olhar, contemporâneo, compromissado com o futuro e sustentado por políticas públicas e empresariais objetivas, capazes de abrir oportunidades para um maior número de brasileiros.

O desafio hoje é outro e está na criação de um ambiente que incentive a geração de empregos de qualidade e remova distorções históricas inaceitáveis, conforme mostra o relatório, da Organização Internacional do Trabalho, "Perfil do Trabalho Decente no Brasil".

O estudo indica que precisamos avançar muito para corrigir discrepâncias que penalizam mulheres, negros -homens e mulheres- e também trabalhadores domésticos.

Os salários pagos às mulheres no período abrangido pelo estudo -até 2009- eram 17,3% menores que a remuneração dada aos homens. Também a taxa de formalidade feminina era menor que a dos homens -50,7% contra 57,7%.

No caso dos trabalhadores negros, as discrepâncias são mais perversas, com salário 30% menor que o pago a um trabalhador branco na mesma função. A situação é ainda pior para mulheres negras, que recebiam apenas 40,3%.

Penalizando a todos, permanece elevada a informalidade no emprego. A taxa de formalidade, embora tenha crescido, ainda era de 54,3% em 2009, deixando ao relento quase a metade dos trabalhadores brasileiros.

No caso dos empregados domésticos, a situação é mais crítica, com a taxa girando em pouco mais de 6% em alguns Estados do nordeste -empregos ocupados principalmente por mulheres predominantemente negras. Nesta categoria, o mais alto índice de formalização chega a 38% apenas em São Paulo.

Os 2.496 dispositivos pendurados na CLT ao longo dos últimos 70 anos -922 artigos, mais a legislação acessória e súmulas de tribunais- mostram-se inócuos para reverter esse cenário e comprovam que passou da hora de se instalar um debate para modernizar as relações trabalhistas no país.

Lembro que esta é uma entre tantas reformas estruturais que o Brasil continua devendo aos cidadãos e que acabaram sublimadas ou pela falta de vontade política ou pela urgência de matérias que interessam de perto ao governismo e ao seu projeto de poder.

Uma década depois, as antigas reformas constitucionais continuam sendo as novas reformas ainda por se fazer. 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Carteiro do Chaves, Jaiminho ganha estátua em Tangamandápio



Viajar e ver grandes ícones da história do país eternizados em estátuas é um fato quase corriqueiro. Mas imagine você estar no meio da rua e se deparar com o carteiro Jaiminho estático. Desde ontem isto é uma realidade na cidade de Tangamandapio, no México.

Com certeza, você já ouviu várias vezes o nome deste local. É que o famoso personagem do seriado Chaves sempre gostava de se referir à terra dele enquanto conversava com a turma. E foi por isso que o governo da cidade resolveu prestar uma homenagem ao colocar uma estátua de Jaiminho, interpretado pelo ator Raúl "Chato" Padilla, em uma de suas ruas principais. 

Juan Campos González, prefeito de Tangamandapio, disse que esta foi uma forma de agradecer pelo personagem ter tirado a cidade do anonimato: "Graças a ele, a cidade foi conhecida a nível mundial", falou em seu discurso. A estátua de Jaiminho, que está localizada na rua Madero, mede 1,70m e foi feita de bronze.

Raúl "Chato" Padilla trabalhou durante 15 anos nos de Chaves e Chapolin. Seu personagem mais conhecido, o carteiro Jaiminho ficou famoso por sempre entrar na vila empurrando uma bicicleta, já que não sabia como andar nela. Sempre cansado repetia o bordão: "É preciso evitar a fadiga". O ator faleceu em 3 de fevereiro de 1994, vítima de problemas de saúde relacionados ao diabetes.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Senador Aécio na campanha por mais royalties do minério para MG



senador Aécio Neves está engajado no movimento “Minério com mais justiça – Como está não dá para ficar”.

O movimento reivindica o aumento dos royalties do minério. A campanha conta com campanha publicitária que trará diversas personalidades e artistas que têm vínculos com Minas Gerais e conhecem a realidade dos municípios que sofrem com a extração mineral. Além do senador Aécio Neves, o médico Ivo Pitanguy, o cartunista Ziraldo, a artista plástica Yara Tupinambá e o músico Tavinho Moura. A campanha tem como símbolo os braços cruzados em forma de X sobre o peito.        
         
“Essa é, na verdade, uma campanha cívica em favor de Minas e das futuras gerações de mineiros. Esta campanha não é uma campanha partidária. Ela tem a marca e a presença extremamente importante da OAB, da ABI, das entidades representantes dos municípios mineradores, na busca da popularização do tema. É tão desproporcional hoje o que recebemos, nós estados e municípios mineradores, em relação àquilo que recebem, por exemplo, os produtores de petróleo, que queremos uma grade mobilização no sentido de alertar o Congresso e o governo federal para a necessidade de se passar a cobrar royalties de minério, como ocorre com o petróleo, sobre o faturamento bruto das empresas e não sobre o faturamento líquido, como hoje ocorre”, destacou o senador Aécio Neves, lembrando que proposta de sua autoria que tramita no Congresso prevê, além disso, o aumento das alíquotas de royalties de cada tipo de minério.

Gestão eficiente de Aécio Neves: gerar emprego é política social



Desde 2003, com a introdução do modelo de gestão eficiente de Aécio Neves, Minas Gerais trata a geração de emprego e renda como política social. E tem colhido frutos

Há quase 10 anos, a gestão eficiente de Aécio Neves e Antonio Anastasia se traduz em emprego e renda para as famílias mineiras. Desde que as contas do estado foram equilibradas, em 2004, Minas Gerais tem liderado a maioria absoluta de todos os levantamentos sobre a geração de emprego do Brasil. E muitas vezes até mesmo acima da média nacional.

Quando assumiu o primeiro mandato como governador, em 2003, Aécio Neves introduziu na área econômica do governo a filosofia de que a atração de investimentos e a geração de emprego e renda deveriam ser tratadas como uma política social. Dizia ele, àquela época, que agestão eficiente nos setores responsáveis por fomentar a economia mineira teria papel vital para reverter o quadro negativo dos indicadores sociais.

Isto porque dentro do inovador modelo administrativo de Minas Gerais, garantir o emprego ao cidadão era a melhor forma de sustentar a sua cidadania e o seu desenvolvimento social e de sua família.

De 2003 a 2011, segundo dados do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), o estado teve um recorde de inversões de aproximadamente R$ 300 bilhões, com a geração de 500 mil empregos diretos, distribuídos em quase 3 mil projetos.

Não por coincidência, no mesmo período, todos os indicadores sociais de Minas Gerais apresentaram melhoras reais. Foi assim na saúde, na educação, na diminuição da violência, no saneamento básico, entre outras áreas.

E os últimos dados do Cadastro Geral de Empregos e Desempregos (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que sob a administração de Antonio Anastasia, o modelo de gestão eficiente iniciado por Aécio Neves continua gerando empregos acima da média do Brasil.

Em junho deste ano, novamente, Minas Gerais foi o estado brasileiro que mais gerou novos postos de trabalho: 38.484, 18% a mais do que o mês anterior.

Ao contrário de Minas Gerais, o Brasil não teve motivos para comemorar. A pesquisa do Caged apontou que o desempenho de junho foi pior do que o mês anterior, com 14% a menos no volume de empregos gerados.

Uma rápida leitura pode mostrar ainda que, sem a boa gestão mineira e sua superlativa geração de empregos, o Brasil poderia estar ainda pior.

Gestão Eficiente: Aécio Neves garante vida nova para o Rio das Velhas


gestão eficiente de Aécio Neves em Minas Gerais mudou o perfil do Rio das Velhas.

O principal afluente do Rio São Francisco, que nasce na Região Metropolitana de Belo Horizonte e corta 51 municípios mineiros, passa hoje por uma verdadeira revolução.

Depois de décadas recebendo esgoto sem tratamento, hoje o rio dispõe de amplo projeto de revitalização que vai garantir que, até o final de 2012, 85% de todo o esgoto lançado no rio seja tratado.

Atualmente, a Copasa opera 21 Estações de Tratamento de Esgoto e outras 14 estão sendo construídas ou em processo de licitação.

O processo de revitalização dos 801 km do Rio das Velhas começou em 2003, no início da gestão eficiente de Aécio Neves, a partir da parceria do Governo de Minas com o Projeto Manuelzão, vinculado à Universidade Federal de Minas Gerais.

Chamada de Meta 2014, a parceria tem por objetivo a volta da pesca e a possibilidade de se nadar no curso d’água em sua passagem pela RMBH.

O resultado da revitalização está na melhoria das águas do Rio das Velhas, já comprovada com a volta de várias espécies de peixes ao longo de 714 km do leito e em áreas consideradas, anteriormente, degradadas.

É a gestão eficiente de Aécio Neves gerando bons resultados.

Dia do Motorista



A todos motoristas nossa justa homenagem, em especial aos motoristas dos coletivos, taxistas, motoboys, profissionais esses essenciais ao nosso desenvolvimento e progresso, também a todos motoristas particulares, condutores de qualquer maquina nossos mais sinceros respeito.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Confins: novo atraso vem à tona

Mesmo com a decisão tardia da União em investir na melhoria do Aeroporto Tancredo Neves, novos documentos mostram que obras não serão concluídas dentro do prazo



gestão eficiente de Aécio Neves, quando governador de Minas Gerais, passou pelo enfrentamento de interesses econômicos em prol do desenvolvimento do estado, mesmo que fosse preciso tomar decisões políticas que desagradassem momentaneamente a opinião pública. Assim foi com a determinação de transferir os voos interestaduais para o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, em meados de 2005.

As críticas foram duras, principalmente, das empresas aéreas que não queriam abrir mão da comodidade de usufruírem de um aeroporto há pouquíssimos quilômetros do centro de Belo Horizonte, como é o caso da Pampulha, ignorando o risco a segurança de passageiros e moradores dos arredores.

senador Aécio Neves enfrentou as resistências e provou que a transferência dos voos interestaduais para Confins não só fez renascer um aeroporto internacional com capacidade para 5 milhões de passageiros/ano, que vivia abandonado, como também atraiu mais investimentos para o Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O que não estava nos planos era o completo descompromisso do governo federal, administrador do aeroporto, em realizar intervenções necessárias para dotar Confins de estrutura capaz de atender um aumento de demanda de passageiros, voos e novas linhas aéreas.

Atualmente, o aeroporto de Confins vive o caos. Ele opera muito acima do limite de sua capacidade, chegando a algo próximo a 9 milhões de passageiros/ano.

As constantes – porém, tardias - obras de ampliação do estacionamento não são suficientes para atender toda a demanda. Este fato fica evidente com as intermináveis filas de carro à espera de uma vaga a qualquer horário do dia.

A mesma realidade de caos se vê nos setores de desembarque, onde a insuficiência de esteiras para recebimento das bagagens geram esperas que chegam até a uma hora após o desembarque.

Se a gestão eficiente de Aécio Neves incluiu o renascimento do Aeroporto Internacional Tancredo Neves no modelo de gestão eficiente implantado em Minas Gerais, as notícias são desanimadoras quanto à capacidade gerencial do governo federal para acompanhar o crescimento econômico proporcionado por esta medida do Governo do Estado.

Matéria do jornal O Tempo desta segunda-feira traz uma informação estarrecedora: por falta de um projeto executivo da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), as obras de ampliação e modernização do aeroporto de Confins dificilmente estarão concluídas dentro do prazo estipulado para dezembro de 2013.


Há sete anos, a gestão eficiente de Aécio Neves pede uma ação parceira e responsável do governo federal para que preparasse o Aeroporto Internacional Tancredo Neves para o salto de desenvolvimento que Minas Gerais daria.

E pelo que se vê, o caos não tem prazo para terminar.

Senador Aécio Neves: piora da imagem do país no exterior preocupa


O senador Aécio Neves esteve recentemente em Washington (EUA) para a entrega do prêmio John Kluge, conhecido como o Nobel das áreas humanas.

O prêmio é dado pela Biblioteca do Congresso dos EUA ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Lá ele teve oportunidade de conversar com economistas e estudiosos do Brasil, norte-americanos e europeus, e percebeu que a visão deles em relação ao país mudou para pior. Sobretudo no que se refere à economia, a avaliação é ainda mais pessimista, o que preocupou o senador Aécio Neves.

 “A expectativa em relação ao Brasil é outra, totalmente diferente do que era há seis meses. Há, hoje, uma avaliação mais negativa sobre a capacidade do país de responder à crise. O ambiente econômico piorou e a visão geral é de que vai piorar mais”, disse o senador Aécio Neves, reafirmando sua defesa de que o país precisa fazer as grandes reformas (tributária, política, do Estado, entre outras) urgentemente.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Serra da Saudade


A menor cidade de Minas Gerais e seus personagens

Chegar a Serra da Saudade não foi fácil. Não que o caminho fosse longo e sinuoso, não é isso. Dois viajantes um pouco distraídos e a nossa noção geográfica não tão boa ajudaram a atrasar nossas previsões. Poucos carros em direção à cidade denunciavam que estávamos mesmo indo para um lugar completamente diferente de tudo o que vemos nas cidades grandes, com toda essa correria desenfreada que agrada a muitos, e em outros tantos coloca na cabeça uma ideia contestável de progresso.

Serra da Saudade, a 270 quilômetros de Belo Horizonte, é a menor cidade do estado em número de habitantes, com 815 moradores – segundo o Censo do IBGE/2010, é a segunda do país, só perdendo para Borá, no interior paulista, com 805. Em fevereiro de 2006, os Rolling Stones fizeram um show histórico no Rio para 1,3 milhão de pessoas. Para se ter uma ideia, seria preciso multiplicar a população de Serra da Saudade por 1.600 para conseguir lotar as areias de Copacabana. No entanto, em extensão territorial, a cidade na região central de Minas tem números de metrópole – 335 quilômetros quadrados, quase o mesmo que Belo Horizonte. Mas na capital mineira são quase 7.200 habitantes por km², enquanto esse número em Serra cai para menos de três.

A história da cidade, como de muitos outros povoados da primeira metade do século passado, passa pela linha do trem e o desenvolvimento e o progresso trazidos por ela. Na década de 20, a construção da estrada de ferro e a inauguração da estação ferroviária trouxeram moradores e movimento à região, com a instalação de casas comerciais e restaurantes – e a cidade foi crescendo e novas ruas ganharam vida ao redor da praça. As décadas seguintes foram movimentadas, de muito comércio e festas. Em 1963, num primeiro de março, foi fundada a prefeitura da cidade e, em agosto do mesmo ano, Serra da Saudade deixou de pertencer a Dores do Indaiá e ganhou status de município. Com a construção da BR-262, o intenso movimento teve uma importante redução, até que em 1969 a ferrovia teve seus trilhos arrancados. O que, de certa forma, fez com que o lugar se tornasse, para sempre, um paraíso de ares tranquilos encravado ao pé da serra.

A cidade e seus personagens
Seu Odilon Costa ainda se lembra de quando chegou a Serra da Saudade, há 65 anos. “Aqui na praça passava a ferrovia. Era muito movimentado, transporte em carro de boi.” Foi nos bailes dessa mesma praça que Odilon conheceu a esposa, falecida há quase sete anos. 

Recentemente, ele teve um infarto. Contrariando as expectativas médicas, sobreviveu e, sentado na varanda de sua casa, aos 86 anos, visita o passado como se pudesse ainda dançar pela primeira vez com a mulher que foi sua companheira por 52 anos. “Ela agradou de mim, eu agradei dela. Começamos a namorar e acabamos casando. É o destino, né sô?”. 

Viver arrependido é o destino de Zé Sinhorio. De família nobre, moço trabalhador, rico, solteiro, Sinhorio teve uma vida de rei. “Fazenda grande, comprava muito boi”, lembra. Foi muito namorador, só moça boa, ele diz. Sinhorio, por ciúmes, matou duas mulheres em 1963. Um ano depois, foi preso. Ele diz que foi bem tratado nos 10 anos em que ficou na cadeia. Mas a lembrança daqueles tiros sempre lhe acompanhará. “Gostava demais delas. A gente fica pensando, vou esquecer, já passou... Mas não esquece. Pedir a Deus para dar um bom lugar pra gente, sem Deus a gente não vale nada.” 

E hoje, na casa de um cômodo aonde mora sozinho, próxima ao cemitério, ele vai se deitar pensando no que fez, tendo as estrelas que cintilam no céu de Serra da Saudade como confidentes. 

Jair José de Sousa, de 76 anos – embora sua esposa jure de pé junto que ele tem bem menos –, mora em Serra há 35. Vive com a esposa e o caçula dos quatro filhos numa casa perto da praça. Um quadro de Ayrton Senna e outro de Santo Expedito decoram a parede da sala. Goiano, como é conhecido, gosta de andar por aí assobiando e cantando. Vai à praça conversar com os amigos, por lá toma um refrigerante. “A cervejinha também tem seu lugar”, ri. 

A fala cantada, mansa guarda nesse senhor a nostalgia, e quando ele fala, a lágrima parece irremediável. Ele se alegra e sorri quando diz que gosta de cantar música sertaneja, fumar um cigarrinho. E tem saudade do tempo em que podia trabalhar. “Hoje tenho vontade de trabalhar, mas por problema de coluna não dá, isso judia demais da gente”.

Os olhos de Beatriz brilham quando fala do futuro. Ela faz faculdade de nutrição em Bom Despacho, a uma hora e meia de ônibus de Serra da Saudade – ela até leva travesseiro para a outra uma hora e meia de volta, já no fim da noite. Beatriz gosta muito de Serra da Saudade, mas, como toda jovem de 22 anos, ela tem sonhos e faz planos: quer se formar no fim do ano que vem e se mudar para uma cidade maior, com mais possibilidades. “Meu sonho é ser totalmente independente, estudo para isso. Minha independência é o que eu mais quero”, diz. Na menor cidade de Minas, o que não podia faltar também é o famoso disse-me-disse. “Um pouquinho de fofoca tem. Todo mundo fala um pouco da vida do outro”, confessa.

A impressão que se tem é que as coisas realmente funcionam em Serra da Saudade. O centro cultural oferece curso de informática, aulas de dança, sem nenhum custo para os moradores, que também têm um centro esportivo com quadras de futebol e de volêi de areia e duas piscinas. Todas as residências com computador recebem automaticamente acesso gratuito a internet, fornecido pela prefeitura desde janeiro de 2011. Serra da Saudade conta com uma creche e uma escola municipal, que funciona em dois turnos com ensino fundamental e médio e atende cerca de 200 alunos, que recebem café da manhã, almoço e lanche. Trinta e cinco por cento dos estudantes vêm da zona rural. 

Engana-se quem imagina que a menor de cidade de Minas está no meio do nada, longe das parafernálias tecnológicas. Fernando, de 11 anos, tem Orkut, Facebook, Twitter, MSN e e-mail e fala com a naturalidade de quem vê nisso pouca novidade. O amigo Vinícius, da mesma idade, tímido num primeiro momento, se apressa em dizer que só não tem Twitter.

Em Serra da Saudade, é possível fazer coisas que seriam loucura na cidade grande – dormir com a casa aberta, por exemplo. Violência é um mal do qual Serra da Saudade não sofre. Há mais de 20 anos não se tem notícia de homicídio na cidade. As pouquíssimas ocorrências que o cabo da Polícia Militar Carlos Júnior registrou foram de furtos corriqueiros – e nenhum assalto nesses quatro anos em que está na cidade. E ele não pretende se mudar tão cedo. 

Apesar de sentir muito a falta do marido, falecido há menos de um ano, Dona Diná só tem boas lembranças das quase quatro décadas em que mora na cidade. “Fui muito feliz aqui. Lembro com muito carinho de todas as fases que vivi aqui. Muitas festas, muitas coisas bonitas que passei”, conta. Quando chegou em Serra da Saudade, naquele 22 de maio de 1976, a estrada de ferro não mais existia. “A cidade já era um cantinho sossegado. As ruas não eram asfaltadas, era tudo mais simples. Tem melhorado muito”, diz. “Serra da Saudade mudou muito, ficou bonita. Mas a população não cresceu não, sô”, diz Valdemar Cardoso, que chegou há 20 anos “já querendo descansar”. O fato de todo mundo da cidade se conhecer, para Dona Diná, torna Serra da Saudade um lugar especial: “É como se a gente fosse uma única família”.

Estranhos na noite

Obviamente, sabiam que havia dois desconhecidos na cidade. Já tínhamos sido vistos caminhando, conversando com os moradores, tirando fotos e, quando a fome apertou, lanchando na única padaria de Serra da Saudade. E já sabíamos que para passar a noite era preciso ir à casa de Dona Lia, uma senhora que nos alugou um quarto simples, porém aconchegante. Evangélica, ela disse que não participaria da quadrilha na praça, no dia seguinte. Nem vai passar perto, garantiu. O neto de Dona Lia comia uma linguiça da roça com vontade. Ele tem quatro anos – com uma cara invocada, andava de bicicleta com as rodinhas bambas. A noite de Serra da Saudade pediu algumas cervejas e uma prosa no bar de Seu Donizete, umas partida de sinuca com o Daniel e duas boas rodadas de frango frito no boteco do Zé Preto. Os cachorros se amontoaram e disputaram os ossos. A mesma lua que já iluminou a mansão de Jay Gatsby brilhava e a fumaça do cigarro se espalhava lentamente pelo ar. Era hora de dormir. 

Os meninos Fernando e Vinícius falaram algo sobre uma história que aconteceu há muitos anos. Em Serra da Saudade, todo mundo conhece o “causo” do menino que entregava marmitas para os trabalhadores do túnel.  As lembranças de Zé Gomes, de 76 anos, reviram o passado, “quando o pau quebrava mesmo nas festas”. “Deve ter sido em 1948, mais ou menos. Contavam que ele era carregador de bóia para a turma. Ele ‘lá ia’ com as marmitas e caiu um dreno na cabeça. Ele era novo, rapazinho. Tem a cruz lá para ele”, diz, referindo-se ao símbolo no local de sua morte. Tem a história da Balofa também, uma mulher que morava ali, aponta Zé para a rua à direita da praça. Segundo a lenda, ela bebeu veneno e se afogou dentro de uma gruta na região, em 1940 e poucos, não se sabe ao certo. Fantasmas não assuntam Zé Gomes. “O povo contava isso, que ali naquela curva aparecia assombração, mas nunca vi isso não”, ri, dizendo que mora sozinho e nunca viu nada.

Outra lenda explica o nome da cidade. Contam que no século 18, uma tribo de índios vivia ali. Por motivos desconhecidos, a tribo foi dizimada, restando apenas uma sobrevivente, que vivia em completa solidão. Certa feita, parentes que moravam na Bahia lhe escreveram uma carta – naquela época o transporte era lento e improvisado. Muito tempo depois, a carta chegou, mas a índia já havia falecido. Os moradores, então, abriram a carta, um tanto danificada, com uma única palavra legível: saudade. 

Guerra contra a Aids - artigo do senador Aécio Neves para a Folha de S. Paulo


Passadas três décadas da eclosão da Aids, com sua marcha trágica de milhões de vítimas fatais pelo planeta afora e uma mudança de comportamento sem precedentes, a Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um balanço que permite enxergar o cenário com mais otimismo. O lema atual lançado é "Juntos vamos eliminar a Aids", um apelo impensável nos anos 80, quando o tempo de vida dos soropositivos era de apenas cinco meses, em média.

De acordo com o relatório do Unaids, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre o HIV/Aids, houve uma queda de 24% no número de mortes causadas pela doença entre 2005 e 2011, quando se registraram, respectivamente, 2,2 milhões e 1,7 milhão de óbitos. No horizonte até 2015, a meta agora consiste em atingir 15 milhões de pessoas com o tratamento antirretroviral no mundo, o que representaria a sua universalização em apenas três anos. Pretende-se também zerar a transmissão do vírus entre mães e bebês.

A história internacional de bons resultados obtidos no combate à Aids deve muito à experiência brasileira. Não se trata de uma afirmação meramente ufanista. Os fatos estão reconhecidos internacionalmente na comunidade científica e nos governos.

Nos anos 90, no governo do ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, firmou-se uma política de distribuição gratuita de antirretrovirais pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Registre-se também, nesse período em que José Serra era ministro da Saúde, a atuação firme do Brasil no confronto com os grandes laboratórios farmacêuticos privados internacionais, no episódio da ameaça de quebra das patentes e em defesa do direito de obtenção dos remédios do coquetel anti-Aids a um preço mais barato.

De uma maneira geral, o país soube manter-se no bom caminho, aliando inovação com determinação na dura batalha contra a doença e o preconceito gerado em torno dela. A saúde é a área da administração pública que talvez mais se preste à união de esforços acima de diferenças políticas, ideológicas ou partidárias. O engajamento brasileiro na luta contra a Aids deveria ser elevado a motivo de orgulho nacional.

Vejam o que disse Michel Sidibé, diretor executivo do Unaids, ao divulgar o relatório do órgão e abordar os desafios atuais: "Esta é uma era de solidariedade global e responsabilidade mútua". Infelizmente, trata-se de uma afirmação aplicável a poucos temas nas sempre conturbadas relações entre os países.

Entretanto, se há luz no fim do túnel, o tamanho do inimigo continua a assustar. Em 2011, nada menos que 34,2 milhões de pessoas viviam com Aids no mundo todo, entre elas 4,9 milhões de jovens. O alerta continua bem aceso.

Senador Aécio: diminuir impostos para aumentar competitividade


O senador Aécio Neves tem defendido que o país faça rapidamente reformas, sobretudo a do Estado.

Assim, diminui o peso da máquina do governo e seus gastos correntes, e a Tributária, para que o país possa baixar sua carga de impostos e garantir competitividade às empresas brasileiras.  

“É preciso abrir espaço fiscal para que haja, aí sim, o início de uma redução da carga tributária. A carga de tributos é um dos principais fatores que inibem a competitividade do Brasil”, disse o senador Aécio Neves.
Não adianta tomar essas medidas paliativas de conceder isenções pontuais para setores específicos, como o automobilístico. Tem que puxar para baixo a carga de tributos de todos os setores”, defende o senador Aécio Neves.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Declaração do senador Aécio Neves sobre MP 563


Na última terça-feira, 17/07/2012, o senador Aécio Neves fez uma declaração sobre a aprovação na MP 563 da emenda do PSDB.

A aprovação isenta de impostos federais (PIS,Cofins e IPI) produtos que compõem a cesta básica (carne, leite, arroz, feijão, batata, farinha, pão, café, óleo, açúcar, manteiga, tomate e  banana).

"O PSDB agiu na defesa dos reais interesses da população, sobretudo da população de mais baixa renda. Zerar os impostos dos alimentos que compõem  a cesta básica significa comida mais farta e barata. Ao mesmo tempo, é um incentivo para a produção desses bens.” Disse o senador Aécio Neves.


“Espero que o governo federal, que vem atendendo a tantas reivindicações, justas até, de setores fortes da economia brasileira, com grande poder de pressão, não vete essa emenda. Não seria justo com a população, com aqueles que, praticamente, somente consomem alimentos da cesta básica. Se o governo não gastasse tanto, e tão mal, haveria espaço para redução de tributos para o conjunto da economia brasileira, e não apenas para alguns setores, como vem ocorrendo", finalizou o senador Aécio Neves.

terça-feira, 17 de julho de 2012

PSDB de Aécio zera impostos da cesta básica


Brasília – Proposta de autoria do PSDB garantiu a isenção total de impostos para os alimentos da cesta básica. A emenda, de autoria do líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), foi aprovada na segunda-feira (16) e altera a cobrança de PIS, Cofins e IPI para os produtos.
A iniciativa de Araújo se inseriu na medida provisória 563/12, que estabelece regimes fiscais diferenciados e desonera produtos e a folha de pagamentos de alguns setores da indústria.
A emenda vai “reduzir a carga tributária para os trabalhadores”, declarou Araújo. “Isso vale mais do que muitos pacotes de boa vontade do ministro Mantega”, afirmou o parlamentar, se referindo a projetos empreendidos pelo Ministério da Fazenda.
O Senado votará a aprovação da medida provisória nos primeiros dias de agosto. Se aprovada, a medida seguirá para avaliação da presidente Dilma Rousseff, que poderá sancioná-la ou vetá-la.
Com informações do Portal do PSDB na Câmara.

Senador Aécio Neves: PT é o partido da intervenção


senador Aécio Neves afirmou que o PT virou o “partido da intervenção”.

Segundo o senador Aécio Neves, essa postura difere do nascimento do Partido dos Trabalhadores, que dizia respeitar a sua militância. Nas eleições municipais deste ano, o PT interveio e ignorou desejos ou decisões tomadas por sua base em dezenas de municípios, como São Paulo, Belo Horizonte e Recife.

“Salta aos olhos da gente, e isso divido com vocês, o caminho que o PT tem buscado ao longo dos últimos anos. O PT, que nasceu com uma proposta diferente, um partido das bases, que respeita as decisões dos seus membros, virou o partido da intervenção”, afirmou o senador Aécio Neves.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Aécio Neves: biografia - Dia de Minas e a importância de Minas


O dia 16 de julho faz parte da biografia de Aécio Neves e outros grandes políticos, quando se reverencia o Estado de Minas Gerais.


Assim, surge a oportunidade de relembrar os grandes mineiros que viveram pelo Brasil.

Consta na biografia de Aécio Neves, Itamar Franco, Tancredo Neves e de tantos outros grandes estadistas, a passagem como governador de Minas Gerais. Às vezes, fato esquecido frente à grandiosidade de outros postos, mas que merece uma reflexão profunda nesta segunda-feira, dia 16 de julho de 2012, quando se comemora o Dia do Estado de Minas Gerais.

Há de se lembrar mesmo do período da República Velha, onde São Paulo e Minas Gerais formavam as correntes de pensamento de uma país ainda em formação. E por de trás das montanhas mineiras, ecoava sempre os brados por liberdade e por um pacto pela federação forte.

Veio o golpe da ditadura que interrompeu de forma violenta e brusca todo o processo de maturidade política e de formação de um sentimento de amor ao país. Foram duas longas décadas vivendo sob o medo e mão de ferro sobre qualquer tentativa de fortalecimento de uma federação de respeito mútuo entre seus entes.

Tancredo Neves foi a voz que uniu o país naquele momento. E do alto de sua sabedoria política, moldada em terras mineiras, comandou o movimento pelas Diretas Já que, mesmo fracassando no seu intuito primeiro – a eleição de presidente da República pelo voto direito -, trouxe de volta ao Brasil a possibilidade da liberdade. E, principalmente, a retomada do caminho de formação de uma federação, interrompido em meados da década de 1960.

Após uma década da redemocratização do Brasil, surge outro mineiro, que mais tarde se tornaria governador de Minas, para escrever um dos mais importantes capítulos da história brasileira: o processo de estabilidade econômica.

Itamar Franco, alçado à Presidência da República num dos momentos mais delicados da política recente do Brasil, foi o grande líder da equipe capitaneada por Fernando Henrique Cardoso que criou o Plano Real, colocando fim ao processo de hiperinflação que corroia a estabilidade econômica, social e até mesmo emocional dos brasileiros.

E hoje, já com a passagem como governador de Minas em sua biografia, Aécio Neves desponta como mais um estadista vindo das terras montanhosas do Brasil Central capaz de unir os quatro cantos do país na luta por um novo pacto federativo.

Seja na formação do Brasil como nação autônoma, no processo de redemocratização do país ou na tão sonhada estabilidade econômica e social, sempre lá estiveram grandes estadistas mineiros. E esperamos, seja também na recuperação do pacto federativo que estados e municípios clamam com urgência, sob o comando de Aécio Neves.

Por estes e outros marcos históricos em que ex-governadores mineiros se destacaram no amor pelo Brasil, devemos saudar este dia 16 de julho de 2012 com toda a reverência que Minas Gerais merece.

Senador Aécio: perda de competitividade da indústria se agrava


senador Aécio Neves voltou a alertar para o processo de desindustrialização pelo qual passa nossa economia, que se agrava em escala inédita.

 O senador Aécio Neves destacou fatores que vêm contribuindo para isso e que não são combatidos pelo governo federal.

“A perda de competitividade da nossa indústria, como se sabe, é doença antiga, mas que se agrava em escala inédita por um conjunto de fatores entrelaçados na atual conjuntura: a valorização do câmbio, o peso dos juros nos financiamentos internos, o alto custo dos insumos, a elevada carga tributária nacional e absoluta ausência de infraestrutura adequada”, observou o senador Aécio Neves.

Paula Fernandes encanta com sua beleza em show em São Paulo

A setelagoana Paula Fernandes continua exibindo seus encantos Brasil afora. Apresentando seu novo álbum durante a turnê Meus encantos, a sertaneja mostrou que não é só sua voz que fascina ao subir os palcos em São Bernardo do Campo, interior paulista, no sábado, 14. 

Famosa por seus figurinos ousados, a bela mostrou as curvas em diversos modelitos, como um macacão vermelho que deixava suas belas pernas à mostra. No show, a atriz se entregou a plateia em uma apresentação cheia de romantismo e poesia. Pelo jeito, nem o frio espanta a beleza encantadora desta mineira!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Steven Seagal comemora vitória de Anderson Silva e manda recado para o Brasil: "Vocês são meu povo"


Uma das grandes estrelas dos filmes de ação, o ator norte-americano Steven Seagal comemorou bastante a vitória de Anderson Silva sobre Chael Sonnen. Em entrevista ao canal Combate, o mestre em artes marciais se mostrou bastante orgulhoso por ainda ter acertado o palpite de que a luta terminaria no segundo round com um nocaute.

“É uma honra ser parte de tudo isso. Eu previ um nocaute no segundo round. Ele é o meu herói. Foi uma grande luta, e estamos todos muito felizes", afirmou.

O ator ainda mandou um recado para o povo brasileiro. "Vocês são o meu povo".
Amigo pessoal e um dos grandes incentivadores da carreira de Anderson Silva, Steven Seagal é "figurinha" carimbada nos treinamentos do brasileiro. Foi um golpe ensinado pelo ator que garantiu ao Spider a vitória sobre o compatriota Viitor Belfort no UFC 126. 

Senador Aécio Neves alerta para baixo crescimento da economia



senador Aécio Neves lembrou que, em 2011, o País só esteve à frente de Guatemala e El Salvador no crescimento da economia.
  
Assim, o senador Aécio Neves lamentou o baixo crescimento econômico por que passa o Brasil atualmente.

“Alcançamos o impensável: deixamos de liderar o processo de crescimento da América Latina e, na contramão dos nossos vizinhos, puxamos o desempenho de todo o continente para baixo. Não há outra definição: nossa posição é irreconhecível, à frente de Guatemala e El Salvador. Na América do Sul, acreditem, fomos o país que menos cresceu”, disse o senador Aécio Neves.

sábado, 7 de julho de 2012

Senador Aécio: 8% do aplicado no PAC saíram diretamente do governo


senador Aécio Neves criticou o baixo nível de investimentos do governo federal em obras do PAC.

Apenas 8% do total aplicado em 2011 saíram diretamente dos cofres do governo.

Grande parte dos recursos foi proveniente de financiamentos imobiliários, ou seja, empréstimos que serão pagos pela população.

“Vejam a situação tão propagandeado PAC. Apenas 8% dos recursos aplicados em 2011 – 

R$ 204 bilhões – saíram diretamente do Orçamento da União. Outros recursos referem-se a 

investimentos rotineiros feitos por empresas públicas que teriam ocorrido com ou sem PAC; 

referem-se a investimentos feitos pela iniciativa privada e pelos cidadãos que recorrem ao 

financiamento da casa própria. Até esses financiamentos são contabilizados pelo PAC”, 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Gestão eficiente de Aécio Neves estimula crescimento no turismo em MG


gestão eficiente de Aécio Neves em Minas promoveu um salto no turismo no Estado.

Além de melhorar as estradas, construir e reformar aeroportos, melhorar a infraestrutura dos municípios, o Governo de Minas, com a gestão eficiente de Aécio Neves, implantou circuitos e roteiros em todas as regiões do Estado, valorizando o potencial turístico, econômico e cultural de cada uma delas.

Em sua gestão eficiente, Aécio Neves investiu no projeto Estrada Real um dos mais importantes roteiros turísticos do país, com 1,6 mil km de extensão, que conta a história de Minas passando por 168 municípios mineiros. Também criou o Espaço Minas Gerais em São Paulo, criando uma ferramenta de promoção e divulgação de Minas no mercado nacional.

O resultado das ações e dos investimentos está no aumento do número de turistas no Estado, na geração de receita e melhor distribuição de renda.

Recente pesquisa de demanda turística realizada em Minas aponta crescimento de 62% no gasto médio por visitantes, no Estado, saltando de R$ 332, em 2010, para R$ 538, em 2011.

A pesquisa apontou que os visitantes que vieram a Minas a negócios registraram o maior gasto individual durante toda a viagem, com um valor de R$ 955.

Os números demonstram o crescimento da economia do turismo no Estado e a vitalidade do turismo interno. Mineiros viajando por Minas Gerais representam 61% do fluxo total dos visitantes.

O impacto do turismo em Belo Horizonte também foi significativo. Pesquisa da Secretaria de Estado de Turismo sobre a ocupação hoteleira revela na capital mineira também confirma o aquecimento do mercado turístico e a permanente necessidade de novos investimentos.

Um ano sem Itamar Franco, homem forte na biografia de Aécio Neves



Na semana que marca o primeiro ano da morte do ex-presidente, uma reflexão sobre a importância de Itamar na biografia de Aécio Neves

Uma característica que sempre estará no topo da biografia de Aécio Neves será a sabedoria de ouvir, confiar e cativar o respeito de grandes homens públicos que transformaram a história recente de Minas Gerais e do Brasil. Um deles foi o ex-presidente Itamar Franco, falecido há exato um ano.

Aécio nasceu e formou seu caráter ao lado de seu país, Aécio Cunha, um político que sempre carregou o sentimento de luta e amor à sua terra, típico dos homens que cresceram amando os rincões de Minas Gerais e toda a sabedoria de seu povo matuto e puro.

biografia política de Aécio Neves teve seus primeiros capítulos escritos ao lado do político que liderou o maior movimento pela redemocratização do Brasil: Tancredo Neves, seu avô e mestre.

Foi assessorando Tancredo que Aécio, ainda muito jovem, aprendeu a amar a liberdade e, ao mesmo tempo, respeitar as bases da política mineira do diálogo e da união nacional em prol de qualquer conquista social que alavancasse o país.

Já em Brasília, se destacou como um dos mais jovens parlamentares da Assembleia Constituinte, liderada por Ulysses Guimarães, braço-direito de seu avô e com quem já havia rodado o Brasil durante o movimento pelas Diretas Já.

Já um político tarimbado, ajudou os presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso a lançarem o Real e consolidarem a estabilidade monetária e, consequentemente, social no Brasil na década de 1990.

Foi eleito senador pela primeira vez juntamente com Itamar Franco, de quem conquistará há 10 anos o respeito e a admiração por ter influenciado num episódio inesperado da carreira política do ex-presidente.

São poucas as pessoas que lembram de uma passagem da relação de Aécio e Itamar em meados do ano de 2002, quando num gesto de grandiosidade e maturidade o hoje senador conseguiu reatar as relações entre os ex-presidente Itamar e o então presidente Fernando Henrique Cardoso, após anos de discórdia entre os dois.

Por estes belos e históricos episódios, Itamar Franco, falecido no ano passado, deve sempre ser lembrado na biografia de Aécio Neves, pois mesmo do auge de sua bagagem política, nunca deixou de reconhecer no jovem alguém capaz de honrar as tradições da boa política mineira que tanto amou e praticou enquanto esteve vivo.

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