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sábado, 30 de janeiro de 2010

Lojas têm movimento maior no último fim de semana com IPI reduzido para linha branca

Lojistas estimam que vendas serão até 50% maiores do que na última semana







Muitos consumidores aproveitam, em Brasília, o último final de semana com redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para procurar geladeiras, fogões e máquinas de lavar com preços que caibam no orçamento. Alguns lojistas estimam um movimento 50% maior do que o do último final de semana até amanhã, quando alguns shoppings e supermercados funcionam.



O gerente comercial de uma dessas lojas de varejo, localizada em um dos maiores shoppings da capital federal, Alessandro Silva, vê com otimismo as vendas deste final de semana. Segundo ele, os consumidores que esperavam liquidações com o anúncio do fim do estímulo à chamada linha branca correram às lojas para realizar suas compras.



“Muita gente que estava esperando por liquidações na semana que vem anteciparam suas compras. Hoje, nós tivemos um aumento de 10% a 20% na compra de produtos da linha branca. Ninguém quer pagar mais caro”, disse.



A partir de segunda-feira (1º), segundo ele, não haverá mais redução de IPI e a tendência dos preços é voltar à normalidade, ou seja, aos valores cobrados antes das medidas do governo. “Quem tiver de comprar deve aproveitar a oportunidade para comprar com preços mais baixos.”



Entre os produtos da linha branca, os refrigeradores e lavadoras são os mais procurados. “Esperamos que o governo reveja sua posição [de não prorrogar a redução do IPI]”, disse. A loja onde Silva trabalha costuma receber 3 mil pessoas, mas ele espera, por causa do fim da redução do IPI, um movimento próximo a 4,5 mil consumidores.



Marcela Sampaio, assistente administrativa, é um desses consumidores. Quando soube do fim da redução do IPI, correu ao shopping para comprar um máquina de lavar. Ela acha que os preços caíram bastante após a medida e lamenta o fim do incentivo. “Vai ser ruim para a gente, que tem oportunidade de comprar com o preço mais baixo e, agora, com o IPI mais alto, vai ficar difícil.”



Outra consumidora, Agda Glória da Cruz, funcionária pública, comparava preços em busca de um novo fogão. Para ela, paga-se muito imposto e no final o valor real do produto termina sendo mascarado.



Ela lamentou o fim do IPI porque vai tirar também o estímulo à compra de produtos considerados ecologicamente melhores. “Eu entendo isso como um descompromisso com a questão da preservação do planeta e do ambiente. Porque isso é uma força que pode contribuir para minimizar o aquecimento e outros fatores que vêm influenciando na desarmonia e destruição do planeta”, ressaltou.



Ontem (29), o presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), Lourival Kiçula, também criticou a decisão do governo de acabar com a redução do IPI da linha branca.



A Eletros reúne os maiores fabricantes de eletrodomésticos e eletroeletrônicos de consumo do país. Segundo Kiçula, se a medida for confirmada, a maior preocupação é a falta de estímulo que isso pode provocar na fabricação dos produtos do chamado “selo verde”, que, desde o final do ano passado, tiveram redução proporcional do IPI por serem consumirem menos energia.



Kiçula avalia que foram bons os dez meses de redução do IPI para o setor, já que houve crescimento de vendas de lavadoras de roupa (25%), fogões (6%) e refrigeradores (20%) em comparação com 2008.



O fim dos estímulos fiscais para a compra de eletrodomésticos da linha branca foi anunciado em Zurique, na Suíça, pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que foi à Europa participar do Fórum Econômico Mundial, em Davos, no mesmo país.



A vigência da redução do IPI para esses eletrodomésticos termina amanhã (31), depois de ter sido prorrogada no final de outubro. O motivo alegado é que a economia vem se recuperando e não existe mais a necessidade de incentivos que mantenham os impostos reduzidos em vários setores, como o de eletrodomésticos e automotivo.



Essas medidas foram adotadas para ajudar o Brasil a enfrentar a crise econômica mundial, que teve maiores impactos no país no último trimestre de 2008, mas provocaram queda de arrecadação ao longo do ano passado.



quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Projeto Escola Viva, Comunidade Ativa já atinge 440 mil alunos

Proporcionar tranqüilidade e condições básicas de ensino a todas as escolas estaduais para que o processo de aprendizagem aconteça é uma das preocupações da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG). Por isso, em 2004, a SEE criou o projeto Escola Viva, Comunidade Ativa visando o fortalecimento das escolas que se localizam em áreas urbanas, com população de vulnerabilidade social e sujeitas a índices expressivos de violência.

Em 2010, seis anos após a sua implantação, a previsão de gastos com ações restritas ao monitoramento do projeto é de aproximadamente R$ 3,9 milhões, além dos investimentos complementares como reformas, mobiliário, material escolar que são custeados por outros setores da SEE. Outra meta do Escola Viva, Comunidade ativa para este ano é reforçar o projeto complementar “Abrindo Espaços”, que movimenta cerca de 250 escolas que desenvolvem atividades para a comunidade nos finais de semana.

Em toda Minas Gerais, 504 escolas da rede estadual fazem parte do Escola Viva. São cerca de 440 mil alunos beneficiados pelo projeto. Apenas na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o projeto atinge 221 escolas em um universo de 360 mil alunos. Entre as ações desenvolvidas dentro do projeto estão a realização de oficinas de pinturas, práticas esportivas e atividades culturais. Com o desenvolvimento dessas medidas, espera-se que haja uma identificação da comunidade com a escola que dela faz parte.

Prática

A Escola Estadual Aarão Reis, no bairro Madre Gertrudes, em Belo Horizonte, participa do projeto desde o início, em 2004. Com a escola aberta aos finais de semana, alunos e moradores da comunidade participam de aulas de futebol, vôlei, dança e aulas de percussão. “A nossa escola fica aberta de segunda a segunda. A comunidade é que toma conta da escola”, explica a diretora Coraci Sueli Silvério Souza. Além da prática esportiva e cultural, a escola conseguiu que o Juizado de Conciliação atendesse a comunidade três vezes por semana, no próprio espaço escolar.

O sucesso do Escola Viva, Comunidade Ativa também está nas parcerias e atividades executadas. O trabalho junto ao “Valores de Minas”, programa do Servas e do Governo de Minas, promoveu a capacitação de professores de artes, além de servir como referência nas áreas de musica, teatro, dança, artes plásticas e arte circense aos alunos, geralmente do Ensino Médio. A parceria existe desde 2005. Entre este ano e 2009 o “Valores de Minas” atendeu a cerca de 2,5 mil alunos do Escola Viva, Comunidade Ativa.

Outra ação em conjunto no ano de 2009 foi com o projeto Amigos da Escola, da Rede Globo. Com a parceria, as escolas do projeto, ao abrirem aos finais de semana, buscam a disseminação da cultura do voluntariado educativo.

No ano de 2009, o projeto possibilitou o envolvimento de alunos da rede estadual em várias atividades culturais. Entre elas, a participação no Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI 2009), a oportunidade de ver o espetáculo “De banda pra lua” do grupo Armatrux, a presença de professores no Fórum das Letras de Ouro Preto e até mesmo a apresentação da Orquestra Brasileira de Minas Gerais, que conta com alunos da Escola Estadual Padre João Botelho e da Escola Estadual Engenheiro Francisco Bicalho, no projeto “TIM Música nas Escolas”.







segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Tiradentes - Cinema em transformação

Artistas e profissionais do meio celebram conquistas da produção nacional, obtidas graças à crescente mobilização, articulação e organização











O velho lema da união que faz a força tem sentido também para a cultura. Um dos setores que melhor compreende a dimensão do dito popular, o audiovisual começa o ano comemorando conquistas importantes, que contemplam atores, produtores, cineastas e realizadores de todo o país. Graças à capacidade de articulação, organizações e coletivos conseguem assegurar melhores condições para o desenvolvimento do cinema nacional, que ainda enfrenta dilema antigo, da busca por identidade, mas que, sem dúvidas, revela melhorias significativas de qualidade estética, conteúdo, capacidade de distribuição e mobilização. Com espectadores cada vez mais numerosos e exigentes, o setor se organiza para atender às expectativas e continuar surpreendendo, de forma positiva, plateia cativa, heterogênea e interessada no que a sétima arte tem a dizer no Brasil.



“Nosso cinema está em constante transformação, buscando linguagem própria, formas mais eficientes de distribuição, discutindo espaço, formato, produção. De certa forma, essas questões são as mesmas de sempre, mas, com certeza, avançamos no sentido da qualidade”, afirma Lázaro Ramos. O ator, protagonista do emblemático Madame Satã, atuou em outros sucessos como O homem que copiava, Carandiru e Ó pai ó, é um dos mais aclamados atores negros de sua geração – no cinema e na teledramaturgia – e se prepara para exibir a quinta temporada do programa Espelho, no Canal Brasil. Artista convidado da 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes, o ator baiano atribui ao poder de articulação boa parte das conquistas do setor. “Hoje temos mais salas de exibição, mesmo que elas ainda sejam insuficientes, e projetos interessantes, que levam o cinema a lugares do país onde jamais se imaginava, como São Francisco do Conde, onde nasceu minha família, no interior baiano. A arte não se desenvolve na informalidade e a institucionialização tem sido um instrumento relevante”, afirma.



A atriz pernambucana Hermila Guedes, de Cinema, aspirinas e urubus, de Marcelo Gomes, e O céu de Suely, de Karim Aïnouz, entre outros longas, participou também dos especiais de TV como Por toda minha vida e da série Força tarefa, da Rede Globo, além de produções no teatro (A duquesa dos cajus, de João Ferreira e Noite feliz, de Carlos Reis e Lúcio Lombardi). Ela concorda com o amigo Lázaro Ramos e acrescenta que, quanto mais o cinema nacional se desenvolve, maiores são as demandas e os desafios a serem enfrentados por todos. “Tratar dessas questões de forma coletiva ajuda a pensar soluções para as dificuldades. É importante e necessário ter consciência disso”, argumenta.



Fórum



Diretor-executivo do Fórum dos Festivais, que reúne dezenas de entidades e artistas nesta segunda, em Tiradentes, para discutir questões relativas ao setor, fazer balanço das ações realizadas em 2009 e estabelecer metas para este ano, Antônio Leal aponta conquista importante com relação à reforma da Lei Rouanet, proposta pelo Ministério da Cultura. “O novo texto, sugerido pelo governo, em março do ano passado, não contemplava festivais, cineclubes, atividades de formação, preservação, games, novas mídias e tudo o que diz respeito ao cinema não-comercial. Foi o Fórum dos Festivais que identificou essa falha. Passamos meses nos mobilizando, discutindo com o Ministério e essa articulação teve por consequência a criação do Fundo Setorial de Incentivo à Inovação e à Cultura Audiovisual”, afirma o diretor. Há poucos dias, o governo federal assegurou que serão destinados recursos que podem chegar a R$ 100 milhões para esse fim, especificamente.



Com essa resolução, explica Leal, espera-se garantir a continuidade de trabalhos já iniciados e implementar outras ações necessárias para a consolidação do cinema brasileiro. A criação do fundo representa para o coletivo o “esforço que vale a pena”, já que a dedicação voluntária nas reuniões converteu-se em benefício para todos. Outros temas serão contemplados no debate de hoje promovido pela mostra, como a criação de certificado de qualidade, a ser conferido pelo Fórum dos Festivais. O grupo também comemora uma década de atuação institucional. “Nosso balanço é muito positivo. Nestes 10 anos, crescemos com qualidade, motivamos reflexões relevantes, mantivemos o debate em torno das principais questões relativas ao cinema nacional e preservamos circuito com mais de 200 festivais, que são tão diversos quanto a cultura”, avalia Antônio Leal.



Nesta terça, a Mostra de Cinema de Tiradentes promove Encontro Nacional da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual, no qual será elaborada a Carta de Tiradentes 2010. Haverá também discussão de temas como função social da entidade, estratégias institucionais e sugestões para a programação do Encontro Nacional de Acervos e Arquivos Audiovisuais para a 5ª Mostra de Cinema de Ouro Preto.



Sem fronteiras



O documentário Terras, de Maya Da-Rin, tem pré-estreia hoje, às 19h30, no Cine Tenda. O filme trata da reformulação dos espaços geográficos e a relativização das fronteiras, com o advento da internet. A diretora carioca busca a relação entre estes dois ambientes e seus reflexos no cotidiano.


sábado, 23 de janeiro de 2010

BH sanciona lei que proíbe animal em circo



Belo Horizonte fechou suas portas para circos que se apresentam com animais. O prefeito Marcio Lacerda (PSB) sancionou, quinta-feira, lei que proíbe a exibição dos bichos em espetáculos circenses. Os ambientalistas bateram palmas. “A capital entrou para o time das cidades que respeitam os animais. Ficaram no passado as cenas de maus-tratos aos elefantes, chimpanzés, girafas e cavalos. Não podíamos mais aceitar esses bichos fora do ambiente deles”, defende o assessor para assuntos da Fauna Urbana da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Franklin Oliveira. Já os circenses… “Não haverá mais circo no Brasil daqui a uns anos. Não há incentivo para a categoria. Só cortam as nossas atrações, como se todo circo maltratasse seus animais”, argumenta o diretor do circo Royter Spetacular, Royter Júnior.



A lei foi publicada quinta-feira no Diário Oficial do Município (DOM) e já está em vigor. Os circos que insistirem na estadia na capital terão cancelamento da licença de funcionamento e pagarão multa de R$ 5 mil. “Independentemente das condições físicas dos animais exibidos em circos, a história de treinamentos e da captura envolve muita violência e tratamento cruel, além do descumprimento de tratados internacionais como a Convenção Internacional sobre o Comércio da Flora e Fauna Selvagens”, relata Franklin Oliveira.



Outras capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, já têm leis similares. Em Minas Gerais, a proposta vai além de BH: Juiz de Fora, Montes Claros, Lagoa Santa e outras também lutam contra os maus-tratos de animais. “Nos circos, eles são privados da liberdade natural, vivendo em espaços minúsculos e muitas vezes insalubres. Muitos apresentam transtornos neurológicos com manifestação de movimentos repetitivos e olhar profundo”, conta Franklin. Ele diz ainda que a próxima batalha é contra os rodeios. “É um absurdo. As pessoas se divertem com os movimentos agressivos dos animais sem saber que são submetidos a choques e chicotadas para fazer aquilo. Infelizmente, o lobby de produtores de rodeio é maior e fica mais difícil barrá-los.”



No picadeiro, a elefanta Reina faz a festa da criançada. Ela é do time de artistas do Royter Spetacular, provavelmente o último circo a se apresentar legalmente com animais na capital. “Fico muito triste de ser a última vez que venho aqui. Tenho um filho mineiro, que nasceu aqui, aumentando minha ligação com a cidade. Não concordo com a lei. Em vez dela, deveriam fiscalizar os circos para punir quem maltrata os animais. O elefante faz parte do espetáculo e encanta as crianças. Visitamos lugares em que aos baixinhos nunca tinham visto um bicho tão grande. Reina é bem cuidada, dócil e já nasceu no cativeiro. Nem sobreviveria fora”, justifica Júnior.



O circo montou sua lona na Avenida Abílio Machado, no Bairro Alípio de Melo, na Região Noroeste, no início do ano, e tem licenciamento para ficar na cidade até 14 de fevereiro. Como a lei não é retroativa, o circo poderá exibir a elefanta Reina até sua última apresentação. “Temos outros artistas palhaços, trapezistas, equilibristas… A defesa dos contra animais é valorizar esses trabalhos. O circo tem que ter isso mesmo. Mas deve também alegrar as crianças com os animais. Aliás, sem animais só o Cirque du Soleil, que conta com mil benefícios do governo canadense. Aqui no Brasil, circo sem animal, fecha. Isso já ocorreu com vários”, relata Royter Júnior.




terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Investimentos confirmam diversificação da economia mineira


Novos investimentos de R$ 21,1 milhões, no Sul do Estado, foram anunciados, nesta terça-feira (19), ao Governo de Minas. O primeiro, de R$ 7,2 milhões, é da Sutek do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Eletroeletrônicos Ltda., que está instalando uma unidade destinada à fabricação e comercialização de equipamentos de informática, eletrônica e elétrica, em Santa Rita do Sapucaí. O segundo, no valor de R$ 13,9 milhões, é da CBS Hospitalar Ltda, que está implantando em Itapeva, um Centro de Distribuição de insumos médico-hospitalares, como luvas para procedimentos cirúrgicos, seringas e agulhas descartáveis, ataduras e curativos diversos, soros e algodão.

Apenas em janeiro, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) já assinou sete protocolos de intenções com empresas dos setores de energia (oito pequenas centrais hidrelétricas – PCHs - e uma termoelétrica de biogás), duas no setor de plásticos, uma na área de eletroeletrônica e a última do ramo médico-hospitalar. O total dos investimentos já é superior aos R$ 570 milhões.







O anúncio da Sutek do Brasil foi feito pela CEO Lin Liu Su Hua, ao secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico em exercício, Raphael Guimarães Andrade, durante a assinatura de protocolo de intenções. Já o protocolo de intenções da CBS Hospitalar foi assinado pelo presidente da empresa Odair dos Santos.



Sutek



De acordo com o cronograma de execução do projeto, o início das operações está previsto para março deste ano. O novo empreendimento irá gerar 72 empregos diretos. Segundo Lin Liu Su Hua, a empresa irá priorizar a mão de obra local. “Queremos aproveitar o potencial humano da cidade e contribuir para o desenvolvimento da mesma, treinando as pessoas para trabalharem conosco”.



Raphael Andrade destacou que a assinatura do protocolo contribui para que a cidade de Santa Rita do Sapucaí se torne referência tecnológica em Minas Gerais. “Esse setor tem um potencial muito grande de crescimento, o que colabora para que a região do Sul de Minas se consolide como o pólo eletrônico e tecnológico”, afirmou.



A Sutek do Brasil calcula que, ainda em 2010, o seu faturamento seja de R$ 600 mil. Já em 2011, a empresa planeja crescer ainda mais, alcançando um faturamento de R$ 1,6 milhão e em 2012, R$ 3,6 milhões. O secretário em exercício acrescentou que essa iniciativa irá render bons resultados tanto para a empresa quanto para o Estado de Minas Gerais. “Temos certeza que esse é um casamento que irá dar certo e durar muito tempo. Cada vez que assinamos protocolos como este, reafirmamos a nossa missão de contribuir com o desenvolvimento do Estado, dentro da meta do governador Aécio Neves”.



A implantação da Sutek do Brasil em Santa Rita do Sapucaí inclui a fabricação e montagem dos seguintes produtos: gabinetes para máquinas computadores, caixas de som, fontes de alimentação, fones de ouvido, teclados e mouse.



A Sutek do Brasil surgiu a partir da Maxxtro, que está instalada em São Paulo, com uma linha de produtos diferenciada e da mais alta qualidade para o mercado brasileiro de tecnologia da informação. Voltados para os mais diversos públicos, do iniciante ao usuário profissional, do usuário doméstico às grandes empresas, os produtos da Maxxtro foram criados para maior conforto, performance nas mais diversas condições de uso.



A Sutek do Brasil segue a mesma linha da Maxxtro, que ao completar seus dez anos mantém fortes parcerias com o mercado com novas linhas como Estojos de armazenagem RAID, teclados multimídia, produtos sem fio, gabinetes com LCD e muito mais, fortalecendo em conjunto o trabalho social desenvolvido.



CBS Hospitalar



Na primeira fase do projeto, a CBS adquiriu um terreno de 60 mil metros quadrados e área construída de 3,2 mil metros quadrados por R$ 3,1 milhões. Na segunda fase, que tem início nesta quarta-feira (20), serão construídos mais 7,6 mil metros quadrados, com a conclusão das obras prevista para novembro de 2010.



O presidente da CBS, Odair dos Santos, informou, durante a assinatura do protocolo, que deverão ser gerados 60 empregos diretos e outros 60 indiretos, preferencialmente de mão de obra local. O faturamento previsto é de R$ 38 milhões ainda este ano. Para R$ 2011, a meta é faturar R$ 90 milhões e em 2012 atingir R$ 120 milhões.



Sediada na cidade de São Paulo, a CBS deseja transferir 80% de suas operações para Minas Gerais, com a instalação do centro de distribuição. “As condições concedidas pelo Estado nos asseguram competitividade para atender o mercado nacional”, explicou Odair.



A empresa opera desde 1977, atendendo hospitais, clínicas e órgãos do Governo. Trata-se de uma empresa no ramo atacadista e distribuidora da linha de produtos médicos hospitalares, odontológicos e laboratoriais. Atende todo o território nacional e aos países do MERCOSUL.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Museu no Centro de BH tem gostinho do interior










Mineiro pode até sair de Minas Gerais. Rodar o mundo, conhecer lugares exóticos, novos idiomas, paisagens, aromas e gostos inesquecíveis. Mas não adianta. Minas não sai de quem já viveu e nasceu por aqui. Ficam dentro do peito as memórias das muitas Gerais. Mais ainda quando o mineiro esbarra com peças e objetos que pertencem à sua história, mesmo não tendo vivido aquilo, se lembra dos causos contados pelos avós em volta de um fogão a lenha. E é essa sensação, de lembranças ouvidas ou vividas, que o Museu de Artes e Ofícios (MAO), na Praça da Estação, no Centro de BH, oferece ao visitante. Entre corredores e as mais de 2 mil peças, as portas se abrem para um passado que, particularmente, pertence a Minas.





Mineiro, seja da capital ou do interior, conhece bem os utensílios da roça e gosta deles. Por isso, a mais nova atração do MAO, o Ofícios da Terra, tem resgatado a sensação interiorana, que quem é de Minas, tem orgulho de sentir. No domingo, quem visitou essa nova ala lembrou do que via, riu e contou histórias. A opinião foi unânime: “Isso é Minas Gerais”.



As portas para esse universo foram abertas este mês – um presente em comemoração aos quatro anos do MAO, que conclui com esse espaço seu projeto original de exposição permanente. Localizado no fim do corredor do bloco B, o lugar ganhou 40 novas peças, além de uma pequena roça, na área externa, com plantações de cana-de-açúcar, café, mandioca e fumo.



Com cerca de 200 metros quadrados, a nova ala retrata um pouco da história dos trabalhadores rurais e do dia a dia de quem já viveu na roça. No acervo, estão tachos de cobre, debulhadeiras de milho, descascador e enrolador de café, além de um conjunto de alambiques feitos com cerâmica, pedra, cobre e madeira. “Neste lugar não tinha nada. Nem teto. Fizemos a obra de ampliação para que essas novas peças pudessem ser expostas. Quem já veio aprovou a novidade”, comemora a coordenadora de museologia do MAO, Célia Corsino, que destaca o alambique de pedra-sabão como uma das atrações. “Veio do Recife e pesa uma tonelada”, diz.



Mas o novo lugar ainda reserva surpresas. De acordo com Célia, ainda este mês será colocado um vídeo no espaço contando a história da cachaça – bebida que, para os mineiros, é a identidade do interior do estado. “Além disso, vamos colocar outro vídeos pelo museu, mostrando como esses ofícios eram feitos”, conta.



Inaugurado em 2005, o Museu de Artes e Ofícios é dedicado ao trabalho do período pré-industrial no país. Criado a partir de uma parceria entre o Instituto Cultural Flávio Gutierrez (ICFG), o Ministério da Cultura e a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (Cbtu), ocupa os prédios históricos das áreas de embarques e jardins da Estação Central de Belo Horizonte e da Estação Oeste de Minas, onde há uma das estações de metrô da cidade. Cerca de 4 mil pessoas visitam o MAO mensalmente.



Férias



Terça-feira até 29 de janeiro, a criançada terá um motivo a mais para ir ao museu. É que começa a quinta edição do projeto Estação da Brincadeira. Além do jogo de perguntas sobre ofícios, feito pelos corredores do MAO, haverá atividades plásticas de arte. As brincadeiras serão realizadas de terça a sexta-feira, das 9h às 11h ou das 13h30 às 15h, ou de 15h30 às 17h, e vão contar com, no máximo, 20 participantes por vez. Para participar basta agendar pelo telefone (31) 3248-8621, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. A entrada gratuita está garantida para as instituições municipais ou estaduais, como grupos de escolas, creches e projetos sociais. Para as demais crianças, será cobrada entrada no valor de R$ 2, e os adultos pagam R$ 4.



sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Quase duas mil pessoas vão à UAI da Praça Sete no primeiro dia de funcionamento


O primeiro dia de funcionamento da Unidade de Atendimento Integrado (UAI) da Praça Sete, em Belo Horizonte, nessa quarta-feira (13), registrou 1.979 emissões de senhas. A maior procura foi para os serviços de identificação, que emitiram 470 carteiras de identidade e 282 atestados de antecedentes. No período da manhã, quando por problemas técnicos, o tempo de espera chegou a ser de três horas. Entretanto, ao chegar ao guichê o atendimento durava, em média, 11 minutos e 43 segundos.


Somente para os serviços do Instituto de Identificação, no período entre 10 e 11 horas, foram emitidas 285 senhas, enquanto entre 12 e 19 horas foram apenas 53. Entretanto, foi detectada redução no número de atendimentos na UAI Venda Nova, onde o tempo de espera para atendimento de carteira de identidade caiu de três horas para 26 minutos.


Nesta quinta-feira (14), segundo dia de funcionamento da UAI Praça Sete, das 7 às 13 horas foram emitidas 1.098 senhas, para os mesmos serviços. Outra vez, verificou-se o pico entre as 10 e 11 horas, com 247 senhas emitidas.


Segundo a diretora da Diretoria Central de Gestão das UAIs, Fernanda Girão, a alta concentração no período da manhã ocorre porque o cidadão ainda não se conscientizou que pode ser atendido durante um período de 12 horas seguidas e ininterruptas, entre as 7 e as 19 horas. Ela lembrou que o serviço vai funcionar também aos sábados, no horário de 8 as 14 horas na UAI da Praça Sete e que, para obtenção do atestado de antecedentes não é necessário o comparecimento à Unidade, o cidadão pode acessar de qualquer computador o site www.pc.mg.gov.br e imprimir o documento. O tempo de espera maior foi creditado também ao primeiro dia de trabalho, com os profissionais se ambientando à rotina.


Fernanda Girão contou que, ao longo do dia, ocorreram problemas no sistema de gestão de filas e correções foram efetuadas. Além disso, equipamentos de alguns guichês também apresentaram problemas técnicos os quais foram corrigidos durante o atendimento. Por meio do monitoramento do sistema gestão do atendimento, várias intervenções na distribuição dos guichês foram efetuadas, de forma a redistribuir os serviços, com objetivo de desafogar a espera e agilizar os atendimentos.





















terça-feira, 12 de janeiro de 2010

UAI da Praça Sete em Belo Horizonte terá capacidade para 5 mil atendimentos diários






A Unidade de Atendimento Integrado (UAI) da Praça Sete, em Belo Horizonte, inaugurada pelo governador Aécio Neves, estará aberta ao público a partir desta quarta-feira (13). O horário de funcionamento será de 7 às 19 horas durante a semana e de 8 às 14 horas aos sábados. A UAI terá capacidade para cinco mil atendimentos por dia.



“Estamos inaugurando hoje a mais completa unidade de atendimento integrado do país. Estamos aqui com 400 servidores para prestar todo o tipo de atendimento, desde carteiras de identidade, informações em relação à Justiça eleitoral, oportunidades de intermediação de emprego em parceria com o Ministério do Trabalho, parceria com a Polícia Federal para a emissão de passaportes ou porte de armas, enfim, um conjunto de atendimentos sinérgicos, no mesmo local”, afirmou o governador, durante a inauguração.



Diversos serviços serão prestados no local, com agilidade e conforto. O Instituto de Identificação da Polícia Civil vai oferecer a emissão da primeira e segunda vias da carteira de identidade, atestado de antecedentes criminais, retificação de Carteira de Identidade e inscrição do número do CPF no documento de identidade.



Por meio do Detran, poderão ser emitidos extratos de multa, o Documento Único de Transferência (DUT) e o Documento de Arrecadação Estadual (DAE). Também haverá espaço para realização de provas eletrônicas para os candidatos a obterem a carteira nacional de habilitação.



A Secretaria da Fazenda disponibilizará a emissão de guias de arrecadação, de Certidão de Débitos Tributários para pessoas físicas, além de prestar informações sobre o IPVA. Ainda estarão disponíveis os serviços do Procon e do Juizado de Conciliação.



A secretária de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, explicou que as novas instalações da UAI foram planejadas para garantir maior qualidade no serviço e que haverá um monitoramento constante dos atendimentos realizados. “Projetamos o serviço no sentido de aproximar mais o governo do cidadão de forma simplificada. Para isso, estabelecemos metas para cada um dos atendentes não só de quantidade de atendimentos, mas também de qualidade nos serviços”, detalhou.



Emprego



Também serão oferecidos na UAI da Praça Sete serviços da Secretaria de Desenvolvimento Social, por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine), como intermediação de mão de obra, encaminhamento ao processo de pagamento do seguro desemprego, cadastro de empresas para oferta de vagas ao mercado de trabalho e capacitação de mão de obra.



Foram instalados ainda cinco quiosques de auto-atendimento e uma unidade da Ouvidoria Geral do Estado para o recebimento de sugestões, reclamações e denúncias relativas aos órgãos da administração estadual. Os cidadãos também terão acesso a um posto da Polícia Federal, para emissão de passaportes e registro de armas. Outro serviço prestado será o de achados e perdidos.



As obras de reforma permitiram a instalação de um novo parque tecnológico para o atendimento ao cidadão, com a substituição de equipamentos de informática, aumento do link de internet e colocação de câmeras de segurança.



Também foi implantado um moderno Sistema Integrado de Gestão do Atendimento, capaz de calcular o tempo de prestação de cada serviço, realizar agendamentos e reduzir o tempo de espera do cidadão.



As pessoas que estiverem aguardando atendimento terão mais conforto, com 460 cadeiras que foram instaladas. Há ainda um auditório com 120 lugares, um espaço para a realização de sorteios semanais da Loteria Mineira e um telecentro com 25 computadores com acesso à internet.



Serviços prestados pela UAI Praça Sete

Polícia Civil

Emissão da primeira e segunda vias da carteira de identidade

Atestado de antecedentes criminais

Retificação de Carteira de Identidade

Inscrição do número do CPF no documento de identidade

DETRAN

Extratos de multa

Documento Único de Transferência (DUT)

Documento de Arrecadação Estadual (DAE)

Espaço para realização de provas eletrônicas para os candidatos a obterem a carteira nacional de habilitação

Secretaria de Estado de Fazenda

Emissão de guias de arrecadação, de Certidão de Débitos Tributários para pessoas físicas

Informações sobre o IPVA

Secretaria de Desenvolvimento Social

Sistema Nacional de Emprego (Sine)

Intermediação de mão de obra

Encaminhamento ao processo de pagamento do seguro desemprego

Cadastro de empresas para oferta de vagas ao mercado de trabalho e capacitação de mão de obra.

Polícia Federal

Emissão de passaportes e registro de armas

Outros serviços

Cinco quiosques de auto-atendimento

Unidade da Ouvidoria Geral do Estado para o recebimento de sugestões, reclamações e denúncias relativas aos órgãos da administração estadual.

Serviços do PROCON e do Juizado de Conciliação.

Achados e Perdidos


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